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⁠O tempo pode ser uma coisa bem voraz, às vezes se apodera de todos os detalhes só para si mesmo.

O Caçador de Pipas.

“Por vocĂȘ, eu faria isso mil vezes”
Entretanto

 Amir foi o personagem que mais me decepcionou.😱 tĂŽ com raiva de Amir, nunca tive um Hassan na minha vida, me identifiquei por demais, passei pelos mesmos conflitos que ele, as mesmas situaçÔes, por razĂ”es bem parecidas nos anos 70, no meu caso foi trancafiado (pelos Amir da Ă©poca) em um quarto escuro, por dias, por meses, era costume da Ă©poca. As famĂ­lias especialmente as religiosas escondiam, se escondiam, atrĂĄs do manto da bondade enquanto praticava crimes em q a dor nos marca para o resto de nossas vidas. Onde estĂĄ Amir agora, o grande escritor. NĂŁo, nĂŁo o perdoo, a menos que ele tivesse tornado pĂșblico em seus contos a verdadeira histĂłria que ele silenciou. NĂŁo estou preparado para o perdĂŁo.

Inserida por fernando_kabral

⁠CARTA DE PRINCÍPIOS

A idĂ©ia da formação de um partido sĂł dos trabalhadores Ă© tĂŁo antiga quanto a prĂłpria classe trabalhadora. Numa sociedade como a nossa, baseada na exploração e na desigualdade entre as classes, os explorados e oprimidos tĂȘm permanente necessidade de se manterem organizados Ă  parte, para que lhes seja possĂ­vel oferecer resistĂȘncia sĂ©ria Ă  desenfreada sede de opressĂŁo e de privilĂ©gios das classes dominantes. Mas sempre que as lideranças dos trabalhadores e oprimidos se lançam Ă  tarefa de construir essa organização independente de sua classe, toda sorte de obstĂĄculos se contrapĂ”e aos seus esforços.
Essa situação vivida milhares de vezes em todos os paĂ­ses do mundo vem acontecendo agora no Brasil. Começando a sacudir o pesado jugo a que sempre estiveram submetidos, os trabalhadores de nosso paĂ­s deram inĂ­cio, em 12 de maio do ano passado (greve da Scania), Ă  sua luta emancipadora. Desde entĂŁo, o operariado e os setores proletarizados de nossa população vĂȘm desenvolvendo uma verdadeira avalanche pela melhoria de suas condiçÔes de vida e de trabalho. A experiĂȘncia dessas lutas tem como resultado um visĂ­vel amadurecimento polĂ­tico da população trabalhadora e o crescimento, em quantidade e qualidade, de suas lideranças. Esse rĂĄpido amadurecimento polĂ­tico pode ser visto claramente no aprimoramento das formas de luta de que os trabalhadores tĂȘm lançado mĂŁo. O inĂ­cio das lutas Ă© marcado por um perĂ­odo de greves brancas nas fĂĄbricas. JĂĄ os embates mais recentes, dos quais a greve geral metalĂșrgica do ABCD Ă© o melhor exemplo, mostram a retomada, em toda a linha, das formas clĂĄssicas de luta: grandiosidade das assemblĂ©ias gerais, a ação decisiva dos piquetes e dos fundos de greve. Os trabalhadores entenderam ao longo desse ano de lutas que as suas reivindicaçÔes mais sentidas esbarravam em obstĂĄculos cada vez maiores e Ă© por isso, dialĂ©tica mente, que vĂŁo sendo obrigados a construir organizaçÔes cada vez mais bem articuladas e eficazes. Diante da força da greve do ABCD, os patrĂ”es e o governo precisaram dar-se as mĂŁos para impedir o fim da polĂ­tica do arrocho salarial e o fim das estruturas semi fascistas que tangem os nossos sindicatos. Os patrĂ”es usam de todos os meios ao seu alcance para quebrar a unidade dos trabalhadores, ao mesmo tempo em que se recusam a reconhecer os acordos obtidos no perĂ­odo das greves fabris. O governo desencadeia sua repressĂŁo: os sindicatos sĂŁo invadidos e suas direçÔes destituĂ­das oficialmente, enquanto nas ruas a polĂ­cia persegue os piquetes e tenta impedir, pela violĂȘncia, que os trabalhadores consigam local para se reunir. Por seu lado, o apoio que os metalĂșrgicos conseguem dos demais trabalhadores, embora seja suficiente para impedir que a repressĂŁo se aprofunde e faça produzir um recuo parcial, carece de maior conseqĂŒĂȘncia, devido, Ă© claro, nĂŁo Ă  inexistĂȘncia de um espĂ­rito de solidariedade, mas sim devido Ă s limitaçÔes do movimento sindical e Ă  inexistĂȘncia de sua organização polĂ­tica. Tanto isso Ă© verdade que as lideranças da greve sĂŁo obrigadas a se escorar no apoio, muitas vezes duvidoso, de aliados ocasionais, saĂ­dos do campo das classes mĂ©dias e da prĂłpria burguesia. NĂŁo puderam os trabalhadores expressar de modo mais conseqĂŒente todo o seu apoio aos grevistas do ABCD, e essa impotĂȘncia tenderĂĄ a continuar enquanto eles mesmos nĂŁo se organizarem politicamente em seu prĂłprio partido. É por isso que a idĂ©ia de um partido dos trabalhadores, ressurgindo no bojo das greves do ano passado e anunciado na reuniĂŁo intersindical de Porto Alegre, em 19 de janeiro de 1979, tende a ganhar, hoje, uma irresistĂ­vel popularidade. Porque se trata, hoje, mais do que nunca, de uma necessidade objetiva para os trabalhadores. Cientes disso tambĂ©m Ă© que setores das classes dominantes se apressam a sair a campo com suas propostas de PTB. Mas essas propostas demagĂłgicas jĂĄ nĂŁo mais conseguem iludir os trabalhadores, que, nem de longe, se sensibilizaram com elas. Esse fato comprova que os trabalhadores brasileiros estĂŁo cansados das velhas fĂłrmulas polĂ­ticas elaboradas para eles. Agora, chegou a vez do trabalhador formular e construir ele prĂłprio seu paĂ­s e seu futuro. NĂłs, dirigentes sindicais, nĂŁo pretendemos ser donos do PT, mesmo porque acreditamos sinceramente existir, entre os trabalhadores, militantes de base mais capacitados e devotados, a quem caberĂĄ a tarefa de construir e liderar nosso partido.
Estamos apenas procurando usar nossa autoridade moral e polĂ­tica para tentar abrir um caminho prĂłprio para o conjunto dos trabalhadores. Temos a consciĂȘncia de que, nesse papel, neste momento, somos insubstituĂ­veis, e somente em vista disso Ă© que nĂłs reivindicamos o papel de lançadores do PT. O povo brasileiro estĂĄ pobre, doente e nunca chegou a ter acesso Ă s decisĂ”es sobre os rumos do PaĂ­s. E nĂŁo acreditamos que esse povo venha a conhecer justiça e democracia sem o concurso decisivo e organizado dos trabalhadores, que sĂŁo as verdadeiras classes produtoras do PaĂ­s. É por isso que nĂŁo acreditamos que partidos e governos criados e dirigidos pelos patrĂ”es e pelas elites polĂ­ticas, ainda que ostentem fachadas democrĂĄticas, possam
Propiciar o acesso às conquistas da civilização e à plena participação política para o nosso povo. Os males profundos que se abatem sobre a sociedade brasileira não poderão ser superados senão por uma participação decisiva dos trabalhadores na vida da nação.
O instrumento capaz de propiciar essa participação Ă© o Partido dos Trabalhadores. Iniciemos, pois, desde jĂĄ, a cumprir esta tarefa histĂłrica, organizando por toda parte os nĂșcleos elementares desse partido.
1. A sociedade brasileira vive, hoje, uma conjuntura política altamente contraditória e, sob muitos aspectos, decisiva quanto a seu futuro a médio e longo prazos.
Vista do Ăąngulo dos interesses das amplas massas exploradas, desde sempre marginalizadas material e politicamente em nosso paĂ­s e principais vĂ­timas do regime autoritĂĄrio que vigora desde 1964, a conjuntura revela tendĂȘncias extremamente promissoras de um futuro de liberdades e de conquistas de melhores condiçÔes de vida. Dentre as tendĂȘncias auspiciosas, destaca-se a emergĂȘncia de um movimento de trabalhadores que busca afirmar sua autonomia organizatĂłria e polĂ­tica face ao Estado e Ă s elites polĂ­ticas dominantes.
Esse Ă©, sem dĂșvida alguma, o elemento inovador e mais importante da nova etapa histĂłrica que se inaugura no Brasil, hoje. Contudo, a par dos dados auspiciosos da conjuntura polĂ­tica, coexistem tambĂ©m perigosos riscos, que podem levar as lutas populares a novas e fragorosas derrotas.
Aqui, cabe destacar que o processo chamado de abertura polĂ­tica estĂĄ sendo promovido pelo mesmos grupos que sustentaram e defenderam o regime hoje em crise. Com a evidente exaustĂŁo de amplos setores sociais com o regime vigente no PaĂ­s e com a crise econĂŽmica que abalou a estabilidade dos grupos dominantes que controlam o aparelho de Estado, os detentores do poder procuram agora, e atĂ© este momento com relativo ĂȘxito, reformar o regime de cima para baixo. Vale dizer, pretendem reformar alguns aspectos do regime, mantendo o controle do Estado, a fim de evitar alteraçÔes no modelo de desenvolvimento econĂŽmico, que sĂł a eles interessa e que se baseia, sobretudo, na superexploração das massas trabalhadoras, atravĂ©s do modelo econĂŽmico de onde sobressai o arrocho salarial. JĂĄ estĂĄ demais evidente que o novo governo militar pretende manter a continuidade dessa mesma polĂ­tica econĂŽmica ditada pelo capital financeiro internacional, agravada agora pelos planos de austeridade e recessĂŁo que jĂĄ se esboçam. Isso significa que o sofrimento, a misĂ©ria material e a opressĂŁo polĂ­tica sobre a população trabalhadora tenderĂŁo a se manter e aprofundar.
O que significa estado de direito com salvaguardas? O que pretendem com anistia restrita? O que visam com a propalada reforma da CLT [Consolidação das Leis do Trabalho] e da Lei de Greve, urdidas secretamente? Qual o sentido da diminuição das penas previstas na Lei de Segurança Nacional e a preservação do espírito que informa essa mesma Lei?
Esses e tantos outros fatos indicam que o regime busca reformar-se tentando atrair para seu campo de apoio setores sociais e segmentos polĂ­ticos oposicionistas, com vistas a impedir que as massas exploradas explicitem suas reivindicaçÔes econĂŽmicas e sociais e, o que Ă© mais importante, a sua concepção de democracia. Em poucas palavras, pretendem promover uma conciliação entre os de cima, incluindo a cĂșpula do MDB, para impedir a expressĂŁo polĂ­tica dos de baixo, as massas trabalhadoras do campo e da cidade.
2. Essas afirmaçÔes nĂŁo ignoram o fato de que o MDB foi utilizado pelas massas para manifestar eleitoralmente seu repĂșdio ao arbĂ­trio. Tampouco pretendem ignorar a existĂȘncia, entre seus quadros, de polĂ­ticos honestamente comprometidos com as lutas populares.
Isso, no entanto, nĂŁo pode impedir e nĂŁo nos impede de apontar as limitaçÔes que o MDB – partido de exclusiva atuação parlamentar – impĂ”e Ă s lutas populares por melhores condiçÔes de vida e por um regime democrĂĄtico de verdadeira participação popular.
O MDB, pela sua origem, pela sua ineficĂĄcia histĂłrica, pelo carĂĄter de sua direção, por seu programa prĂł-capitalista, mas sobretudo pela sua composição social essencialmente contraditĂłria, onde se congregam industriais e operĂĄrios, fazendeiros e peĂ”es, comerciantes e comerciĂĄrios, enfim, classes sociais cujos interesses sĂŁo incompatĂ­veis e onde, logicamente, prevalecem em toda a linha os interesses dos patrĂ”es, jamais poderĂĄ ser reformado. A proposta que levantam algumas lideranças populares de “tomar de assalto” o MDB Ă© muito mais que insensata: Ă© fruto de uma velha e trĂĄgica ilusĂŁo quanto ao carĂĄter democrĂĄtico de setores de nossas classes dominantes.
Aglomerado de composição altamente heterogĂȘnea e sob controle e direção de elites liberais conservadoras, o MDB tem-se revelado, num passado recente, um conduto imprĂłprio para expressĂŁo dos reais interesses das massas exploradas brasileiras. EstĂĄ na memĂłria dos trabalhadores a conduta vacilante de parcelas significativas de seus quadros quando da votação da emenda Accioly, da lei antigreve e de outras medidas de interesse dos trabalhadores. Apegado a uma crĂ­tica formalista e juridicista do regime autoritĂĄrio, o MDB tem-se revelado impermeĂĄvel aos temas sociais e polĂ­ticos que tocam, de fato, nos interesses das massas trabalhadoras.
Amplos setores das elites polĂ­ticas e intelectuais das camadas mĂ©dias da população tĂȘm afirmado que “nĂŁo soou a hora” de se dividir a oposição articulada no interior do MDB, afirmando que a democracia nĂŁo foi ainda conquistada. Rechaçamos com veemĂȘncia tal argumento. Primeiro, porque em momento algum podemos aceitar a subordinação dos interesses polĂ­ticos e sociais das massas trabalhadoras a uma direção liberal conservadora, de extração privilegiada economicamente. Segundo, porque nĂŁo podemos aceitar que a frente das oposiçÔes se mantenha Ă s custas do silĂȘncio polĂ­tico da massa trabalhadora, Ășnico e verdadeiro sujeito e agente de uma democracia efetiva. Tampouco consideramos que a existĂȘncia de partidos polĂ­ticos populares venha a contribuir para romper uma efetiva frente da luta dos verdadeiros democratas. O PT considerem imprescindĂ­vel que todos os setores sociais e correntes polĂ­ticas interessados na luta pela democratização do PaĂ­s e na luta contra o domĂ­nio do capital monopolista uni fiquem sua ação, estabelecendo frentes inter partidĂĄrias que objetivem conquistas comuns imediatas e envolvam nĂŁo somente uma ação meramente parlamentar, mas uma verdadeira atividade polĂ­tica que abranja todos os aspectos da vida nacional.
3. O Partido dos Trabalhadores denuncia o modelo econÎmico vigente, que, tendo transformado o caråter das empresas estatais, construídas pelas lutas populares, utiliza essas empresas e os recursos do Estado, em geral, como molas mestras da acumulação capitalista. O Partido dos Trabalhadores defende a volta das empresas estatais à sua função de atendimento das necessidades populares e o desligamento das empresas estatais do capital monopolista.
O Partido dos Trabalhadores entende que a emancipação dos trabalhadores é obra dos próprios trabalhadores, que sabem que a democracia é participação organizada e consciente e que, como classe explorada, jamais deverå esperar da atuação das elites privilegiadas a solução de seus problemas.
O PT entende tambĂ©m que, se o regime autoritĂĄrio for substituĂ­do por uma democracia formal e parlamentar, fruto de um acordo entre elites dominantes que exclua a participação organizada do povo (como se deu entre 1945 e 1964), tal regime nascerĂĄ dĂ©bil e descomprometido com a resolução dos problemas que afligem o nosso povo e de pronto serĂĄ derrubado e substituĂ­do por novas formas autoritĂĄrias de dominação – tĂŁo comuns na histĂłria brasileira. Por isso, o PT proclama que a Ășnica força capaz de ser fiadora de uma democracia efetivamente estĂĄvel Ă© a das massas exploradas do campo e das cidades. O PT entende, por outro lado, que sua existĂȘncia responde Ă  necessidade que os trabalhadores sentem de um partido que se construa intimamente ligado com o processo de organização popular, nos locais de trabalho e de moradia. Nesse sentido, o PT proclama que sua participação em eleiçÔes e suas atividade parlamentares se subordinarĂŁo a seu objetivo maior, que Ă© o de estimular e aprofundar a organização das massas exploradas.
O PT nĂŁo surge para dividir o movimento sindical, muito ao contrĂĄrio, surge exatamente para oferecer aos trabalhadores uma expressĂŁo polĂ­tica unitĂĄria e independente na sociedade. E Ă©
nessa medida que o PT tornar-se-ĂĄ, inevitavelmente, um instrumento decisivo para os trabalhadores na luta efetiva pela liberdade sindical.
O PT proclama tambĂ©m que sua luta pela efetiva autonomia e independĂȘncia sindical, reivindicação bĂĄsica dos trabalhadores, Ă© parte integrante da luta pela independĂȘncia polĂ­tica destes mesmos trabalhadores. Afirma, outrossim, que buscarĂĄ apoderar-se do poder polĂ­tico e implantar o governo dos trabalhadores, baseado nos ĂłrgĂŁos de representação criados pelas prĂłprias massas trabalhadoras com vistas a uma primordial democracia direta. Ao anunciar que seu objetivo Ă© organizar politicamente os trabalhadores urbanos e os trabalhadores rurais, o PT se declara aberto Ă  participação de todas as camadas assalariadas do PaĂ­s. Repudiando toda forma de manipulação polĂ­tica das massas exploradas, incluindo sobretudo as manipulaçÔes prĂłprias do regime prĂ©-64, o PT recusa-se a aceitar em seu interior representantes das classes exploradas. Vale dizer, o Partido dos Trabalhadores Ă© um partido sem patrĂ”es! As tentativas de reviver o velho PTB de Vargas, ainda que, hoje, sejam anunciadas “sem erros do passado” ou “de baixo para cima”, nĂŁo passam de propostas de arregimentação dos trabalhadores para defesa de interesses de setores do empresariado nacional. Se o empresariado nacional quer construir seu prĂłprio partido polĂ­tico, apelando para sua prĂłpria clientela, nada temos a opor, porĂ©m, denunciamos suas tentativas de iludir os trabalhadores brasileiros com seus rĂłtulos e apelos demagĂłgicos, e de querer transformĂĄ-los em massa de manobra para seus objetivos.
O PT nĂŁo pretende criar um organismo polĂ­tico qualquer. 0 Partido dos Trabalhadores define-se, programaticamente, como um partido que tem como objetivo acabar com a relação de exploração do homem pelo homem. O PT define-se tambĂ©m como partido das massas populares, unindo-se ao lado dos operĂĄrios, vanguarda de toda a população explorada, todos os outros trabalhadores – bancĂĄrios, professores, funcionĂĄrios pĂșblicos, comerciĂĄrios, bĂłia- frias, profissionais liberais, estudantes, etc. – que lutam por melhores condiçÔes de vida, por efetivas liberdades democrĂĄticas e por participação polĂ­tica. O PT afirma seu compromisso com a democracia plena, exercida diretamente pelas massas, pois nĂŁo hĂĄ socialismo sem democracia e nem democracia sem socialismo. Um partido que almeja uma sociedade socialista e democrĂĄtica tem que ser, ele prĂłprio, democrĂĄtico nas relaçÔes que se estabelecem em seu interior. Assim, o PT se constituirĂĄ respeitando o direito das minorias de expressarem seus pontos de vista. RespeitarĂĄ o direito Ă  fração e Ă s tendĂȘncias, ressalvando apenas que as inscriçÔes serĂŁo individuais.
Como organização polĂ­tica que visa elevar o grau de mobilização, organização e consciĂȘncia de massas; que busca o fortalecimento e a independĂȘncia polĂ­tica e ideolĂłgica dos setores populares, em especial dos trabalhadores, o PT irĂĄ promover amplo debate de suas teses e
propostas de forma a que se integrem nas discussÔes:
‱ lideranças populares, mesmo que não pertençam ao Partido;
‱ todos os militantes, trazendo, inclusive, para o interior do debate partidĂĄrio proposiçÔes de quaisquer setores organizados da sociedade, e que se considerem relevantes com base nos objetivos do PT. O PT declara-se comprometido e empenhado com a tarefa de colocar os interesses populares na cena polĂ­tica e de superar a atomização e dispersĂŁo das correntes classistas e dos movimentos sociais. Para esse fim, o Partido dos Trabalhadores pretende implantar seus nĂșcleos de militantes em todos os locais de trabalho, em sindicatos, bairros, municĂ­pios e regiĂ”es.
O PT manifesta alto e bom som sua intensa solidariedade com todas as massas oprimidas do mundo. 
A COMISSÃO NACIONAL PROVISÓRIA
1Âș de maio de 1979

PARTIDO DOS TRABALHADORES

Leitura: Fernando kabral 13

Inserida por fernando_kabral

⁠Toda cor visĂ­vel a sua volta, sĂł existe por causa da luz e sua refração, Deus coloria o mundo quando disse: " Haja luz..."GĂȘnesis 1:3, E Cristo iluminava e coloria a alma do que estava, e estĂĄ coberto pela escuridĂŁo, quando disse: " Eu sou a luz do mundo..." JoĂŁo 8:12.  @luizsrmorais

Inserida por luizdossrmorais

⁠Ando precisando de um tempo ..
De umas férias, de um momento só meu ...
Ando precisando de silĂȘncio, de solidĂŁo...
Ando precisando de mais natureza , menos globalização, informação...
Ando precisando menos de pessoas e mais de mim mesma...

Inserida por bebelia2000

SĂł passei a compreender a definição de felicidade, quando vocĂȘ começou a fazer parte da minha vida.

Inserida por IlzimarDantas

MÃE, é tão importante SER quanto TER.
E pelo que eu me tornei sĂł tenho a agradecer a vocĂȘ

Inserida por IlzimarDantas

Que nossas qualidades superem nossos defeitos, pois só assim poderemos agir com as adversidades que o mundo nos propÔem.

Inserida por IlzimarDantas

A arte de criar estĂĄ inserida em um sĂł contexto, praticar o que gostamos de fazer tendo como parceria a criatividade.

Inserida por IlzimarDantas

Os problemas da vida sĂł tem um lado bom:
Hoje Ă© aqui amanhĂŁ pode ser ai, ali, ou acolĂĄ... Nunca critique os problemas alheios, pois os seus podem estĂĄ a caminho.

Inserida por IlzimarDantas

Ser feliz não é só ouvir ou receber todos os dias um "EU TE AMO". A felicidade se completa com açÔes e atitudes vivenciadas e correspondida com lealdade.

Inserida por IlzimarDantas

Sempre agradeça a Deus pelas suas conquistas diårias, pois só Ele é que nos sustenta e nos livra de todo mal.

Inserida por IlzimarDantas

A vida sĂł tem sentido se vivermos fazendo o que gostamos e com quem nos merece.

Inserida por IlzimarDantas

A vida nĂŁo Ă© sĂł trabalho. Precisa de momentos de lazer para dar Ăąnimo Ă  continuidade da mesma com mais estĂ­mulo.

Inserida por IlzimarDantas

Bom seria se as "promessas" tivesse prazo de validade.
SĂł assim, nĂŁo nos deixariam com tanta ansiedade na espera do acontecimento.

Inserida por IlzimarDantas

No diĂĄrio de minha histĂłria de vida, sĂł deixo as pĂĄginas de vitĂłrias, porque derrotas e sofrimentos devem ficar na lista apenas do esquecimento.

Inserida por IlzimarDantas

A vida tĂȘm mais essĂȘncia quando compartilhamos dos mesmos objetivos e engajamos em um sĂł propĂłsito do aspecto que almejamos realizar, mas para tudo isso acontecer deveremos estar ao lado de quem demonstra confiança e parceria, seja em qualquer situação.

Inserida por IlzimarDantas

A vida sempre nos trarĂĄ esses momentos terrĂ­veis... SĂł lamentamos com pesar de tristeza! Porque quem fica jamais entenderĂĄ o significado desse sentimento (morte).

Inserida por IlzimarDantas

Nas horas difĂ­ceis sĂł temos um Ășnico nome que poderemos clamar e confiar... Jesus!
Somente Ele pode fazer o impossĂ­vel se tornar possĂ­vel.

Inserida por IlzimarDantas

Qualquer entidade sĂł estĂĄ de parabĂ©ns quando hĂĄ entusiasmo e envolvĂȘncia de toda equipe, sem esses aspectos jamais se alcançarĂĄ objetivos đŸ€đŸ‘đŸ‘

Inserida por IlzimarDantas

Nunca desista de buscar a sua felicidade para satisfazer os outros, nas tuas necessidades sĂł vocĂȘ lutarĂĄ para vencer, alguns podem atĂ© te apoiar mais nunca lutarĂŁo por ti.

Inserida por IlzimarDantas