Jean la bruyère
Nos finais de semana era meu
o Jardim Botânico,
quanta aventura vivi lá,
roubando jambo,
abraçando árvores,
entrando na mata
e sendo impedida pelo guarda
que me obrigava a voltar.
do meu poema - Meu Rio de Janeiro
Organizar a vida em caixas
para depois quem sabe desorganiza-la novamente.
É assim que manda o regulamento.
Arrumando as malas,
separando em sacos.
Mas saco mesmo vai me faltar em uma próxima vez,
para uma próxima chance.
Porque chance é coisa que a gente até dá mais de uma vez,
mas não aos montes.
Selecionar as fotos,
dividir os mundos.
É hora de refazer os sonhos
e secar as lágrimas.
planejar um novo futuro.
Porque o presente a gente escolhe,
o passado ninguém pode mexer,
Mas o futuro...
Ah o futuro meu bem é coisa que a gente pode ajustar sempre.
(texto:de malas prontas/ autoria: Gabriela Noel)
O nosso maior adversário no esporte radical é à morte! Lutamos intensamente sempre para vence-la, com atenção, dedicatória, respeito e limites.
As vezes me pego triste..
sei la , nao me julgue..
aqui nao mora um coracao de lata..
nao esquece que sou feita de carne..
tambem sofro....
Sai dessa...
esquece..
se valoriza..
ele nao te merece..
nao te liga..
ele nao vale as tuas lagrimas..
desapega.. muda de vida..
Sentir-se culpado não vai trazê-la de volta. O melhor que pode fazer é viver sua vida da maneira que acha que ela se orgulharia.
Pode ser empoeirado e escondido, mas ele está lá em algum lugar dentro de você: o coração de um sobrevivente. Coragem. Tenacidade. Força, Portanto, não se coíbe de os tempos difíceis, eles são a sua chance de brilhar. Luta desenvolve força e tempestades faça o seu forte.
Coração divido é pior que peso na consciência porque não te deixa ter sossego.
Nem cá, nem lá tá bom, tá sempre sobrando espaço, tá sempre faltando algo.
Blog Coexistência Cotidiana
Feliz é aquele(la) que tem alguém especial,que ouve, curte, acaricia mesmo que virtualmente, entende e compartilha de todos os momentos, não cobrando ou exigindo nada...
O amor é uma ponte sobre um rio furioso; Amor é o rio lá em baixo, é o atravessar a ponte, é mergulhar no rio.
Eu fui tão feliz, eu me diverti com as aventuras que nós vivemos lá, e em nossa base secreta era só eu e você.
Descomplica vai...
passa la em casa..
para de dar um de dificil..
e da vc todinho pra mim..
de bandeja...
Não ia mais faze-la chorar, não ia mais precisar ficar me segurando pra dizer certas coisas perto dela, não ia me arrepender de fazer nada que a magoasse. Tudo aquilo tinha passado, de repente. Ela seria só mais uma guria bonita que eu peguei, e que por ventura me deu dor de cabeça. Uma guria bacana, mas só mais uma guria, como todas se tornaram com o passar do tempo.
Eu gosto dela e sempre vou fazer de tudo pra vê-la bem, mas eu ainda sou eu. Não gosto desse papo de “não sou bom o suficiente pra ti”, não é isso. Ninguém é perfeito, mas nós somos bons na medida certa um pro outro.
Boa noite para você que antes de dormir passa perfume!! Sabe lá se pode encontrar alguém dos seus sonhos no seu sonho.
Do valor que se dá
E lá estava ela, no alto, no topo da frondosa e imponente árvore. Seu ninho parecia o mais belo visto daquela distância na ponta do penhasco que se erguia acima da floresta.
Naquele ninho teria encontrado o que procurava. Não era um ninho qualquer, mas sim um amontoado de gravetos torcidos e entrelaçados com pitadas de paixão, amor, prazer, esforço e dedicação.
No começo aquele lindo ninho supria as necessidades plenamente. Mesmo que estas fossem aumentando, e se tornando descabidas, até que em um momento, um segundo, um instante, tornou-se pouco relevante.
Desde então o ninho foi deixando de suprir as necessidades, em um primeiro momento puramente por se sentir pouco valorizado e solitário. Ela mal percebeu o que acontecia, pois passava o tempo a voar. Parecia ter se cansado ou se desinteressado daquilo que conquistou arduamente.
Lá fora tudo parecia mais lindo, mais intenso, mais gostoso, melhor. E a cada voo, mais parecia perceber que a felicidade estava lá, lá do outro lado, em outro lugar naquela floresta, linda, quente, úmida e cheia de possibilidades de novas descobertas.
O ninho ali permaneceu e se entregou. Já não tinha mais o valor que outrora tivera. Desistiu de qualquer esforço uma vez que logo percebeu do que se tratava. Uma ilusão comum, gerada por aves comuns que se faziam parecer diferentes, especiais, mas apenas estavam travestidas de penas compradas que lhes encobriam as verdadeiras. Compradas nas pedras, nos galhos altos, nos galhos baixos, nos cantos e recantos da floresta.
Ela voando avistou outros ninhos, cada um mais belo e interessante que o outro. Uma libélula amiga do ninho, pousada em prosa com ele, passou um tempo a observar o que ele observava e se manifestou. “Olha meu amigo, o que vejo é o simples vazio. Um mimo ao ser ganhado e conquistado deixa de ter valor para dar lugar a outro mimo mesmo que este seja o mesmo mimo.” O ninho suspirou e sorriu. Estava pronto para receber nova visita, novas penas que não se soltassem com facilidade.
Ela pousou em um destes ninhos e foi feliz, logo depois noutro e feliz foi novamente e noutro e noutro e noutro. O problema é que entre um e outro momento de felicidade dava-se o seu contrário. A infelicidade. Ora, dizia ela, sempre culpa destes ninhos.
Num destes momentos de insatisfação avistou o ninho no alto, no topo da imponente árvore e sentiu-se como sempre. Que ninho belo e interessante. Pensou logo que poderia dar umas rodopiadas por lá para ver como estava. Mas ele estava diferente. Mas era o mesmo, igual. Ficou intrigada.
Ela, num dia alisando as penas nas pedras para embeleza-las encontrou outra. Outra que contava garbosa como era seu ninho. Ela então se deu conta de que aquela conversa trazia saudades. Saudades do mesmo ninho, mas que agora aninhava outra.
Restou-lhe voar e encontrar outros ninhos, um aqui outro acola. Ou talvez o contrário pudesse se dar e esta história seria outra.
