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â O tempo pode ser uma coisa bem voraz, Ă s vezes se apodera de todos os detalhes sĂł para si mesmo.
O Caçador de Pipas.
âPor vocĂȘ, eu faria isso mil vezesâ
EntretantoâŠâŠ Amir foi o personagem que mais me decepcionou.đą tĂŽ com raiva de Amir, nunca tive um Hassan na minha vida, me identifiquei por demais, passei pelos mesmos conflitos que ele, as mesmas situaçÔes, por razĂ”es bem parecidas nos anos 70, no meu caso foi trancafiado (pelos Amir da Ă©poca) em um quarto escuro, por dias, por meses, era costume da Ă©poca. As famĂlias especialmente as religiosas escondiam, se escondiam, atrĂĄs do manto da bondade enquanto praticava crimes em q a dor nos marca para o resto de nossas vidas. Onde estĂĄ Amir agora, o grande escritor. NĂŁo, nĂŁo o perdoo, a menos que ele tivesse tornado pĂșblico em seus contos a verdadeira histĂłria que ele silenciou. NĂŁo estou preparado para o perdĂŁo.
â CARTA DE PRINCĂPIOS
A idĂ©ia da formação de um partido sĂł dos trabalhadores Ă© tĂŁo antiga quanto a prĂłpria classe trabalhadora. Numa sociedade como a nossa, baseada na exploração e na desigualdade entre as classes, os explorados e oprimidos tĂȘm permanente necessidade de se manterem organizados Ă parte, para que lhes seja possĂvel oferecer resistĂȘncia sĂ©ria Ă desenfreada sede de opressĂŁo e de privilĂ©gios das classes dominantes. Mas sempre que as lideranças dos trabalhadores e oprimidos se lançam Ă tarefa de construir essa organização independente de sua classe, toda sorte de obstĂĄculos se contrapĂ”e aos seus esforços.
Essa situação vivida milhares de vezes em todos os paĂses do mundo vem acontecendo agora no Brasil. Começando a sacudir o pesado jugo a que sempre estiveram submetidos, os trabalhadores de nosso paĂs deram inĂcio, em 12 de maio do ano passado (greve da Scania), Ă sua luta emancipadora. Desde entĂŁo, o operariado e os setores proletarizados de nossa população vĂȘm desenvolvendo uma verdadeira avalanche pela melhoria de suas condiçÔes de vida e de trabalho. A experiĂȘncia dessas lutas tem como resultado um visĂvel amadurecimento polĂtico da população trabalhadora e o crescimento, em quantidade e qualidade, de suas lideranças. Esse rĂĄpido amadurecimento polĂtico pode ser visto claramente no aprimoramento das formas de luta de que os trabalhadores tĂȘm lançado mĂŁo. O inĂcio das lutas Ă© marcado por um perĂodo de greves brancas nas fĂĄbricas. JĂĄ os embates mais recentes, dos quais a greve geral metalĂșrgica do ABCD Ă© o melhor exemplo, mostram a retomada, em toda a linha, das formas clĂĄssicas de luta: grandiosidade das assemblĂ©ias gerais, a ação decisiva dos piquetes e dos fundos de greve. Os trabalhadores entenderam ao longo desse ano de lutas que as suas reivindicaçÔes mais sentidas esbarravam em obstĂĄculos cada vez maiores e Ă© por isso, dialĂ©tica mente, que vĂŁo sendo obrigados a construir organizaçÔes cada vez mais bem articuladas e eficazes. Diante da força da greve do ABCD, os patrĂ”es e o governo precisaram dar-se as mĂŁos para impedir o fim da polĂtica do arrocho salarial e o fim das estruturas semi fascistas que tangem os nossos sindicatos. Os patrĂ”es usam de todos os meios ao seu alcance para quebrar a unidade dos trabalhadores, ao mesmo tempo em que se recusam a reconhecer os acordos obtidos no perĂodo das greves fabris. O governo desencadeia sua repressĂŁo: os sindicatos sĂŁo invadidos e suas direçÔes destituĂdas oficialmente, enquanto nas ruas a polĂcia persegue os piquetes e tenta impedir, pela violĂȘncia, que os trabalhadores consigam local para se reunir. Por seu lado, o apoio que os metalĂșrgicos conseguem dos demais trabalhadores, embora seja suficiente para impedir que a repressĂŁo se aprofunde e faça produzir um recuo parcial, carece de maior conseqĂŒĂȘncia, devido, Ă© claro, nĂŁo Ă inexistĂȘncia de um espĂrito de solidariedade, mas sim devido Ă s limitaçÔes do movimento sindical e Ă inexistĂȘncia de sua organização polĂtica. Tanto isso Ă© verdade que as lideranças da greve sĂŁo obrigadas a se escorar no apoio, muitas vezes duvidoso, de aliados ocasionais, saĂdos do campo das classes mĂ©dias e da prĂłpria burguesia. NĂŁo puderam os trabalhadores expressar de modo mais conseqĂŒente todo o seu apoio aos grevistas do ABCD, e essa impotĂȘncia tenderĂĄ a continuar enquanto eles mesmos nĂŁo se organizarem politicamente em seu prĂłprio partido. Ă por isso que a idĂ©ia de um partido dos trabalhadores, ressurgindo no bojo das greves do ano passado e anunciado na reuniĂŁo intersindical de Porto Alegre, em 19 de janeiro de 1979, tende a ganhar, hoje, uma irresistĂvel popularidade. Porque se trata, hoje, mais do que nunca, de uma necessidade objetiva para os trabalhadores. Cientes disso tambĂ©m Ă© que setores das classes dominantes se apressam a sair a campo com suas propostas de PTB. Mas essas propostas demagĂłgicas jĂĄ nĂŁo mais conseguem iludir os trabalhadores, que, nem de longe, se sensibilizaram com elas. Esse fato comprova que os trabalhadores brasileiros estĂŁo cansados das velhas fĂłrmulas polĂticas elaboradas para eles. Agora, chegou a vez do trabalhador formular e construir ele prĂłprio seu paĂs e seu futuro. NĂłs, dirigentes sindicais, nĂŁo pretendemos ser donos do PT, mesmo porque acreditamos sinceramente existir, entre os trabalhadores, militantes de base mais capacitados e devotados, a quem caberĂĄ a tarefa de construir e liderar nosso partido.
Estamos apenas procurando usar nossa autoridade moral e polĂtica para tentar abrir um caminho prĂłprio para o conjunto dos trabalhadores. Temos a consciĂȘncia de que, nesse papel, neste momento, somos insubstituĂveis, e somente em vista disso Ă© que nĂłs reivindicamos o papel de lançadores do PT. O povo brasileiro estĂĄ pobre, doente e nunca chegou a ter acesso Ă s decisĂ”es sobre os rumos do PaĂs. E nĂŁo acreditamos que esse povo venha a conhecer justiça e democracia sem o concurso decisivo e organizado dos trabalhadores, que sĂŁo as verdadeiras classes produtoras do PaĂs. Ă por isso que nĂŁo acreditamos que partidos e governos criados e dirigidos pelos patrĂ”es e pelas elites polĂticas, ainda que ostentem fachadas democrĂĄticas, possam
Propiciar o acesso Ă s conquistas da civilização e Ă plena participação polĂtica para o nosso povo. Os males profundos que se abatem sobre a sociedade brasileira nĂŁo poderĂŁo ser superados senĂŁo por uma participação decisiva dos trabalhadores na vida da nação.
O instrumento capaz de propiciar essa participação Ă© o Partido dos Trabalhadores. Iniciemos, pois, desde jĂĄ, a cumprir esta tarefa histĂłrica, organizando por toda parte os nĂșcleos elementares desse partido.
1. A sociedade brasileira vive, hoje, uma conjuntura polĂtica altamente contraditĂłria e, sob muitos aspectos, decisiva quanto a seu futuro a mĂ©dio e longo prazos.
Vista do Ăąngulo dos interesses das amplas massas exploradas, desde sempre marginalizadas material e politicamente em nosso paĂs e principais vĂtimas do regime autoritĂĄrio que vigora desde 1964, a conjuntura revela tendĂȘncias extremamente promissoras de um futuro de liberdades e de conquistas de melhores condiçÔes de vida. Dentre as tendĂȘncias auspiciosas, destaca-se a emergĂȘncia de um movimento de trabalhadores que busca afirmar sua autonomia organizatĂłria e polĂtica face ao Estado e Ă s elites polĂticas dominantes.
Esse Ă©, sem dĂșvida alguma, o elemento inovador e mais importante da nova etapa histĂłrica que se inaugura no Brasil, hoje. Contudo, a par dos dados auspiciosos da conjuntura polĂtica, coexistem tambĂ©m perigosos riscos, que podem levar as lutas populares a novas e fragorosas derrotas.
Aqui, cabe destacar que o processo chamado de abertura polĂtica estĂĄ sendo promovido pelo mesmos grupos que sustentaram e defenderam o regime hoje em crise. Com a evidente exaustĂŁo de amplos setores sociais com o regime vigente no PaĂs e com a crise econĂŽmica que abalou a estabilidade dos grupos dominantes que controlam o aparelho de Estado, os detentores do poder procuram agora, e atĂ© este momento com relativo ĂȘxito, reformar o regime de cima para baixo. Vale dizer, pretendem reformar alguns aspectos do regime, mantendo o controle do Estado, a fim de evitar alteraçÔes no modelo de desenvolvimento econĂŽmico, que sĂł a eles interessa e que se baseia, sobretudo, na superexploração das massas trabalhadoras, atravĂ©s do modelo econĂŽmico de onde sobressai o arrocho salarial. JĂĄ estĂĄ demais evidente que o novo governo militar pretende manter a continuidade dessa mesma polĂtica econĂŽmica ditada pelo capital financeiro internacional, agravada agora pelos planos de austeridade e recessĂŁo que jĂĄ se esboçam. Isso significa que o sofrimento, a misĂ©ria material e a opressĂŁo polĂtica sobre a população trabalhadora tenderĂŁo a se manter e aprofundar.
O que significa estado de direito com salvaguardas? O que pretendem com anistia restrita? O que visam com a propalada reforma da CLT [Consolidação das Leis do Trabalho] e da Lei de Greve, urdidas secretamente? Qual o sentido da diminuição das penas previstas na Lei de Segurança Nacional e a preservação do espĂrito que informa essa mesma Lei?
Esses e tantos outros fatos indicam que o regime busca reformar-se tentando atrair para seu campo de apoio setores sociais e segmentos polĂticos oposicionistas, com vistas a impedir que as massas exploradas explicitem suas reivindicaçÔes econĂŽmicas e sociais e, o que Ă© mais importante, a sua concepção de democracia. Em poucas palavras, pretendem promover uma conciliação entre os de cima, incluindo a cĂșpula do MDB, para impedir a expressĂŁo polĂtica dos de baixo, as massas trabalhadoras do campo e da cidade.
2. Essas afirmaçÔes nĂŁo ignoram o fato de que o MDB foi utilizado pelas massas para manifestar eleitoralmente seu repĂșdio ao arbĂtrio. Tampouco pretendem ignorar a existĂȘncia, entre seus quadros, de polĂticos honestamente comprometidos com as lutas populares.
Isso, no entanto, nĂŁo pode impedir e nĂŁo nos impede de apontar as limitaçÔes que o MDB â partido de exclusiva atuação parlamentar â impĂ”e Ă s lutas populares por melhores condiçÔes de vida e por um regime democrĂĄtico de verdadeira participação popular.
O MDB, pela sua origem, pela sua ineficĂĄcia histĂłrica, pelo carĂĄter de sua direção, por seu programa prĂł-capitalista, mas sobretudo pela sua composição social essencialmente contraditĂłria, onde se congregam industriais e operĂĄrios, fazendeiros e peĂ”es, comerciantes e comerciĂĄrios, enfim, classes sociais cujos interesses sĂŁo incompatĂveis e onde, logicamente, prevalecem em toda a linha os interesses dos patrĂ”es, jamais poderĂĄ ser reformado. A proposta que levantam algumas lideranças populares de âtomar de assaltoâ o MDB Ă© muito mais que insensata: Ă© fruto de uma velha e trĂĄgica ilusĂŁo quanto ao carĂĄter democrĂĄtico de setores de nossas classes dominantes.
Aglomerado de composição altamente heterogĂȘnea e sob controle e direção de elites liberais conservadoras, o MDB tem-se revelado, num passado recente, um conduto imprĂłprio para expressĂŁo dos reais interesses das massas exploradas brasileiras. EstĂĄ na memĂłria dos trabalhadores a conduta vacilante de parcelas significativas de seus quadros quando da votação da emenda Accioly, da lei antigreve e de outras medidas de interesse dos trabalhadores. Apegado a uma crĂtica formalista e juridicista do regime autoritĂĄrio, o MDB tem-se revelado impermeĂĄvel aos temas sociais e polĂticos que tocam, de fato, nos interesses das massas trabalhadoras.
Amplos setores das elites polĂticas e intelectuais das camadas mĂ©dias da população tĂȘm afirmado que ânĂŁo soou a horaâ de se dividir a oposição articulada no interior do MDB, afirmando que a democracia nĂŁo foi ainda conquistada. Rechaçamos com veemĂȘncia tal argumento. Primeiro, porque em momento algum podemos aceitar a subordinação dos interesses polĂticos e sociais das massas trabalhadoras a uma direção liberal conservadora, de extração privilegiada economicamente. Segundo, porque nĂŁo podemos aceitar que a frente das oposiçÔes se mantenha Ă s custas do silĂȘncio polĂtico da massa trabalhadora, Ășnico e verdadeiro sujeito e agente de uma democracia efetiva. Tampouco consideramos que a existĂȘncia de partidos polĂticos populares venha a contribuir para romper uma efetiva frente da luta dos verdadeiros democratas. O PT considerem imprescindĂvel que todos os setores sociais e correntes polĂticas interessados na luta pela democratização do PaĂs e na luta contra o domĂnio do capital monopolista uni fiquem sua ação, estabelecendo frentes inter partidĂĄrias que objetivem conquistas comuns imediatas e envolvam nĂŁo somente uma ação meramente parlamentar, mas uma verdadeira atividade polĂtica que abranja todos os aspectos da vida nacional.
3. O Partido dos Trabalhadores denuncia o modelo econĂŽmico vigente, que, tendo transformado o carĂĄter das empresas estatais, construĂdas pelas lutas populares, utiliza essas empresas e os recursos do Estado, em geral, como molas mestras da acumulação capitalista. O Partido dos Trabalhadores defende a volta das empresas estatais Ă sua função de atendimento das necessidades populares e o desligamento das empresas estatais do capital monopolista.
O Partido dos Trabalhadores entende que a emancipação dos trabalhadores é obra dos próprios trabalhadores, que sabem que a democracia é participação organizada e consciente e que, como classe explorada, jamais deverå esperar da atuação das elites privilegiadas a solução de seus problemas.
O PT entende tambĂ©m que, se o regime autoritĂĄrio for substituĂdo por uma democracia formal e parlamentar, fruto de um acordo entre elites dominantes que exclua a participação organizada do povo (como se deu entre 1945 e 1964), tal regime nascerĂĄ dĂ©bil e descomprometido com a resolução dos problemas que afligem o nosso povo e de pronto serĂĄ derrubado e substituĂdo por novas formas autoritĂĄrias de dominação â tĂŁo comuns na histĂłria brasileira. Por isso, o PT proclama que a Ășnica força capaz de ser fiadora de uma democracia efetivamente estĂĄvel Ă© a das massas exploradas do campo e das cidades. O PT entende, por outro lado, que sua existĂȘncia responde Ă necessidade que os trabalhadores sentem de um partido que se construa intimamente ligado com o processo de organização popular, nos locais de trabalho e de moradia. Nesse sentido, o PT proclama que sua participação em eleiçÔes e suas atividade parlamentares se subordinarĂŁo a seu objetivo maior, que Ă© o de estimular e aprofundar a organização das massas exploradas.
O PT nĂŁo surge para dividir o movimento sindical, muito ao contrĂĄrio, surge exatamente para oferecer aos trabalhadores uma expressĂŁo polĂtica unitĂĄria e independente na sociedade. E Ă©
nessa medida que o PT tornar-se-ĂĄ, inevitavelmente, um instrumento decisivo para os trabalhadores na luta efetiva pela liberdade sindical.
O PT proclama tambĂ©m que sua luta pela efetiva autonomia e independĂȘncia sindical, reivindicação bĂĄsica dos trabalhadores, Ă© parte integrante da luta pela independĂȘncia polĂtica destes mesmos trabalhadores. Afirma, outrossim, que buscarĂĄ apoderar-se do poder polĂtico e implantar o governo dos trabalhadores, baseado nos ĂłrgĂŁos de representação criados pelas prĂłprias massas trabalhadoras com vistas a uma primordial democracia direta. Ao anunciar que seu objetivo Ă© organizar politicamente os trabalhadores urbanos e os trabalhadores rurais, o PT se declara aberto Ă participação de todas as camadas assalariadas do PaĂs. Repudiando toda forma de manipulação polĂtica das massas exploradas, incluindo sobretudo as manipulaçÔes prĂłprias do regime prĂ©-64, o PT recusa-se a aceitar em seu interior representantes das classes exploradas. Vale dizer, o Partido dos Trabalhadores Ă© um partido sem patrĂ”es! As tentativas de reviver o velho PTB de Vargas, ainda que, hoje, sejam anunciadas âsem erros do passadoâ ou âde baixo para cimaâ, nĂŁo passam de propostas de arregimentação dos trabalhadores para defesa de interesses de setores do empresariado nacional. Se o empresariado nacional quer construir seu prĂłprio partido polĂtico, apelando para sua prĂłpria clientela, nada temos a opor, porĂ©m, denunciamos suas tentativas de iludir os trabalhadores brasileiros com seus rĂłtulos e apelos demagĂłgicos, e de querer transformĂĄ-los em massa de manobra para seus objetivos.
O PT nĂŁo pretende criar um organismo polĂtico qualquer. 0 Partido dos Trabalhadores define-se, programaticamente, como um partido que tem como objetivo acabar com a relação de exploração do homem pelo homem. O PT define-se tambĂ©m como partido das massas populares, unindo-se ao lado dos operĂĄrios, vanguarda de toda a população explorada, todos os outros trabalhadores â bancĂĄrios, professores, funcionĂĄrios pĂșblicos, comerciĂĄrios, bĂłia- frias, profissionais liberais, estudantes, etc. â que lutam por melhores condiçÔes de vida, por efetivas liberdades democrĂĄticas e por participação polĂtica. O PT afirma seu compromisso com a democracia plena, exercida diretamente pelas massas, pois nĂŁo hĂĄ socialismo sem democracia e nem democracia sem socialismo. Um partido que almeja uma sociedade socialista e democrĂĄtica tem que ser, ele prĂłprio, democrĂĄtico nas relaçÔes que se estabelecem em seu interior. Assim, o PT se constituirĂĄ respeitando o direito das minorias de expressarem seus pontos de vista. RespeitarĂĄ o direito Ă fração e Ă s tendĂȘncias, ressalvando apenas que as inscriçÔes serĂŁo individuais.
Como organização polĂtica que visa elevar o grau de mobilização, organização e consciĂȘncia de massas; que busca o fortalecimento e a independĂȘncia polĂtica e ideolĂłgica dos setores populares, em especial dos trabalhadores, o PT irĂĄ promover amplo debate de suas teses e
propostas de forma a que se integrem nas discussÔes:
⹠lideranças populares, mesmo que não pertençam ao Partido;
âą todos os militantes, trazendo, inclusive, para o interior do debate partidĂĄrio proposiçÔes de quaisquer setores organizados da sociedade, e que se considerem relevantes com base nos objetivos do PT. O PT declara-se comprometido e empenhado com a tarefa de colocar os interesses populares na cena polĂtica e de superar a atomização e dispersĂŁo das correntes classistas e dos movimentos sociais. Para esse fim, o Partido dos Trabalhadores pretende implantar seus nĂșcleos de militantes em todos os locais de trabalho, em sindicatos, bairros, municĂpios e regiĂ”es.
O PT manifesta alto e bom som sua intensa solidariedade com todas as massas oprimidas do mundo.Â
A COMISSĂO NACIONAL PROVISĂRIA
1Âș de maio de 1979
PARTIDO DOS TRABALHADORES
Leitura: Fernando kabral 13
â Toda cor visĂvel a sua volta, sĂł existe por causa da luz e sua refração, Deus coloria o mundo quando disse: " Haja luz..."GĂȘnesis 1:3, E Cristo iluminava e coloria a alma do que estava, e estĂĄ coberto pela escuridĂŁo, quando disse: " Eu sou a luz do mundo..." JoĂŁo 8:12. @luizsrmorais
â Ando precisando de um tempo ..
De umas férias, de um momento só meu ...
Ando precisando de silĂȘncio, de solidĂŁo...
Ando precisando de mais natureza , menos globalização, informação...
Ando precisando menos de pessoas e mais de mim mesma...
SĂł passei a compreender a definição de felicidade, quando vocĂȘ começou a fazer parte da minha vida.
Que nossas qualidades superem nossos defeitos, pois só assim poderemos agir com as adversidades que o mundo nos propÔem.
A arte de criar estĂĄ inserida em um sĂł contexto, praticar o que gostamos de fazer tendo como parceria a criatividade.
Os problemas da vida sĂł tem um lado bom:
Hoje Ă© aqui amanhĂŁ pode ser ai, ali, ou acolĂĄ... Nunca critique os problemas alheios, pois os seus podem estĂĄ a caminho.
Ser feliz não é só ouvir ou receber todos os dias um "EU TE AMO". A felicidade se completa com açÔes e atitudes vivenciadas e correspondida com lealdade.
Sempre agradeça a Deus pelas suas conquistas diårias, pois só Ele é que nos sustenta e nos livra de todo mal.
A vida nĂŁo Ă© sĂł trabalho. Precisa de momentos de lazer para dar Ăąnimo Ă continuidade da mesma com mais estĂmulo.
Bom seria se as "promessas" tivesse prazo de validade.
SĂł assim, nĂŁo nos deixariam com tanta ansiedade na espera do acontecimento.
No diĂĄrio de minha histĂłria de vida, sĂł deixo as pĂĄginas de vitĂłrias, porque derrotas e sofrimentos devem ficar na lista apenas do esquecimento.
A vida tĂȘm mais essĂȘncia quando compartilhamos dos mesmos objetivos e engajamos em um sĂł propĂłsito do aspecto que almejamos realizar, mas para tudo isso acontecer deveremos estar ao lado de quem demonstra confiança e parceria, seja em qualquer situação.
A vida sempre nos trarĂĄ esses momentos terrĂveis... SĂł lamentamos com pesar de tristeza! Porque quem fica jamais entenderĂĄ o significado desse sentimento (morte).
Nas horas difĂceis sĂł temos um Ășnico nome que poderemos clamar e confiar... Jesus!
Somente Ele pode fazer o impossĂvel se tornar possĂvel.
Qualquer entidade sĂł estĂĄ de parabĂ©ns quando hĂĄ entusiasmo e envolvĂȘncia de toda equipe, sem esses aspectos jamais se alcançarĂĄ objetivos đ€đđ
Nunca desista de buscar a sua felicidade para satisfazer os outros, nas tuas necessidades sĂł vocĂȘ lutarĂĄ para vencer, alguns podem atĂ© te apoiar mais nunca lutarĂŁo por ti.
