Luiz Guilherme Todeschi
A nossa personalidade é um mosaico intrincado de fatores únicos que nos torna quem somos. É fascinante como cada detalhe como: o que vestimos, o nosso rosto, o tom da nossa voz, os nossos pensamentos, as palavras que proferimos, o caráter que desenvolvemos com esses pensamentos; tudo isso faz parte da nossa personalidade. Cada pessoa tem aquela característica única que pode brilhar mais forte. Pode ser um talento especial, uma forma única de ver o mundo, um traço de caráter admirável ou até mesmo pequenas peculiaridades. Por vezes, essas características são evidentes para todos ao nosso redor; outras vezes, estão mais ocultas e só são descobertas com o tempo e a convivência.
Tou com saudades tuas. Mas desta vez não te forçarei a aparecer, darei-te o tempo que precisas. Te amo
Será que eu tou me iludindo? Pq somes? Pq não apareces? Será que só estou bem na minha imaginação?? Me responde por favor... Diz a verdade me amas?
PIGMENTO
O tempo, o vento, uma taça de vinho tinto e um só pensamento... - há muito tento e só lamento, não consigo mais, mesmo que não falte talento, seguir atento, noite dia na ebulição de tal intento. Definitivamente, vivo outro momento. Definitivamente deixo para trás os moinhos de sonhos e argumentos, perdidos nas pás multifacetadas das minhas ilusões prostradas nas sarjetas dos meus tormentos.
A razão é o timão que guia. A emoção, a vela que impulsiona. Mas sem os ventos, nada se move. E não, isso não é sobre barcos!
Se no dia em que eu me for, não houver tempo para me despedir. Saiba que eu sou grato, por cada momento que vivemos!
São os pequenos gestos que tornam o ato final, no teatro da vida, inesquecível, e vale muito à pena vivê-lo com intensidade.
Eu apenas te amo. Não por aparência mas sim por tudo de ti. Te entendo. Sei que também gostas de mim e isso me deixa feliz. Afinal tu ainda gostas de mim daquela forma então já estou feliz.
Eu nunca amei verdadeiramente alguém, e agora que amo preferia não amar. Dói amar. Saber que a pessoa pode me amar da mesma forma mas que não tenha esperança em nós.
Eu sinto saudades dos momentos do passado em que tu me amavas de verdade e que não te preocupavas em se ia dar certo ou não
Por quanto tempo é que vou ter de me conter? Quanto tempo vou ter de esconder o que sinto por ti a ti? Quanto tempo vou ter de reprimir os meus sonhos que tenho contigo?
Chega um momento na vida em que nos damos conta de que fizemos o que nos foi possível fazer...
Mesmo que possamos discordar do resultado, o que fizemos vai ser lembrado, mesmo que seja só por nós.
O diálogo sincero constrói a ponte necessária entre as palavras e o entendimento, trazendo a harmonia e a paz.
REALIDADE IRREAL
Difícil é compreender o desconhecido, e falhamos miseravelmente quando desistimos de tentar entendê-lo, e o aceitamos da forma que é: um mistério, uma incógnita, uma mensagem guardada em cofres de aço e pedra, onde temos de quebrá-los para talvez conseguirmos vestígios de entendimento.
O irreal torna-se tão real em determinadas situações, quanto a matéria que tocamos no dia a dia.
Há quem diga que um pesadelo é só um sonho franzido ao contrário; mas e quanto ao suor, ao medo e a dor que se sente quando a fera te persegue pela ruela estreita e lamacenta? E quanto ao desespero, ao grito inaudível que se expressa de forma incompreendida quando ela agarra seu pescoço e te parte ao meio? E quanto ao pedido de socorro prezo na garganta e os panos que te impedem de respirar? Nessa hora, a irrealidade torna-se tão real quanto.
Talvez a nossa mente só seja rasa demais para entender que vivemos despertos em um mundo de sonhos, e que caminhamos desapercebidos sobre a face das águas, quando se tem um infindo e profundo mar para se mergulhar.
Talvez só sejamos medrosos de mais para mergulhar na escuridão do desconhecido, e deixar os seus próprios dogmas nos derem à luz que necessitamos.
Talvez a nossa mente só seja fraca para quebrar as correntes daquilo que nos prende ao mesmismo e ao limite do conhecido.
O que conhecemos torna-se migalhas de pão caindo da mesa quando nos deparamos com a magnificência das obras do desconhecido. Diante disso nos vemos impotentes, incapazes e fracos; porém diante disto temos também uma escolha: Caminhar sobre a superfície das águas, ou mergulhar no infinito conhecimento do desconhecido.
