đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
â A vida Ă© uma flor cheia de espinhos e bem lĂĄ na ponta bela e delicada, sĂł que temos que aguentar atĂ© o fim para ver...
 "Aprenda uma coisa sĂł, ninguĂ©m nunca ensina o caminho do ouro para ninguĂ©m. Ă vocĂȘ que tem que fazer o seu caminho."
"Penso que o fim do mundo estĂĄ cada vez mais prĂłximo, olhe sĂł pra ele, que vocĂȘ irĂĄ chorar.â '
â A abolição do mercado significa nĂŁo sĂł que os consumidores â ou seja, todos os membros da sociedade â sĂŁo privados de praticamente todas as opçÔes de consumo e de toda a influĂȘncia sobre a produção; significa tambĂ©m que a informação e a comunicação sĂŁo monopolizadas pelo Estado, pois tambĂ©m necessitam de uma vasta base material para funcionar. A abolição do mercado significa, entĂŁo que tanto os bens materiais como os intelectuais seriam totalmente racionados. Para nĂŁo falar da ineficiĂȘncia da produção demonstrada de forma convincente na histĂłria do comunismo, esta economia requer um Estado policial onipotente. Resumidamente: a abolição do mercado significa uma sociedade gulag.
â A palavra de fĂ© Ă©: "Levanta-se e anda." Incrivelmente no nosso meio hĂĄ pessoas que sĂł levantam, mas nĂŁo andam. Por favor, complete o seu milagre levantando e andando em nome de Jesus.
â TROUXA...
Sério só muito besta, tå eu sei que todo mundo se ilude com alguém na vida.
TROUXA!
TROUXA!
TROUXA!
TROUXA!
TĂŽ com raiva, frustrada e com vergonha alheia.
Desde que conhece ele nĂŁo paro de me humilhar, implorando por algo que SEM que nĂŁo vai dar certo.
Sou muito ridĂcula.
Porque minha primeira paixĂŁo nĂŁo aconteceu na adolescĂȘncia como de todo mundo, pelo menos era uma desculpa pra ser TROUXA, ninguĂ©m julga um adolescente apaixonado, sĂŁo todos burros.
NĂŁo entendo como fui gostar DELE.
Ele não sai da minha cabeça, por nada.
Sinto que vou enlouquecer a qualquer momento.
Quero quebrar alguma coisa, mas como nĂŁo posso tenho que escrever pra colocar tudo pra fora.
Sinto falta dele a todo momento, quero ter ele por perto quando tĂŽ triste, quero contar como foi meu dia, quero que ele saiba da minha vida e quero saber da vida dele.
AI QUE RAIVA!!!!!
AI QUE RAIVA!!!!!
AI QUE RAIVA!!!!!
Quando tĂŽ perto dele sinto que todos meus problemas desaparecem, me sinto leve....
NĂŁo quero mais sentir isso, dĂłi de mais...
Quero chorar, mas recuso ĂĄ isso...
NĂŁo posso, senĂŁo ele ganha...
Ele jĂĄ ganhou...
Tenho que esquecer.
NĂŁo sei por onde começo, como esquece alguĂ©m que faz cada parte de vocĂȘ se contorcer pelo olhar e quando te toca parece que o corpo entra em colapso.
Maldito sorriso de canto, odeio ele.
NĂŁo resisto.
Me faço de difĂcil, mas quem tĂŽ enganado.
Ele me tem e sabe disso.
Sou toda dele e isso me mata.
Outros beijos, sĂŁo sĂł beijos sem sentido.
Outros toques, sĂŁo sĂł toques sem sentido.
NADA FAZ SENTIDO!
SĂ ELE!
Como fui me deixar levar por algo assim.
TROUXA!
TROUXA!
TROUXA!
TROUXA!
Carros pratas me deixam ansiosa, pois fico imaginado ser ele.
Como se ele fosse passar na minha rua assim por acaso.
NĂŁo Ă© o estilo dele.
Fico me perguntando se realmente somos sĂł um caso casual.
Se ele enxerga a gente sĂł dessa forma.
Como isso soa patético.
Devo tĂĄ desesperada mesmo.
Quero mandar mensagem, nossa como quero.
TROUXA!
TROUXA!
TROUXA!
TROUXA!
Quero uma explicação...
Quero me humilhar mais um pouco...
O que me deixa com raiva Ă© que ele nĂŁo tĂĄ nem ai pra gente.
NĂŁo somos nada.
Enquanto estou aqui tentando nĂŁo derrama uma lagrima por ele.
TROUXA!
TROUXA!
TROUXA!
TROUXA!
Vou surtar.
NĂŁo aguento mais.
Quando para de doer.
Quando nĂŁo vou sentir mais nada.
SĂł Deus tem o poder de nos desbloquear para sermos de fato aquilo que nascemos pra serâ ; peregrinos caminhando de volta pra casa.
JoĂŁo 14:6
â Chegamos Ă Ă©poca em que discordar Ă© ofender.
Todo assunto Ă© uma partida de tĂȘnis em que sĂł hĂĄ um lado vencedor.
Chegamos Ă Ă©poca em que a "sua" verdade Ă© algo absoluto e indiscutĂvel.
à época em que o dogmatismo impera e a reflexão é desencorajada.
Espero que nĂŁo seja uma chegada, mas uma passagem. Sombria.
â Eu sĂł queria a veracidade das palavras proferidas pela magia da sabedoria, que atenderia meu chamado e enterraria minha dor.
Em meio a personagens da vida me sucumbo a ser aquele que nĂŁo exerce afeto, nĂŁo por falta de tentar mas por falta de receber.
Aquele que almeja o melhor para os outros, é carinhosamente rejeitado por palavras proféticas ou mesmo amaldiçoadas.
A razĂŁo de ser o que esperam Ă© clara, nĂŁo seja mais do que eles merecem, pois na tua ausĂȘncia nĂŁo choram por ti, mas na tua queda fingem ao menos um choro esquecido em meias verdades, jĂĄ esquecidas na memĂłria ilusĂłria da afeição.
IlusĂŁo achar que estĂŁo aĂ, no choro mudo proferido por ti a mania de querer ser, jĂĄ nĂŁo Ă© escutada por tuas entranhasÂ
O resto de esperança que existe no teu coração vai sendo dissipado na ausĂȘncia da palavra do teu irmĂŁo, estar sĂł Ă© uma reciprocidade entre coraçÔes perdidos..
â O choro engasgado sĂł desaba quando vocĂȘ Ă© abraçado por alguĂ©m que te demonstrou realmente a confiança que vocĂȘ precisava.
(vrf14)
â "O que se passa dentro da gente sĂł a gente sente. Para os outros nĂŁo passa de meras conjecturasâ.
â Eu nĂŁo vim pra ficar
Estou sĂł de passagemÂ
Enquanto a vida durar
Eu viverei com coragemÂ
NĂŁo que eu seja insano
TambĂ©m fico saturadoÂ
Também sou ser humano
E também fico cançado
A mente faz confusĂŁoÂ
O peito mistura tudo
Entrando em combustĂŁoÂ
Por dentro explode tudo
De repente tudo muda
E quero recomeçarÂ
Peço que Deus me acuda
E volto ao meu sonhar
NĂŁo creio ser diferenteÂ
Do resto da humanidadeÂ
Todo mundo segue em frente
Maquiando a insanidade
â sĂł se eu tivesse certeza que seriamos felizes
se eu soubesse que seriamos feliz
se soubesse que Ă© isso que vc quer
se soubesse que isso ajudaria a curar minhas cicatrizes
se soubesse que superaria o que foi
se soubesse por um segundo que se nĂŁo fizesse isso iria me arrepender
se soubesse
apenas se soubesse
talvez saberĂamos que o resultado foi diferente
A vida Ă© como um jogo de vĂdeo game. VocĂȘ nĂŁo vive porque vai ter algum significado, vocĂȘ vive sĂł porque Ă© legal mesmo.
Na verdade, o deserto nĂŁo existe: se tudo Ă sua volta deixa de existir e de ter sentido, sĂł resta o nada. E o nada Ă© o nada: conforme se olha, Ă© a ausĂȘncia de tudo, ou, pelo contrĂĄrio, o absoluto. NĂŁo hĂĄ cidades, nĂŁo hĂĄ mar, nĂŁo hĂĄ rios, nĂŁo hĂĄ sequer ĂĄrvores ou animais. NĂŁo hĂĄ mĂșsica, nem ruĂdo, nem som algum, excepto o do vento de areia quando se vai levantando aos poucos - e esse Ă© assustador. SerĂĄ assim a morte, tambĂ©m, ClĂĄudia?
Talvez vocĂȘ seja a personagem principal da minha peça de teatro solitĂĄria, no final sĂł sobramos eu e vocĂȘ, dois loucos fanĂĄticos por amor e mĂșsica.
