Henry fprd
As potências mundiais comportam-se como dois cegos fortemente armados que apalpam o caminho ao redor de uma sala, sendo que cada um pensa estar em perigo mortal por causa do outro, a quem presume ter uma visão perfeita. Claro que, com o tempo, até dois cegos armados podem causar enormes danos um ao outro, já para não falar da sala.
Bem-aventuradas as pessoas cujos líderes podem olhar o destino nos olhos sem vacilar, mas também sem tentar brincar de Deus.
´´O mundo e a natureza sempre zelam e lutam para manter o equilíbrio, mesmo que o homem não goste``
Tenho sido desonesto comigo mesmo,
Tenho deixado o que importa para mim em último lugar,
Na tentativa vaga de talvez a encontrar-la.
Esta corrida interminável,
Talvez acabe.
Não tenho sido eu mesmo algum tempo,
Por medo e a idade tenha me pegado.
O tempo não tem sido generoso,
Só tem sido apressado.
Vagarosamente recolho-me as montanhas,
Na eterna fogueira tenho-me sentado.
Ouvindo um velho sabio repedidamente...
Nas vozes que se entrelaçam, ecoa a dor,
Do cálice que transborda, grito de clamor.
Entre versos e acordes, segredos a revelar,
A canção da resistência, no ar a flutuar.
Na ditadura que oprimia com mão de ferro e frieza,
A música se tornou a voz da natureza.
E nas entrelinhas, a luta a florescer,
A poesia em harmonia, a liberdade a renascer.
Cálice de palavras fortes, protesto em canção,
Contra o regime implacável, brotou a revolução.
Com letras que enfrentaram o silêncio e a censura,
O Brasil encontrou na música a sua candidatura.
Hoje, lembramos com respeito e emoção,
A poesia que desafiou a opressão.
Nas notas e nos versos, persiste a inspiração,
Do cálice que transborda, em nossa memória, a canção.
Eu, o Inverso Reflexivo
Rescindi a espera, mas persisto
Estranho, entre os demais me emaranho
Na lucidez plena das escolhas, incertas ou certas.
O peito pressiono com incertezas,
Noites sem fim, acordado,
Determinado a decifrar razões no caos entrelaçado.
Ao artista nobre, hora de cerrar as cortinas,
Concluir a obra, acenar com um adeus breve.
Persistirá na memória, talvez efêmera,
Abre-se espaço ao novo, ao porvir, ao que se tece.
E, num ciclo eterno, algum dia, o sol ressurgirá...
Numa dança de afetos, o coração dança,
Emaranhado em laços, tece a esperança.
Amor, doce encanto, ora benção, ora maldição,
A dependência emocional, tece a ilusão.
Na teia do afeto, a alma se enreda,
Talvez trouxa, buscando o que se perde.
Entre suspiros e lágrimas, o coração se doa,
Às vezes, no amor, a razão se escoa.
Em dependência, a liberdade se esvai,
Cadeias emocionais, onde a alma cai.
Ser trouxa no amor, um papel desenhado,
Na peça da vida, onde o coração é ludibriado.
Mas no teatro do sentimento, há luz e sombra,
A dependência se desfaz, e a alma se sobressai.
Que o amor, soberano, cure a ilusão,
Libertando corações da trouxa paixão.
Uma ideia não é necessariamente boa porque é antiga nem necessariamente ruim porque é nova.
Quem trabalha seriamente não precisa de título. Seu trabalho o honra.
As empresas se limitam seguindo maus precedentes.
No fundo da alma, quando tudo aperta,
A dor não é física, é uma dor esperta.
Não é um machucado que se vê por fora,
É algo dentro, uma ferida que devora.
É tipo um nó na garganta, um peso no peito,
Quando tudo dói, não tem jeito.
Não é só um arranhão na pele,
É um aperto fundo, algo que se revela.
Não é uma pancada que deixa marca,
É um aperto, uma dor que embarca.
Não dá pra mostrar com um curativo,
É uma dor que fica, um pouco mais corrosivo.
Então, quando tudo dói, não é só físico,
É algo que vai além, é um lance mais crítico.
É um grito silencioso, um peso na mente,
Quando tudo dói, a dor é diferente.
Crônica dos Desiludidos
Os desiludidos do amor
Estão desfechando ilusões no peito
Do meu quarto, escondido, ouço a paixões
Os amados torcem-se de gozo
Oh, quanta matéria para os jornais
Desiludidos mas apaixonados
Escrevam cartas de amor
Tomaram todas as emoções
Para o remorso dos amados
Pum pum pum adeus, emocionado
Eu vou, tu ficas, mas nós veremos
Seja no claro céu ou turvo inferno
Os jornalistas estão fazendo a matéria
Dos desiludidos que se mataram
Que grande emoções eles tinham
Poemas, sob o seu diário e cartas de amor cheia de dor
E uma história cheia de intensidade
Agora, vamos para o jornal local
Levar as matérias dos desiludidos
Lidas com emoções e sentimentos
(Histórias de primeira e de segunda classe)
Tem momentos na vida que somente, você e Deus !!!
Deus e você .ele nunca te abandona.em momentos de angústia !!!
