"A troca da Roda" Bertolt Brecht
O homem cheio de autoestima espera de forma natural grandes coisas de si mesmo, e se sente amargamente desanimado quando fracassa. O crente que tem autoestima tem os mais elevados ideais morais: chegará a ser o homem mais santo de sua igreja, se não o mais santo de sua geração. É possível que fale da depravação total, da graça e da fé, enquanto ao mesmo tempo inconscientemente está confiando em si mesmo, promovendo-se a si mesmo e vivendo para si mesmo. Como tem aspirações tão nobres, qualquer falha em alcançar seus ideais o enche de desânimo e desgosto. Vem, então, a dor da consciência, que ele erroneamente interpreta como evidência de humildade, mas que na realidade só é uma amarga negativa de perdoar-se a si mesmo por haver caído da alta opinião que tinha de sua própria pessoa.
"A vida em que o Espírito habita não é uma edição de luxo do cristianismo que deve ser desfrutada por determinados cristãos extraordinários e privilegiados... Ao contrário, é o estado normal para todo o homem e mulher remido em todo o mundo."
Tenho um pequeno problema com a premissa da ditadura celestial.
(Stephen Hawking)
Sou um cosmólogo. Estudo o casamento do espaço com o tempo. É uma espécie de religião para ateus inteligentes.
(Stephen Hawking)
Contos de fada não falam apenas sobre casar com principes encantados, falam sobre realizar seus sonhos.
“A Fé genuína leva a uma inquietude que começa a nos afastar desta vida e a nos preparar para a vindoura. O objetivo da obra e do ministério Espírito Santo na vida do cristão sempre foi levar seus filhos à glória”
Os meus olhos quando encontram os teus há neste momento uma efusão de troca de olhares.
Vc me olha como se eu dissesse algo que vc precisa ouvir.
Eu te olho porque gosto de quando vc me olha olhando vc.
Perco meu tempo e a cada momento assim meus olhos encontram com os teus.
Deus, o que nos prometeis em troca de morrer? Pois o céu e o inferno nós já os conhecemos - cada um de nós em segredo quase de sonho já viveu um pouco do próprio apocalipse. E a própria morte.
Fora das vezes em que quase morri para sempre, quantas vezes num silêncio humano – que é o mais grave de todos do reino animal –, quantas vezes num silêncio humano minha alma agonizando esperava por uma morte que não vinha. E como escárnio, por ser o contrário do martírio em que minha alma sangrava, era quando o corpo mais florescia. Como se meu corpo precisasse dar ao mundo uma prova contrária de minha morte interna para esta ser mais secreta ainda. Morri de muitas mortes e mantê-las-ei em segredo até que a morte do corpo venha, e alguém, adivinhando, diga: esta, esta viveu.
Lembranças
Lembro-me dos beijos e abraços, do tom colorido que transformara meus dias cinzentos. Lembro-me do conforto ao ouvir sua voz, da suavidade do toque em sua pele, dos lindos e separados dentes brancos.
Sinto falta desses dias, adoece-me a alma concluir que já não lhe tenho mais, resta-me são lamentações de minha tristeza corriqueira. O sol parou de se abrir e as nuvens perderam um pouco da graça, algo nublado tomou conta. O que eu daria por mais um sorriso, por mais uma simples conversa, por mais um doce beijo...
O amor é como uma roda de capoeira, sempre deve estar com um pé atraz para não levar um tombo violento!!
Que o nosso amor seja roda, que explore todas as estradas, para que ande em liberdade e não pare em qualquer curva.
Que o nosso amor seja roda, que gire mas não se perca, que rode e não estacione, capaz de transportar em carga leve tudo o que for contratempo.
Que o nosso amor seja roda que ande a favor do vento, pois de contrário já chega o mundo, pois de quadrado já chegam os outros.
Que o nosso amor seja roda, porque de círculo ela é feita e tudo o que é cíclico não tem um fim, logo todo início é recomeço.
Que a roda seja nosso amor, que embora fique careca, derrape mas não cesse, pois só se murcha o que não é cheio... seja de ar, seja de amor...
