S. inácio
E então, eu não fazia Aquilo, porque eles dizem que Aquilo é errado – mas eles fazem Isso. Isso é bem pior do que Aquilo. Não faz sentido não fazer Aquilo, mas fazer Isso. E foi pensando assim que eu comecei a fazer Aquilo e eles me julgaram. Aí tive que mostrar a eles que Isso era pior do que Aquilo e eles recuaram. Só que eu fiquei mal, porque eu estava fazendo Aquilo usando Isso como desculpa e no final das contas ambas as coisas (Isso e Aquilo) eram erradas. Foi então que eu percebi que o certo era não fazer nem Aquilo nem Isso, e que não era a eles que eu prestaria contas. Deixei de fazer Aquilo, porque desapontava Ele – e Isso eu nunca quis fazer.
Lamento pelos que mentem dizendo fazer o que não fazem. Lamento mais, quando fazem isso só para criar ou sustentar uma falsa imagem de normalidade ou destaque. Mas, pior do que tudo isso, é mentir que faz algo, tendo a plena certeza que o não fazê-lo é o correto.
Às vezes devemos chorar: não porque a nossa vida é horrível ou esteja insuportável conviver. Seria idiotice pensar assim, sabendo que existem inúmeras pessoas em situações milhares de vezes pior do que a nossa e ainda assim, sorriem. Mas devemos chorar para nos livrar dos sentimentos ruins que armazenamos dentro de nós enquanto suportamos, calados ou não, certos conflitos diários – sejam esses com os outros ou com nós mesmos. Conflitos suportados por opressão, por respeito, por sensatez ou simplesmente, por amor. Devemos chorar para lavar o coração de todas as manchas, que aos poucos, corrompem a nossa alegria.
Entregar-se pode significar tanto vida, como morte. Mas não entregar-se com certeza significa não viver.
Aí as pessoas inventam de fazer sempre, aquilo que só deveriam fazer às vezes e tudo vai perdendo a essência; a graça; a beleza. O brilho!
Atônito. Perplexo. Inconsciente. Impotente. Inconformado. Embasbacado - quase que por completo. Atordoado e aturdido. Com certeza zonzo.
Como a vida é frágil... Como se esvai abruptamente!
Misericórdia, ó Deus. Misericórdia!
Na vida, em geral, passamos mais anos sendo adultos do que sendo crianças, então não tente pular etapas. Seja criança durante o tempo que tiver de ser, de preferência da melhor maneira possível, e se der, dê uma esticada nessa fase ao máximo que puder, ela vai fazer falta.
As pessoas rejeitam a igreja porque muitas vezes quando olham para ela não veem homens e mulheres que praticam fielmente os ensinamentos daquele que deveria reger suas ações. O que eles veem são pessoas cheias de ideologias morais e éticas, metidas a puritanas, reclusas em mundo particular, que rejeitam contato com pessoas que não pertencem ao mesmo meio, seguindo padrões de religião e não de amor, justiça, humildade e as outras demais características de Cristo.
Será que o mundo precisa de mais igrejas em número ou em qualidade? Creio que igrejas relevantes surtem mais efeitos do que uma grande quantidade de instituições religiosas. Precisa-se de igrejas que não se fecham em um mundo paralelo à sociedade, mas quem planejam o futuro, que não fogem da política, nem de qualquer questão social. Que alcançam o pobre e o rico, o fraco e o forte, o sábio e o ignorante; sem jamais perder os valores de Cristo.
É muita gente brigando pelo direito de falar e ninguém fazendo nada a respeito do agir, inclusive eu, que fico aqui escrevendo baboseiras.
Um plano surge em minha mente e logo traço caminhos para realizar, mecanismo fonte da minha mente, um sonho que ainda tenho que realizar, meu pensamento é forte suficiente para crê que é possível e minha intuição meu caro, tenha certeza que não falha. Portanto não ouse desacreditar de mim, por que eu não irei ter motivos para acreditar em ti.
THE BURIAL OF THE DEAD
APRIL is the cruellest month, breeding
Lilacs out of the dead land, mixing
Memory and desire, stirring
Dull roots with spring rain.
Winter kept us warm, covering
Earth in forgetful snow, feeding
A little life with dried tubers.
Summer surprised us, coming over the Starnbergersee
With a shower of rain; we stopped in the colonnade,
And went on in sunlight, into the Hofgarten,
And drank coffee, and talked for an hour.
Bin gar keine Russin, stamm’ aus Litauen, echt deutsch.
And when we were children, staying at the archduke’s,
My cousin’s, he took me out on a sled,
And I was frightened. He said, Marie,
Marie, hold on tight. And down we went.
In the mountains, there you feel free.
I read, much of the night, and go south in the winter.
What are the roots that clutch, what branches grow
Out of this stony rubbish? Son of man,
You cannot say, or guess, for you know only
A heap of broken images, where the sun beats,
And the dead tree gives no shelter, the cricket no relief,
And the dry stone no sound of water. Only
There is shadow under this red rock,
(Come in under the shadow of this red rock),
And I will show you something different from either
Your shadow at morning striding behind you
Or your shadow at evening rising to meet you;
I will show you fear in a handful of dust.
Frisch weht der Wind
Der Heimat zu,
Mein Irisch Kind,
Wo weilest du?
“You gave me hyacinths first a year ago;
They called me the hyacinth girl.”
—Yet when we came back, late, from the Hyacinth garden,
Your arms full, and your hair wet, I could not
Speak, and my eyes failed, I was neither
Living nor dead, and I knew nothing,
Looking into the heart of light, the silence.
Öd’ und leer das Meer.
Fragmento do poema "The waste land"
De que adianta escrever belos
versos, que falam de amor, dor
felicidade coisa e tal.
Se para o leitor é apenas um texto,
uma sequêncial de palavras tão
banal quanto o gesto de para o lado
olhar.
Palavras são apenas palavras se não
sabemos delas uma lição tirar,
aproveitar o que há de mais belo, o
que um simples verso tem a te
ensinar
Isso já declarei em um verso ou dois.
Minha vida é tão vazia que sequer vida pode ser considera.
Ser apenas uma existência, uma passagem, só mais uma vida criada.
Deveras, minha vida é apenas uma estória Contada.
Um conto do ser triste que escrevia sobre viver e amar, sendo amado por poucos e nada ter vivido.
Escrevo, e sou escravo, as palavras fluem por minha cabeça em um ritmo enlouquecedor, talvez seja por isso que escrevo sobre dor, a rotina a monotonia me irrita, mas deveras o que posso fazer, sou escravo de minha pequenês que manifesta ser apenas por saber um ou dois versos bonitos escrever.
O que pra muitos é apenas escrever,
pra mim, é desabafar, evitar de vez
enlouquecer.
Quando eu crescer, muitas coisas
poderia ser, talvez músico, talvez
médico, talvez poeta, um aventureiro
das palavras, não; acho que não, o
tempo dirá.
Sonhar nunca fez mal, a não ser que
se prenda ao sonho e esqueça de
viver, são muitos detalhes a
descrever, ser ou não ser, viver é
complicado, um fluxo constante, um
vai e vem, acabo me tornando refém
da raiva, do desdém, amém, viro a
página, mais um capítulo enfim, um
louco ansioso em busca do dito, fim
acabo de acordar, o quarto é pequeno mas aconchegante.
olho para o lado e vejo uma pequena janela, do outro lado um barulho irritante, nada de mais so o um aparelho ligado em meu coração, a maquina,coisa que me mantem vivo
levantei da cama, o chão frio do hospital me lembrou de meus amigos da minha vida, eram tudo que eu tinha, antes de me deixarem aqui apodrecendo nessa maldita cama.
agora são 8.45 da noite e eu estou prestes a acabar com meu sofrimento, estou ficando paranoico aqui, não aguento mais, quero uma morte honrosa, quero que as pessoas se lembrem de mim como eu era um cara que gostava de poemas, armas e rock.
peço desculpas a todos a que fiz mal ea todos a quem magoei.
alguns amigos eu nunca esquecerei, outros ja esqueci.
es esta lendo isso provavelmente estou prestes a morrer, e no meu leito de morte ao som de Queensryche - Silent Lucidity digo adeus e obrigado por saber de minha morte...
a vida pra min é como uma roleta russa
é um jogo em que jogo sozinho
porque todos ja se foram
os que eu dava amor, os que eu dava carinho
jirro o canhão e engatilho o cão
a armas esta porta
e eu começo a jogar
mais uma tentativa frustrante, de com minha vida acabar
não me sobrou nada
agora so tenho uma arma, seis balas e minha coragem
o canhão esta carregado com 3 delas
eu puxo o gatilho, mas ainda estou vivo
completo o canhão com mais duas balas
jirro o canhão,afasto o cão, puxo o gatilho
mas é tudo em vão
a sim não posso viver
mas também não consigo morrer
sera que sou tão ruim a sim
e por que a morte não gosta de min
minha vida é a sim, um sofrimento sem fim
essa é minha vida
mas as vezes fico pensando, porque não é minha morte
Acho que já aprendi o suficiente,
simplesmente por lutar contra o
destino.
Há quem acredite, há quem dele
duvide, não sei se é esse o nome,
não sei se tem endereço, mas tudo
que me trouxe até hoje finalmente
percebo, que foi só o que mereço.
Vou olhar pra frente e isso somente,
do passado, levo apenas a sabedoria
adquirida, e nesse caminho de
apenas ida, sigo , onde todos tem
que sentir a dor da partida, da
perda, triste história chamada, vida.
