Ivan bunin
Globalização
Que seja valiosa como minha fé,
O desejo de sonhar com uma doce mulher,
Através de um apelido, tomando um café.
Conectada a mim, em minha presença alter.
Recluso na glória da minha imaginação fantástica,
Enquanto anônimo, me descrevo em prosa e verso.
Através de um teclado, um café e minha forma prática.
De dizer que estou perto do seu universo.
Ao som de meus teclados que nos une à madrugada.
Imaginando como seria você, nestas horas escuras.
Bebericando meu café, com minha testa enrugada.
Imaginando você, uma mulher sem frescuras.
Enquanto a noite se vai em troca do dia,
Um silencioso momento em sua companhia.
Ouço um pequeno ruído de gotas na pia,
Minha Internet lerda, me traz agonia.
Então, faz-se em queda nossa conexão.
Arrancam-me lágrimas de tristeza.
Enquanto roubaste meu coração.
Nesta maldita globalização.
Aproximo-me, enquanto me quer a seu lado, para que não se aproveite de mim, quando quiser me afastar.
Já perceberam como pessoas acham que estão arrasando quando na verdade tão pagando mico?
É Patético, se você parar para observar, e perceber que na verdade não passam de pessoas medíocres e sem futuro que acham que entendem das coisas, quando na verdade são pessoas sozinhas e frustradas, que não fazem nada além de achar que todos estão errados.
O Grande problema, é que é exatamente esse tipo de pessoa, que julga todos inseguros, e não compreendem que a coisa mais simples do mundo, é viver a própria vida, ao invés de dedicar cada segundo da vidinha Medíocre e obscura a cuidar da vida alheia, pessoas solitárias que mesmo cercadas de pessoas, se sentem sozinhas por que acima de tudo, são pessoas que são incapazes de serem verdadeiras consigo mesmas.
Se agarram às suas convicções errôneas, de que conhecem o verdadeiro significado da moral e da ética, quando na verdade não passam de seres ignorantes desprovidos de qualquer coisa que as caracterizam como seres exclusivos. São pessoas comuns, pessoas insignificantes para a sociedade, pobres e vazias com os que o cercam e até para si mesmas, são pessoas que não vivem, e sim existem, pois estão tão focados na vida das pessoas ao seu redor, que esquece de consertar as burradas que fez na própria vida.
Eu paro e fico pensando, "O que será dessas pessoas?" Na hora a resposta me vem à mente: Foda-se.
Pregam sobre respeito quando na verdade não se dão ao respeito, e sequer merecem respeito dos animais mais sujos, que mesmo sujos, possuem uma função específica. Pessoas assim, são dignas de pena e piedade, até por que, todos nós sem alguém, somos nada, apenas poeira ao vento, somente uma vida perambulante sem destino, sem rumo, sem objetivos e sem expectativas.
E bem no fim, creio que essas pessoas chegarão ao fim da ladeira, e colherão cada sentimento que plantou, seja, eles amargos ou doces.
Como reza o ditado: Tudo na vida tem um preço. E sinceramente, penso que essas pessoas, estarão ferradas. Pois na hora em que o destino lhes bater às costas cobrando os empréstimos oferecidos pela vida, de mãos vazias, sucumbirão ao seu trágico e insignificante fim.
sou eu,eu mesmo tal qual resultei de genes dos meu pais,sou para as pessoas aquilo que nunca fui,nem mesmo sei quem sou eu,sou o que ninguem nunca sonhou simplesmente sou eu....
Um bom soldado mesmo vendo muitos companheiros morrendo nao recua siga o exemplo!
Nao use camisinha!
Nao seje covarde como eu...
Pare o sida antes que ela pare a tua vida....
Quem eu era no passado?
nem mesmo sei o que sou no presente.
Na verdade quem sou eu.
isso ja é demais
olhando para o espaço,
procusando saber quem eu era no passado,
isso ja é demais.Sou como voçê me vê passar,leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Sou para cada pessoa aquilo que ela acha que sou,
Nao nao vivo num mundo que nao merece nha lucidez.....
Nascimento é vida,
vida é tempo,
tempo é destino,
destino é traço,
traço é risco o que voçê corre se nao te prevenires do "sida"
ame a vida use o preservativo....
DESTA VEZ EU NÃO VOU DESEJAR UM FELIZ NATAL
E UM PRÓSPERO ANO NOVO A NINGUÉM.
(Teorilang)
Você que caluniou alguém, ofendeu outros, e ignorou a quem você poderia ajudar.
Você que roubou, matou ou feriu alguém ou abortou seu próprio filho indefeso.
Você que negou aquele prato de comida e até água a algum pedinte com fome.
Você que com ambição desmedida, explorou seus subordinados, com salários indignos.
Você que com sua arrogância sempre maltratou e menosprezou os menos privilegiados.
Você, que mesmo tendo condições, sempre negou apoio aos mais necessitados.
Você que fez do seu racismo e discriminações sua bandeira miserável de vida.
Você que vive culpando os outros pelas suas próprias derrotas e incompetência.
Você que nunca doou sangue, e nem declarou sua doação de órgãos apos morte.
Você que costuma usar de falsidades e mentiras para se fazer ser o que nunca foi.
Você que nunca perdoou aquele amigo seu por um simples deslize da parte dele.
Você que fez de seus ressentimentos, uma vida amarga, infeliz e contagiante.
Você que simplesmente ignora a presença de um Ser superior ao seu lado.
Se este “VOCÊ” acima, superar tais atitudes, não precisará de nenhum voto de feliz natal e nem tampouco de um ano melhor, pois já fizeste o suficiente para merecê-los.
Quem sou eu???
Sou o que nunca fui Sempre serei o que muitos querem ser,
Sou o que tu vez,
Sou o que todos querem ver,
Nao sou dos pés a cabeça nem da cabeça aos pés...
sou de corpo e alma....
sou o que ninguem ja mais sonhou....
O livro mais triste que conheço sobre o amor se chama O legado de Eszter, do húngaro Sándor Márai. Quando o li, tive a sensação de que minha vida, como a da personagem, seria destruída pela esperança de um romance irrecuperável. Eszter espera pela visita do grande amor do passado, que a salvará de uma existência de solidão e vergonha. Eu esperava pelo retorno de uma mulher que nunca voltou.
Lembro o livro, o período e a dor como partes de um mesmo corpo. A prosa límpida e hipnótica de Márai ligava a vida da mulher no início do século XX à minha, que se desenrolava às vésperas do século XXI. As personagens e as palavras dele deram àquele momento as cores de uma profunda melancolia, mas a tingiram, ao mesmo tempo, de uma estranha lucidez. Lembro-me de pensar, de forma um pouco dramática, que afundava de olhos abertos.
O tempo dispôs silenciosamente da minha paixão. Diante disso, me ocorre que esquecer é uma benção – ou uma arte, a aprimorar meticulosamente ao longo da vida. Pôr pessoas e sentimentos de lado é permitir que a existência prossiga.
Ivan Martins para a Revista Época
Não há nada que eu gostaria tanto de ensinar aos outros e a mim mesmo como a capacidade de deixar sentimentos para trás. Olho ao redor e vejo gente encalhada como barcos na areia. Homens e mulheres. Esperam pelo passado, embora a vida se espraie em possibilidades à volta delas. Precisam de tempo para se recuperar, mas carecem de luz. Necessitam entender que a dor – embora inevitável – não constitui uma virtude, nem mesmo um caminho. Tem apenas ser superada, para que o futuro aconteça.
A paternidade nos aproxima de um sentimento suave e agridoce de perdão por nossos pais, que agora somos nós.
Durante um tempo, achei que a relação complicada com a figura paterna fosse uma experiência apenas minha. Aos poucos, percebi que não. Boa parte dos homens carregam pela vida emoções semelhantes, embora sejam filhos de pais diferentes do meu. O filósofo francês Jean-Paul Sartre, cujo pai morreu quando ele era bebê, dizia ter sido privilegiado pela ausência de uma figura paterna capaz de moldá-lo ou influenciá-lo. Ele julgava ser mais livre que o resto dos homens. Li essa afirmação muito jovem. Achei que fazia sentido. Hoje acho bobagem. Não há pai mais influente que o pai que não existe. Ele deixa tamanho vazio, provoca tantas interrogações, que seu filho pode gastar a vida tentando entender-se. A figura paterna é uma referência monumental. Tão grande que, se não existir, terá de ser criada.
(Ivan Martins, "Amor de Pai", p/Rev.Época)
O passado não vai embora. As coisas perdidas nunca serão inteiramente recuperadas. A vida nos oferece, apesar disso, oportunidades de refazer de outra forma, numa outra esfera. A paternidade é uma delas. Nos permite ser homens melhores e criar homens melhores. Nos permite ser crianças novamente. Nos permite esboçar alguma compreensão e nos aproximar – apenas nos aproximar, mas já é algo – de um sentimento suave e agridoce de perdão por nossos pais, que agora somos nós
(Ivan Marins - "Amor de pai" - p/rev.Época)
“Deus não é como os homens o inventaram e nem também são as palavras e ações que o fizeram falar e agir”.
