đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
â Ah, quem me dera ser o verso que a fascina!
SĂł tive tempo o bastante para guardar seu sorriso na memĂłria,
somente o toque etéreo das possibilidades.
Apenas um poeta, um cigarro e um céu estrelado,
palavras brilhando por um instante, perdendo-se na vastidĂŁo, como as estrelas.
Escrevo, na esperança de que alcancem alguém,
ou, na melhor das hipĂłteses, a mim mesmo.
Mas, no fim, sĂŁo apenas palavras, palavras, palavrasâŠ
A fumaça se dissipa, e eu me pergunto: algum verso escapou?
â Sei nĂŁo em⊠quando eu for embora sĂł vou orar por aqui! aĂ se virem com oque Deus vai fazer! NĂŁo se ajeitam. Pode ocorrer tudo e pode nĂŁo ocorrer nada vou pedir a misericĂłrdia de Deus por vocĂȘs!
â Os Ășltimos nunca serĂŁo os primeiros.
SĂł existem Ășltimos quando algo termina.
Se termina nĂŁo haverĂĄ lugar para o Ășltimo.
Mas eles podem ser os primeiros a buscar
Outras jardins para se regalar.
Nossa mente sĂł vai sarar se a colocamos novamente em equilĂbrio[...] Os princĂpios basilares do governo de Deus sĂŁo o amor, a verdade e a liberdade. O processo de aplicar a verdade Ă mente e de praticar mĂ©todos que estĂŁo em harmonia com os mĂ©todos divinos Ă© conhecido como guerra espiritual
â Os Ășltimos nunca serĂŁo os primeiros a ter.
SĂł existem Ășltimos quando algo termina.
Sendo assim, os que nĂŁo puderam ser os Ășltimo
serĂŁo os primeiros a nĂŁo ter.
Mas o Ăąmbito nĂŁo era esse.
HĂĄ os que choram e sorriem ao mesmo tempo, mas sĂł se vĂȘ ou o choro ou o riso e nĂŁo se sabe se Ă© de verdade.
"â Se conseguĂssemos olhar para dentro de nĂłs mesmos, e enxergar as nossas prĂłprias misĂ©rias, sĂł entĂŁo amarĂamos o nosso prĂłximo como a nĂłs mesmos"
â Igreja perfeita, sĂł quando estiver no cĂ©u!
Na terra dos viventes, as denominaçÔes CristĂŁs EvangĂ©licas, Ă© lugar para pessoas doentes e problemĂĄticas, por isso sempre vou, pra ter uma receita prescrita pelo MĂ©dico dos mĂ©dicos para sarar as feridas espirituais e fĂsicas tambĂ©m.
(DVS)
â â "Em versos cruzados, a alma dança.
Em casas distintas,
um sĂł romance.
Pensamentos que se encontram,
almas que se unem,
em um emaranhado cĂłsmico,
onde o tempo se curva e o espaço se resume.
A alma, eterna e singular,
um fio que nos tece,
em uma tapeçaria cósmica,
onde todos somos um.
Corpos frĂĄgeis, poeira cĂłsmica,
Mas a alma, imortal, dança para sempre."
â Girassol
Inspirar e se encher de vida
Expirar e nĂŁo sentir nada
Cada gota escorrendo em uma sĂł ida
Engolida pela escuridĂŁo, pelo nada
Uma noite sem luar
Ou qualquer estrela a brilhar
Com o anseio por qualquer lufada de ar
Com a dor e o sofrimento a pulsar
A doce lembrança do crepĂșsculo
Com suas doces e aconchegantes cores
Deixam- me sem nenhum escrĂșpulo
Que o viver me mata de amores
Mas o que fazer quando nĂŁo posso sentir?
Existir e nĂŁo se importar com nada mais?
Ou talvez , quem sabe , apenas desistir?
NĂŁo, nĂŁo acho que eu seja capaz.
A dĂșvida me assola ao anoitecer
E a vontade dorme mesmo com o nascer do sol
Mas desejo sempre pro melhor acontecer
Fingindo ser mimese de um girassol.
â â Vem, aqui sĂł rolar gente de bem
Tem brecha pra vocĂȘ pular tambĂ©m
Eu vou arrebentar o corredor
COMPOSITOR: MARROM BRASILEIRO
â No vĂ©u do tempo, ecoa uma voz,
Onde a memĂłria se faz presente,
VocĂȘ sĂł existe na lembrança dos outros,
Se nĂŁo Ă© lembrado, Ă© ausente.
A vida, um fio tĂȘnue de percepção,
Desenha-se na mente que observa,
O que nĂŁo Ă© visto se dissolve,
Como sombra que a luz encerra.
Cada instante Ă© uma gota efĂȘmera,
No oceano da consciĂȘncia alheia,
O real se forma na lembrança,
E o que se apaga, nunca se espelha.
Assim, na dança do imaterial,
VocĂȘ vive nas memĂłrias que brotam,
Se o olhar se desvia, vocĂȘ se esconde,
No abismo do que nĂŁo Ă© notado.
E assim, na eternidade fugaz,
SĂł existimos quando somos vistos,
Pois o ser Ă© feito da visĂŁo alheia,
E o esquecimento Ă© um eterno aviso.
Eu descobri uma coisa, sĂł dizer oque nĂŁo quero que eles vĂŁo vir com oque quero sĂł dizer oque quero para eles virem com oque nĂŁo quero.
â sĂł se ouvia razĂ”es de lĂĄ fora
E nĂŁo de quem chora ( chorava)
E eu fingia que nĂŁo ouvia.
E vivia a minha vida
Sem dar importĂąncia no que vocĂȘs diziamÂ
E por baixo do mesmo tetoÂ
Eu escrevia os meus medos.
â Vamos de uma pegada mais bruta sĂł para sair da mesmice!?
VocĂȘ nĂŁo Ă© o alimento que sustenta o meu corpo, mas eu me alimentaria de vocĂȘ o resto da vida.
NĂŁo estou falando necessariamente de comida, mas a Ideia Ă© a comida.
â Eu nĂŁo tenho amor
Pois o amor que sinto
Ă teu.
E se achas que sou triste
NĂŁo fiques assim
Sou felizÂ
Pois ao menosÂ
Una parte miha Ă© tuaÂ
E essa nĂŁo podes recusarÂ
Triste mesmo eu fico
Quando lembro
Que o amor que tens
Tu nĂŁo queresÂ
E o que era teuÂ
Destes a outro.
