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Entre a duvida e o medo eu escolho arriscar, pelo menos superei minhas duvidas e medos, vocĂȘ sĂł saberĂĄ o resultado se tentar.
Beleza Ă© uma coisa que em atĂ© um sapo vocĂȘ encontra se nĂŁo olha sĂł os defeitos e sim as qualidades .
Enquanto vocĂȘ fica aĂ dando 50 chances pra mesma pessoa, tem gente esperando sĂł a primeira pra te fazer felizâŠï»ż
As pequenas coisas, os menores gestos, um simples bom dia, transforma nĂŁo sĂł o dia, nĂŁo sĂł o outro.
Transforma vocĂȘ mesmo e pra uma vida inteira.
Ah, nĂŁo. NĂŁo dĂȘ atenção pra essa gente de mente pequena, de coração azedo, que sĂł reclama de tudo! Se vocĂȘ permitir, elas contaminam o ambiente e te tornam como ela. Seja luz e bote essa treva pra correr!
Podemos criar e transformar qualquer terreno desolado em um incrĂvel jardim, sĂł precisamos de paciĂȘncia, criatividade e um pouco de amor. JĂĄ, para transformar uma belo jardim em uma paisagem desolada nĂŁo precisa nenhum esforço, Ă© sĂł deixĂĄ-la sĂł, sem atenção, sem cuidado, o tempo se encarrega de acabar com tudo. Quem ama cuida.
Quis mudar a minha vida. Mudei de casa, de trabalho, de roupa, de amigos mas, sĂł fui feliz quando mudei de atitude, aĂ sim, tudo ganhou um novo sentido.
A Rosa
Era uma vez, um jardim encantado onde sĂł entrava quem recebia permissĂŁo
Esse jardim cheio de flores se chamava coração.
LĂĄ havia um tipo especial de flor, uma rosa alaranjada,
Ela amava todas as flores e por todas era amada.
Um rapaz mal intencionado, percebeu que a flor era especial
E na calada da noite, sorrateiramente invadiu o roseiral.
Ele queria que a rosa embelezasse seu paletĂł,
Mal sabia que a rosa laranja por ele sĂł sentia dĂł.
Ele a arrancou de seu solo fértil e pra longe a levou
A rosa murcha de tristeza aos poucos se fechou.
Aquela pequena flor que brilhava para quem a sorria
Agora a cabeça abaixava e chorando todos os dias vivia
Suas pétalas desbotadas jå não embelezavam o terno do moço
Ele então arrancou pétala por pétala e as jogou no fundo do poço.
A pequena rosa que antes foi bonita e perfumada
Agora era história, lembrança de outra vida, uma vida em que foi amada.
O rapaz nunca mais roubaria de um jardim outra flor
Aquela rosa nĂŁo podia ser colhida, devia ser plantada, ela se chamava amor.
Com o caule morto da rosa jå despedaçada, o homem se deu a chorar.
Suas lĂĄgrimas e as poucas sementes do caule, fizeram no solo uma nova flor brotar.
E de algo que nĂŁo deu certo, machucou e virou pĂł
Surgiu uma nova roseira, bonita como sĂł.
O amor agora foi cultivado com amor
E o homem aprendeu que sĂł assim a vida floresce e sĂł assim a vida dĂĄ flor.
Pareço frio, fico na minha, observando, analisando. Falo do que sinto algumas vezes. Só que me resguardo. Não tenho pressa. Mas, entenda, com minha mente inquieta e imaginação fértil, jå te amei intensamente diversas vezes.
SĂł nĂŁo te dou um buquĂȘ de flores porque as flores morrem e vocĂȘ merece mais que isso, quero te da algo que seja eterno. "Meu amor".
Testemunhamos um tempo de idolatria da ignorĂąncia e sacralização da imoralidade que farĂĄ inveja a Sodoma e Gomorra no Dia do JuĂzo Final.
Desculpe se nĂŁo sou quem sempre vocĂȘ sonhou.
Na vida, só posso ser apenas eu e ninguém mais.
Um personagem de livro antigo,
Perdido neste mundo moderno e carente de tudo.
Quando vocĂȘ se machuca vocĂȘ cria um tipo de armadura na qual sĂł penetra quem vocĂȘ permite entrar.
Thayanne Carvalho minha princesa, vocĂȘ me faz tĂŁo bem, sĂł vocĂȘ me faz feliz amor, tudo vai dar certo, eu gosto muito de vocĂȘ de verdade! Meu amor, minha feiosa, minha maravilhosa, minha liiiinda, estarei sempre do seu lado !
O Boi Velho
Uma das coisas mais ingĂȘnuas e comoventes da vida do BarĂŁo do Rio Branco era o seu sonho de fazendeiro. Homem nascido e vivido em cidade, traça de bibliotecas, urbano atĂ© a medula, cada vez que uma coisa o aborrecia em meio Ă s batalhas diplomĂĄticas, seu desabafo era o mesmo, em carta a algum amigo: âPenso em largar tudo, ir para SĂŁo Paulo, comprar uma fazenda de cafĂ©, me meter lĂĄ para o resto da vidaâŠâ
Nunca foi, naturalmente; mas viveu muito Ă custa desse sonho infantil, que era um consolo permanente.
Por que nĂŁo confessar que agora mesmo, neste Ășltimo carnaval, visitando a fazenda de um amigo, eu, pela dĂ©cima vez, tambĂ©m nĂŁo me deixei sonhar o mesmo sonho? Com fazenda nĂŁo, isso nĂŁo sonhei; os pobres tĂȘm o sonho curto; sonhei com o mesmo que sonham todos os oficiais administrativos, todos os pilotos de aviação comercial, todos os desenhistas de publicidade, todos os bichos urbanos mais ou menos pobres, mais ou menos remediados: pegar um dinheirinho, comprar um sĂtio jeitoso, ir melhorando a casa e a lavoura, vai ver que no primeiro ano dava para se pagar, depois quem sabe daria uma renda modesta, mas suficiente para uma pessoa viver sossegada; com o tempo comprar, talvez mais uns alqueiresâŠ
Meu pai foi durante algum tempo sitiante, minha mãe era filha de fazendeiro, meus tios eram todos da lavoura⊠Mas que brasileiro não é mais ou menos assim, não guarda alguma coisa da roça e não tem a melancólica fantasia, de vez em quando, de voltar?
Aqui estou eu, falso fazendeiro, montado no meu cavalo, a olhar minhas terras. Chego atĂ© o curral, um camarada estĂĄ ordenhando as vacas. Suas mĂŁos hĂĄbeis fazem cruzar-se dois jatos finos de leite que se perdem na espuma alva do balde. Parece tĂŁo fĂĄcil, sei que nĂŁo Ă©. Deixo-me ficar entre os mugidos e o cheiro de estrume, assisto Ă primeira aula de um boizinho que estĂŁo experimentando para ver se Ă© bom para carro. Seu professor nĂŁo Ă© o carreiro que vai tocando as juntas nem o pretinho candeeiro que vai na frente com a vara: Ă© um outro boi, da guia, que suporta com paciĂȘncia suas mĂĄs-criaçÔes, obrigando-o a levantar-se quando se deita de pirraça, arrasta-o quando Ă© preciso, nĂŁo deixa que ele desgarre, ensina-lhe ordem e paciĂȘncia.
No coice hĂĄ um boi amarelo que me parece mais bonito que os outros. O carreiro explica que aquele Ă© seu melhor boi de carro, mas tem inimizade Ă quele zebu branco vindo de Montes Claros, seu companheiro de canga; implica aliĂĄs com todos esses bois brancos vindos de Montes Claros. O caboclo sabe o nome, o sestro, as simpatias e os problemas de cada boi, sabe agradar a cada um com uma palavra especial de carinho, sabe ameaçar um teimoso â âMando te vender para o corte, desgraçado!â â com seriedade e segurança.
Ah, nĂŁo dou para fazendeiro; sinto-me um boi velho, qualquer dia um novo diretor de revista acha que jĂĄ vou arrastando devagar demais o carro de boi de minha crĂŽnica, imagina se minhas arrobas jĂĄ nĂŁo valem mais que meu serviço, manda-me vender para o corteâŠ
