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Cada vez mais vejo que, as perguntas do amor, dos negĂłcios e da vida, sĂł nĂłs mesmos podemos responder. (HtĂĄ,21/11/2009)

Inserida por helderaraujo

VocĂȘ pode matar para continuar no inferno, ou vocĂȘ pode morrer para ter paz.Na guerra vocĂȘ sĂł tem essas duas opçÔes.

Inserida por juniorjs

Seus lĂĄbios provaram de outra boca,
e eu nĂŁo consegui sentir nada...
SĂł de um tempo pra cĂĄ percebi que havia perdendo sem saber o porque,
e como toda verdade termina por pairar sobre a surperficie, essa foi dita por sua boca
pelas palavras que nĂŁo havia de nunca imaginar...

Inserida por Jmk

Eu nĂŁo consigo acreditar que as pessoas vivam sĂł'
Mas sim que elas vivam o momento sĂł delas'-
E quando eu me deito vazia e acordo sem pensar em ninguém, logo penso:
'Essa Ă© a parte da minha vida chamada, MOMENTO MEU'
EntĂŁo eu utilizo para arquitetar planos, projetos e envestir em mim,mas pudera se fosse isso mesmo.

Inserida por Jmk

Hoje eu estou sĂł,mas nĂŁo carrego solidĂŁo.
hje eu não guardo nem lembranças boas nem mås
eu vivo tdas as emoçÔes e deleto da minha mente
Viver com o orquivo cheio Ă© lerdiar o instante maximo de minha FELICIDADE'-

Inserida por Jmk

Olhar para o passado sĂł Ă© bom quando o fazemos visando projetar nosso futuro!

Inserida por AraujoDanilo

Se vocĂȘ, como eu ( quem dera)
também quisera,
nĂŁo me deixasse Ă  espera
ia ser primavera
e nĂŁo sĂł sonhos e quimeras;
Amor deveras!
Se vocĂȘ quiser como eu quero, com esmero
sĂł um pouquinho mais,
tristezas nĂŁo mais...
sĂŁo meras
sĂŁo meras
sĂŁo meras.
Se vocĂȘ quiser como eu peço,
nada mais eu peço.
Quem dera...
quem dera...
quem dera...

Inserida por cassioaugusto

" Na multidão dos pensamentos ,só existia um que fazia a diferença , cujo nome era o seu!

Inserida por ThomazCatia

Afinal de contas
nem gosto tanto assim de poesia.
Gosto mais de mĂșsica. SĂł mĂșsica,
sem palavras nem aplausos.
De pintura. SĂł pintura
Sem teoria ou mensagem.
De cinema. SĂł cinema
Sem mesa redonda
nem voto popular.
E da vida. SĂł a vida
Sem tĂ­tulo
sem vĂ­nculo
sem legendas.

Inserida por danrleigomes

Eu só queria alguém que batesse em minha porta, cheio de amor pra dar.

Inserida por ReynaldoAraujo

"Quero um amor de verdade daqueles que faz o coração pulsar so de perceber seu caminhar.
Quero um amor de verdade que faça meus olhos brilharem mesmo antes de te encontrar.
Quero um amor de verdade que faça meu mundo parar somente pelo simples fato de te abraçar.
Quero um amor de verdade que me tire o medo de tentar e que me faça ter coragem de tambem te amar.
E quando este amor chegar sei que nada vai nos separar".

25/11/11. 10:19 hrs.

Inserida por LeandroFagundes

O mundo deveria só existir Zumbis; porque eles se interessam pelo seu cérebro não pelo seu corpo!

Inserida por Eduardosoares0793

Era sĂł mais uma tarde de verĂŁo qualquer, antes do crepĂșsculo, as ondas do mar iam e viam calmamente sem restriçÔes, um som tĂŁo delicioso de se ouvir, fazia carĂ­cias maravilhosas em ouvidos apurados. Tudo calmo e tranquilo, robustas gaivotas sobrevoavam pela praia, faziam um espetĂĄculo solene, tĂŁo bonito de se ver, giravam em cĂ­rculos, iam ao alto e desciam, era assim toda tarde, depois iam para bem longe e sumiam no horizonte. Perto da praia calma havia um parque tĂŁo lindo cheio de ĂĄrvores gigantescas e velhas, algumas tinham o tronco grosso, largo, raĂ­zes e folhas veludosas estupidamente lindas, tantos tipos diferentes, ĂĄrvores magras, gordas, pequenas, grandes, uma variedade. Existia uma que era bem mais especial, ficava no centro do parque, era a mais alta e fazia uma gigantesca sombra, Ăłtima para passar a tarde toda sentada debaixo dela e lendo algum livro, em volta havia uma ciranda de orquĂ­deas, lilases, amarelas, rosas, tudo tĂŁo maravilhoso que se enchia os olhos de encantamento sĂł de ver, bem perto da ĂĄrvore magnĂ­fica estava um pequeno banco do parque, todo de ferro com formatos florais no canto. Desceu da gigantesca ĂĄrvore, um curioso animalzinho de patas pequenas e pele cinza amarronzada, um adorĂĄvel esquilo em busca de alimento, parou em frente ao banco onde estava sentada uma garota.

TĂŁo bela, era majestosa, olhos claros, pele pĂĄlida e alva, cheia de doces sardas nas bochechas, vestia um belo vestido de verĂŁo laranja, largo e leve. Engasgava-se em risos enquanto lia um livro de capa dura, aparentando ser antigo. Gostava dessas relĂ­quias, cada verbo no pretĂ©rito mais que perfeito sempre amou, toda semana ia pela menos uma vez na biblioteca e pegava o livro mais velho, o cheiro de mofo a deixava entusiasmada, aproveitava cada frase, ora sorria com a histĂłria, ora deixava o riso correr solto, ria com graça com jeito majestoso que poucos tĂȘm. Vivia no passado embebedando-se de histĂłrias antigas, ao mesmo tempo fugia dele, queria esquecer teu pretĂ©rito amargoso, cheio de renĂșncias, em que teu orgulho falava mais alto.

Pedro, Pedro, esse nome ecoava em sua cabeça, passava milhares de vezes todos os dias, por mais que tentasse esquecer, sair de órbita e entrar nos livros, começava a imaginar como seria se fosse diferente, se a escolha que pensasse ser a certa fosse à errada, tudo desmoronaria em cima de sua cabeça, lia um parågrafo inteiro e relia cinco vezes, tua concentração abria caminho para Pedro.

Voltava ao livro e esquecera-se do mundo, Pedro tĂŁo valente, a vinte metros do banco atrĂĄs da ĂĄrvore, observava Ana cheia de vigor lendo. Garota tĂŁo ingĂȘnua, notou teu amado e soltou altos suspiros, nĂŁo se sentia pronta para o temido encontro, nĂŁo estava, por mais que entendesse, nĂŁo queria aceitar, muito menos para voltar atrĂĄs. Teu orgulho gritava, vendo Pedro achegar-se a ti, cada vez mais perto. “Corra, depressa, fuja sem olhar para trĂĄs, tampe os ouvidos e secrete-se em algum lugar”, dizia a si mesmo, sem sombra de remorsos e traumas. Correu atĂ© as pernas nĂŁo aguentarem mais, os pĂ©s queimavam e as coxas doĂ­am, gotas de suor desciam pela nuca, chegou Ă  praia e jogou-se na areia macia atĂ© seus nervos esfriarem.

Amava o modo de como a luz do sol perpetuava em sua pele, o jeito que o vento soprava, e a mĂșsica feita pelas ondas, por um momento quase se esquecera o motivo que a fez chegar aqui. Sabia que estava errada, mas nĂŁo queria, dizia em prantos para sim mesma: “NÃO, nĂŁo posso fazer isso, estou errada, mas nĂŁo me entenderia, nĂŁo saberia lidar, eu tĂŁo cinza jamais poderei compreender o rosa, tal cor que me lembra de amor, afeto, sensibilidade.” “Desculpa, nĂŁo consigo.” Abaixou a cabeça e os cabelos aninharam-se sob seu rosto, ressentida por ser tĂŁo dura consigo mesma, sentia-se incapaz e cruel com teu bem querer, amava Pedro secretamente, mas nĂŁo queria revelar.

Afagos no cabelo a consolou, teu amado foi atrås de teu bem querer, cansada de resistir, se entregou de vez, esqueceu esse teu orgulho concentrado, dedos entrelaçados, coraçÔes em um só palpitar e låbios unidos. Pronto estava feito, de tanto ler histórias antigas de amores, teve coragem de fazer a sua própria, destemida, sim, ela é, e hoje em vez de pegar outras histórias na biblioteca começou a fazer a sua que iniciou com um nobre ato de coragem e terminou em um final feliz, que amor, que felicidade.

Inserida por layarasarti

SĂł sei que o sol tĂĄ brilhando lĂĄ fora, e eu vou fazer o mesmo ;*

Inserida por thamireslobake8

SĂł querem fingir saber o que Ă© certo e mergulhar em falsas palavras.

Inserida por Mia5

Batida perfeita? SĂł se for de maracujĂĄ ou a do D2. GOOD VIBES!!!

Inserida por manoelacrm

NĂŁo encontro uma sĂł palavra que me defina no dia de hoje.

Inserida por marliazv11

Se vou cobrar só acertos, tenho que só acertar também. (Hta,22/08/2008)

Inserida por helderaraujo

O amor só não serå o oposto do ódio, quando existir falsidade para consigo mesmo, porque ela consumirå seu coração com mentiras que enganarão a ti mesmo, ocultando a verdade diante de teus olhos.

Inserida por igormachado

Nunca aches que Ă© o fim; Porque o fim de verdade, sĂł deus te darĂĄ. (HtĂĄ, 25/08/2008)

Inserida por helderaraujo