Luis da camões
Não há fim para o que não precisa de começo, nem queda definitiva pra quem já está acostumado ao tropeço…
Cumprindo as leis vigentes é um cidadão, descumprindo-as é bandido, não há meio cidadão nem meio bandido, o que é você?
Acaba ano, inicia ano e vamos nos guiando pelos resultados das escolhas que fazemos.
Acertos e erros, separadamente, não servem para nada. Vale o conjunto, vale o todo.
Quando jovem cremos que a velhice não chegará.
Tenho uma surpresa para você!
Você vai envelhecer.
Quando rebeldes cremos que o mundo está errado, virado, ultrapassado.
Outra surpresa!
Você só mudará a si próprio. Lamento te dizer, mas o mundo não vai dar lhe muita atenção.
Quando maduros sonhamos em desfrutar o melhor da vida. Poucos conseguem.
Por fim, quando saudáveis cremos que nunca adoeceremos. Cuidem-se, pois nem sempre isso se confirma e quando enfermos a gente só deseja poder viver o próximo.
Aliás, talvez este deveria ser o objetivo de todos: viver plenamente o próximo ano.
Feliz e pleno ano novo.
O intelectual está condenado a ser sozinho. Suas opiniões balançam os diversos níveis de crenças e hábitos. Qual a diferença entre o sábio e o intelectual? A resposta é simples: o silêncio...
Às vezes da-me vontade de entrar num jardim encantado, com flores e borboletas, pode ser aquela variedade chamada de "Deusa do deserto". E lá ficar...
Quando um filho toma consciência da própria existência, seus pais já tiveram muita oportunidade de incutir em sua memória desejos saudáveis e comportamentos admiráveis. Mas, muitos negligenciam a chance de influenciar maravilhosamente a vida dos seus descendentes. Os pais que geram devem ser os mesmos que educam!
Algumas vezes, a beleza disfarça a incompetência; outras vezes, a feiura oculta as virtudes; mas, muitas vezes, o belo e o feio são ofuscados pela prática do bem.
"Há no VERDADEIRO AMOR uma doce 'necessidade' de cuidar, proteger, confiar, afagar ternamente e respeitar em todas as circunstâncias".
Vós
Quase a última voz do verbo
Ofereço-te complacência
Nada em ti renego
Com tua soberba e negligência
Por vezes de tristeza me entrego
O que supões inteligência,
É inflação do ego.
