Par lagekbvist
"Quando o desgaste emocional chega ao limite, até o menor dos desentendimentos vira motivo para colocar um fim."
"Privar os estudantes do aprendizado sobre gestão do dinheiro é não preparar a juventude para os desafios reais do mercado."
"Quando grandes investidores deixam o lucro individual em segundo plano, abrem-se as portas para que a comunidade construa a sua própria independência financeira."
Os princípios de integridade, fé e responsabilidade individual formam a base moral necessária para garantir a liberdade e a prosperidade de uma nação.
"A verdadeira alegria de viver não vem da facilidade sem esforço, mas do orgulho de olhar para trás e saber que cada conquista foi erguida com integridade e fé."
"Vocês que zombam dos que buscam a justiça divina: parem de alimentar o ódio e voltem-se para a pureza de coração antes que seja tarde demais."
Tem um desejo meu que nunca te contei. Eu queria que a gente ficasse um minutinho só olhando um para o outro. Não porque está faltando amor, mas porque eu acho esse tipo de conexão muito bonito.
O infinito não se torna propriedade da consciência porque a consciência encontrou uma palavra para nomeá-lo.
Salmos 52:8
Mas eu sou como a oliveira verde na casa de Deus; confio na misericórdia de Deus para sempre, eternamente.
"A misericórdia de Deus é a raiz que nenhuma tempestade consegue arrancar."
D'água
Na praia eu observo a dança e a gentileza do oceano,que sempiterno traz suas ondas para a areia a fim de exibir seu manto de espuma.
...E sempre retorna para encontrá-la
em uma coreografia nas areias."
Jorge B Silva
Senhor afasta de mim este cálice. Silencia minha boca, cega meus olhos e ensurdece meus ouvidos para que eu sinta tão e somente o Senhor; e que todas as coisas vans sejam nada mais que segundos em meus dias a fim de lembrar-me da Tua Bondade, Amém!
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
E o mais curioso é que, enquanto muitos se oferecem como voluntários nessa medonha barganha espiritual, poucos percebem que toda e qualquer promessa de salvação germinada nas sombras termina cobrando pedágio na luz.
Há discursos tão cheios de “boas intenções” que parecem ouro, mas tilintam como ferro-velho quando batem na realidade.
E assim o país vai sendo posto em prateleiras invisíveis, negociado em nome de causas que nunca foram nossas, enquanto os que juram defendê-lo, esquecem que quem vende a própria consciência não costuma devolver o troco da história.
No fim, talvez o que mais deveria nos assustar não seja esse “diabo” — mas a quantidade de gente disposta a aprender com ele o ofício da negociação.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com a nação!
Talvez não haja sofrimento maior que o das almas carentes, que mal aprenderam a buscar curas para as dores físicas.
Porque a dor do corpo grita, aponta, incha, sangra — e, ainda assim, muitos só aprendem a silenciá-la com remédios apressados, sem jamais perguntar de onde ela veio.
Mas a dor da alma… essa só sussurra.
E, quando não é ouvida, encontra um megafone no corpo.
Há quem passe a vida peregrinando por consultórios, comprimidos e diagnósticos, enquanto a verdadeira ferida permanece intocada: a ausência de sentido, de afeto, de pertencimento.
Não por descuido, mas por desconhecimento.
Nunca lhes ensinaram que pode haver vazios que não se preenchem com anestesia, mas com presença.
Que há cansaços que não se resolvem com repouso, mas com reconciliação interior.
Almas carentes não são fracas — são famintas.
E fome não se cura com distração, mas com alimento verdadeiro.
O problema é que muito poucos foram orientados a reconhecer essa fome.
Ensinaram-nos a tratar sintomas, não a investigar silêncios; a conter lágrimas, não a compreender suas origens.
Talvez o maior sofrimento seja esse: carregar uma dor que não tem nome — e, por isso, não receber cuidado.
Buscar alívio onde só há paliativo, enquanto a raiz implora por atenção.
Curar o corpo é necessário.
Mas aprender a escutar a própria alma — isso é urgente.
Porque quando a alma é negligenciada, o corpo acaba pagando a conta de um abandono que nunca foi dele.
O diabo é um gênio: arregimentou as almas “inocentes” para salvar o país, e nunca mais parou de tentar vendê-lo para se salvar.
Há algo de profundamente sedutor na convicção de que se está lutando por uma causa maior.
Quando alguém se vê como parte de uma cruzada moral, as dúvidas passam a parecer fraqueza e a prudência vira quase uma traição.
É nesse instante que as consciências mais tranquilas se tornam também as mais perigosas — não porque desejem o mal, mas porque se convencem de que qualquer meio é aceitável quando o discurso promete redenção coletiva.
Assim, em nome do país, muitos aprendem a negociar exatamente aquilo que dizem defender.
Vendem princípios como quem troca moedas, adaptam verdades ao sabor da conveniência e passam a confundir patriotismo com autopreservação.
O discurso permanece heroico, mas o gesto cotidiano revela algo bem mais mundano: o esforço constante de salvar a própria reputação, a própria posição, o próprio poder.
Curiosamente, os que se apresentam como salvadores quase sempre encontram um inimigo útil para justificar cada contradição.
Afinal, enquanto houver um culpado conveniente, não será preciso explicar por que o país prometido nunca chega — apenas por que a guerra precisa continuar.
E é nesse teatro interminável de bravatas e virtudes proclamadas que a nação vai sendo lentamente negociada, pedaço por pedaço, enquanto as consciências seguem confortavelmente convencidas de sua própria pureza.
Deus nos livre dos bem-intencionados cheios de razão, que nem de longe estão de fato preocupados com o futuro da nação!
Os políticos-influencers são Especialistas
só em duas coisas: gerar Despesas e Conteúdo
para a Política do Espetáculo.
Vivemos um tempo em que a Visibilidade passou a ser confundida com Relevância.
Em vez de prestar contas dos resultados, muitos Agentes Públicos passaram a Caçar likes, comentários, compartilhamentos, engajamento.
A Política, que deveria ser o espaço do planejamento, da negociação e da construção de Soluções Coletivas, transforma-se, frequentemente, em um Palco onde a Performance vale muito mais do que a Entrega.
Não há problema algum em um representante usar as Redes Sociais para informar, dialogar e prestar contas.
Muito pelo contrário: transparência e diálogo com o público são partes importantes da Democracia.
O problema surge quando a comunicação deixa de ser instrumento e se torna finalidade.
Quando a câmera passa a determinar a agenda, o gesto simbólico substitui a ação concreta e o algoritmo passa a valer mais do que o Interesse Público.
Nesse cenário, a lógica do Espetáculo produz uma inversão muito perigosa.
O anúncio importa mais que a obra.
A polêmica rende mais do que a proposta.
Vídeos viralizam, enquanto os problemas permanecem.
O mandato deixa de ser medido por Políticas Públicas eficientes e passa a ser avaliado pelo alcance das publicações.
O custo dessa transformação não se limita ao orçamento destinado à divulgação ou à produção de conteúdo.
O maior prejuízo é institucional.
A confiança nas instituições se desgasta quando a população percebe que há Excesso de Marketing e Escassez de Resultados.
A política perde profundidade, o debate público empobrece e temas complexos passam a ser tratados como produtos de consumo rápido.
Democracias sólidas precisam de representantes que Comuniquem bem, mas, acima de tudo, que Governem bem.
A boa presença digital deve ser consequência de um trabalho consistente, e não um substituto para ele.
Afinal, a função de um mandato não é colecionar visualizações, mas produzir transformações que resistam ao tempo — mesmo quando as câmeras já foram desligadas.
"ILUSÃO
solitária carência inconsciente
cria por vezes personagens que
alimentamos para vermos o que
queremos e nos satisfaça como
complemento preenchendo os
vazios consistentes que nos
habita e reclama na jornada."
Parecer feliz, tornou-se um produto que parece assim; você vai á farmácia e compra em vidrinhos para cada ocasião.
"Chega um tempo em que uma maioria de gente sensata e/ou inteligente... tende a calar-se para não ferir a ignorância de uma minoria...burra!"
Haredita Angel
04.01.22
Um ancestral chegou num lugarzinho do Ceará e alguém perguntou:-o senhor deseja uma hospedaria para pousar?
- E a resposta veio assim:
- Não amigo, eu desejo uma cidade!
E assim, ele fundou a cidade de Catunda!
"Tem gente que não quer tão somente uma flor, quer árvores com flores, frutos e passarinhos... muitos passarinhos!
Haredita Angel
