Miguel delibes
Saiba que o brilho que seus belos olhos refletem, e se torna a esperança para quem deixou de sonhar.
Bom dia.
Vc é a mas linda dentre todas que existe nesse planeta
Acredito que hoje o mundo desconheci sua beleza
Caso tivessem conhecimento
Você teria o mundo voltado a você
Agradeço a Deus por serem cego
E por Ele ter me dado a visão angelical
Pois so assim para ter conhecimento
Do ser mas belo entre a humanidade.
"Toda pessoa hostil deve ser tratada com cautela e sem dar brechas. Para não perdermos a razão, precisamos ser brutalmente sinceros e diretos. Não devemos pedir desculpas a quem age com má intenção."
O estoque, enquanto ferramenta estratégia, impulsiona as vendas e se torna um ativo capaz de gerar recursos financeiros, seja como fonte de oportunidades lucrativas, seja como resposta a necessidades operacionais.
Miguel Arcanjo Pires
04/12/2025
Assim como o diamante só nasce sob pressão, a nossa vida também ganha sentido através das dificuldades.
Faz tempo que tento
Tento voltar a amar
Amar novamente é sentir a vida
Vida essa que faz tempo que não gozava
Gozando de solidão e lamentos
Lamentos que você jogou fora
Fora da minha vida
Obrigado por me salvar .
"E naquele tempo, os olhos dos eleitos serão abertos, e eles verão o que foi oculto desde a fundação do mundo. Pois o ferro não será a salvação, nem o ouro o refúgio, mas a Luz que habita no centro da semente humana."
miguel westerberg
'E o sangue daquele que nasceu da união das raças da terra será o único filtro que a Grande Máquina não poderá corromper'.
O relógio da eternidade entrou nos seus últimos 48 segundos proféticos. É 9 de setembro de 2027. O mundo não é mais um lugar de nações, mas um necrotério global sob um céu que se enrola como um pergaminho prestes a ser queimado.
retirado do livro, CÓDIGO STARDUST: A CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO
...vendo a Rússia ser sangrada por revoltas internas financiadas pelo Catar e sofrendo baixas massivas em seu território, viu-se obrigado a recuar de suas ambições e juntar-se aos Aliados. O mundo agora era uma luta de sobrevivência: a Fé e a Liberdade contra a Submissão Total.
Sentindo que a "Guerra Santa" estava a fugir do controle, os líderes ocultos da Irmandade — o prefeito de Londres, Sadik, e o de Nova York, Erik, cujas administrações tinham se tornado os centros logísticos do califado ocidental — deram a ordem final preseguir todos contrarios a fé..
retirado do livro, CÓDIGO STARDUST: A CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO
A natureza humana se resume em viver em mundo cheio de horrores, sorrir para coisas infames e não levantar questões e opiniões próprias, pois corre o risco de você ser preconceituoso.
A Bagagem Invisível
A Mente que Tudo Absorve
A mente não é apenas onde pensamos —
é onde tudo chega, entra e se instala.
Ela absorve o que o corpo vive,
mas também o que nunca aconteceu de verdade,
apenas foi sentido… ou imaginado.
Ela não distingue com precisão o que é memória, sonho ou trauma.
Guarda o que foi dito…
e o que apenas achamos que ouvimos.
Armazena não só os fatos,
mas também as suposições, as projeções, os medos, os desejos.
Tudo vira experiência — mesmo que só mental.
Um gesto mal interpretado.
Um silêncio carregado de expectativa.
Um olhar que julgamos de desprezo.
Nada disso talvez tenha existido fora de nós…
mas a mente vive como se fosse real.
E o corpo responde.
A ansiedade aparece.
A raiva se inflama.
O coração acelera por guerras que só aconteceram na imaginação.
Mas a dor é autêntica.
A mente, como solo fértil, não seleciona o que brota.
Ela acolhe tanto as sementes do que foi vivido,
quanto as ervas daninhas do que só foi sentido.
É por isso que muitos sofrem por histórias que nunca existiram,
por rejeições que nunca aconteceram,
por palavras que nunca foram ditas —
mas foram criadas dentro, moldadas pelas emoções.
A mente absorve não só o que lhe fazem,
mas também o que ela acredita que lhe fariam.
Ela é o espelho quebrado de todas as possibilidades:
o que foi, o que poderia ter sido, o que jamais será…
e o que insistimos em reviver.
A Morte: A Porta Que Se Fecha
A morte não é o fim.
É a abertura de uma porta.
Não uma porta comum…
Mas uma daquelas que, ao se fechar atrás de nós,
não se pode mais abrir para voltar.
Quando cruzamos essa soleira,
não levamos o corpo, nem os títulos, nem os pertences.
Levamos apenas o que acumulamos por dentro:
as intenções, os pesos, as culpas, os gestos, os silêncios, os afetos.
Lá, nesse novo espaço que não sabemos nomear,
seremos cercados por tudo o que deixamos de ver em vida:
as palavras que engolimos, os amores que negamos,
as escolhas que feriram, os sonhos que enterramos em nome do medo.
Nada se perde,
tudo nos espera do outro lado.
A morte é espelho.
É a projeção ampliada daquilo que evitamos encarar.
Lá, não há distrações.
Não há tempo.
Só presença nua…
e consciência crua.
Morremos com o que fomos — não com o que fingimos ser.
Talvez lá a dor não venha da morte em si,
mas do confronto com a vida que não vivemos.
Das chances desperdiçadas.
Da coragem adiada.
Do amor que sabíamos dar, mas recusamos por orgulho.
A porta se fecha.
E não se abre mais.
Mas não como punição…
como consequência.
Porque tudo o que era externo perde sentido —
e tudo o que era interno ganha voz.
Quando a Mente se Fecha e a Morte se Abre
A mente é um receptáculo.
Ela absorve tudo —
o que vivemos, o que inventamos,
o que sentimos, mesmo sem ter acontecido.
Carrega dores que ninguém nos causou,
traumas que nasceram apenas de ideias,
feridas abertas por suposições,
e amores que existiram só na imaginação.
Ela não julga o que é real,
ela apenas registra.
E enquanto estamos vivos,
continuamos alimentando esse cofre invisível —
feito de lembranças reais e fantasmas emocionais. Mas então… a morte chega.
E com ela, uma porta se abre.
E ao atravessá-la, não levamos o corpo,
nem as certezas que fingíamos ter.
Levamos apenas a bagagem mental:
nossos atos, nossos afetos,
nossas intenções escondidas e sentimentos silenciados.
A morte fecha a porta atrás de nós,
mas nos eterniza no conteúdo que deixamos.
Porque a mente — esse cofre que absorveu tudo —
se transforma agora em memória viva no mundo.
Nossos gestos passam a viver nos pensamentos de quem tocamos.
Nossas palavras ecoam no inconsciente de quem ouviu.
Nossas ausências se transformam em presença psicológica.
Somos arquivados no subconsciente alheio.
Nos tornamos lembrança.
Presença mental.
Símbolo.
A morte eterna não apaga.
Ela espalha.
Não somos mais vistos, mas continuamos sendo acessados.
Não respiramos, mas seguimos influenciando.
A mente que um dia absorveu o mundo,
agora é o mundo que absorve a mente que partiu.
Somos lembrança viva nos que ficaram.
E isso… é uma outra forma de eternidade.
Frase:
“Fazer algo sem saber pode até gerar falhas, mas é compreensível. O que não se justifica é fazer errado quando se está sendo orientado. É preciso seguir o que foi instruído, dar o primeiro passo corretamente e depois aguardar o processo com fidelidade, sabendo que a base foi feita da forma certa.”
Reflexão:
Errar por ignorância é parte do aprendizado, mas errar por descuido é escolha. A diferença está na escuta: quem busca orientação, mas não a segue, transforma o conselho em desperdício. Há quem se precipite, tentando colher o fruto antes do tempo, e há quem plante com paciência, confiando no processo.
Fazer o certo desde o início é mais do que obediência — é maturidade. É reconhecer que o primeiro passo dado com consciência sustenta todos os outros. A fidelidade ao que foi ensinado é o que mantém o caminho firme quando o tempo parece demorar. Porque o que é construído sobre base correta não precisa de pressa: apenas de confiança.
“É melhor seguir o caminho certo tropeçando, do que permanecer parado no lugar errado esperando o inimigo te encontrar."
Aceitar o sofrimento é libertar-se do medo. Quando a dor deixa de ser surpresa, ela perde o poder de nos dominar. A certeza do sofrimento traz alívio porque nos devolve o controle — o que antes era ameaça se torna apenas parte do caminho.
"Da vida, levamos o que sentimos — e deixamos no mundo o que foi fácil mostrar, guardando o que mais doeu calar."
Enquanto lutamos para sobreviver, a atenção está voltada ao essencial — comer, respirar, resistir. Mas quando a sobrevivência deixa de ser o centro, surgem os conflitos que vivem no convívio. É aí que o humano se revela: já não é a falta de recursos que o atormenta, mas a presença do outro.
A convivência exige empatia, paciência e autodomínio — virtudes que poucos desenvolvem quando o instinto não é mais o guia. Sobreviver é biológico; conviver é espiritual. E é nessa passagem que muitos se perdem.
