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Tudo Isso Ă© SĂł VocĂȘ.
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Sabe aquela alegria ao acordar uma hora mais cedo do necessĂĄrio de manhĂŁ? Ă vocĂȘ.
Sabe aquela dançinha improvisada depois de terminar de falar com vocĂȘ? Ă vocĂȘ.
Sabe aquele sorriso bobo depois de fazer uma arte? Ă vocĂȘ.
E aquele caroço de feijĂŁo que o gato levou brincando atĂ© o canteiro de terra e a natureza se encarregou de dar vida a ele? Esse tambĂ©m Ă© vocĂȘ.
Sabe aquela fotografia que toma minutos incontĂĄveis da nossa atenção? Ă vocĂȘ garota.
E aquele beijo de despedida que era para durar dois segundos e acaba se transformando em vĂĄrios beijos e puxĂ”es? Ă vocĂȘ, fato!
Aquele cheiro de chuva que dĂĄ vontade de cama e chocolate quente? Ă vocĂȘ tambĂ©m.
E quando acorda atrasado para ir trabalhar e descobre que Ă© domingo? Evidente que Ă© vocĂȘ.
Sabe quando achamos uma nota perdida no bolso da calça? Ă vocĂȘ.
Aquele gol de desempate aos quarenta e oito minutos do segundo tempo a favor do seu time do coração que faz gritar atĂ© engasgar? Esse Ă© vocĂȘ.
Quando a joaninha pousa em seu ombro e vocĂȘ deseja que ela nĂŁo saia de lĂĄ por um bom tempo? Ă vocĂȘ.
Sabe quando vocĂȘ descobre um chocolate no fundo da bolsa? Claro que Ă© vocĂȘ.
E quando a rĂĄdio toca aquela musica que vocĂȘ adora? Ă vocĂȘ.
Quando descobrimos uma latinha de cerveja escondida no fundo da prateleira da geladeira, atrĂĄs da margarina? Ă vocĂȘ.
Aquele casal de velhinhos ainda apaixonados no banco da praça e vocĂȘ se pergunta se serĂĄ assim com vocĂȘ tambĂ©m? Ă vocĂȘ com certeza.
Sabe aquele cheiro de cafĂ© fresco que vem da casa do vizinho? Ă vocĂȘ sim.
Quando vocĂȘ entra na sala do cinema e descobre que a poltrona do meio na ultima fila esta vaga? Ă vocĂȘ.
E quando chega a hora de voltar para casa depois de um dia inteiro de trabalho e sabe que a pessoa dos seus sonhos esta te esperando para perguntar como foi seu dia? Esse sou eu.
Bento.
Eu devo gostar de sofrer por amor, ou é só um jogo, aonde as peças são pedaços do meu coração.
Impressionante como a futilidade impera no mundo.Veja por exemplo essas pessoas que sĂł falam "comprei isso, comprei aquilo", "meu carro novo", e do problema com "o mĂĄrmore da cozinha".
Ser forte nĂŁo Ă© ignorar os sentimentos. Ser forte Ă© sĂł nĂŁo demostrar para os outros o que elas querem ver. Algumas pessoas precisam te ver mal para se sentir bem. E me baseando nisto eu aprendi a sorrir mesmo se as lĂĄgrimas estiverem predominantes.
SALVA-ME
Agora,
sou o que fez teu gosto.
Vivendo onde nĂŁo mais estou,
resta-me sĂł as sombras,
das lembranças,
que em miragem
toco sem retorno.
Me olho assim,e Ă© como
se andasse em circulos;
infinitos circulos que
nĂŁo te levam de mim.
EntĂŁo almejo,
com tĂŁo puro desejo,
encontrĂĄ-lo,
pois és fonte na aridez.
E aos cantos,aos prantos,
rezo que me aceite em
teus pensamentos.
Onde estiver,me acolha;
bem conhece o que preciso.
Me faça acreditar no que
pra mim nĂŁo se foi,
e abrace-me inocente.
Cå,estou criança que se perdeu,
num féu de decepção...
NĂŁo clamarei por nada do que jĂĄ sei;
pois tua presença,mesmo vazia,
sacia o que nĂŁo vem.
Cala meu grito:
Salva-me desse poema
que morre sofrido,
e devolva-me vivo,
o motivo ao qual te amei.
Os Olhos vĂȘm muito menos que a Mente. Todavia, os Olhos, as vezes, vĂȘm o que nĂŁo querem e a Mente sĂł vĂȘ o que quer.
Hoje eu sĂł tenho a te agradecer. Obrigada pelo teu sorriso, pelas minhas risadas. Por me fazer tĂŁo bem.
As vezes tenho a esperança de que vocĂȘ me escute, sĂł as vezes, quando me lembro de vocĂȘ. Foi real nĂŁo foi?
ENCHENTES
veja sĂł
pelas janelas abertas
a lua mergulhou no chĂŁo no meu quarto noite dessas
acordei com o barulho daquelas ondas de luz
que foram inundando portas, paredes e tudo mais
atĂ© que nĂŁo houvesse mais espaço para clarearâŠ
e estando cheio, o quarto transbordou pelas frestas
e a lua fez festa até nos corredores
que insistiam em se manter na escuridĂŁo.
http://julianaescreve.wordpress.com
FAMINTA
nem tudo que gosto pode ser me dado num sĂł dia
devoro tudo (muito) ao mesmo tempo
Ă© assim com coisas, gente ou comida
e no fim sempre passo mal
ou de olho grande ou de dor de barriga
http://julianaescreve.wordpress.com
No limiar de nossa consciĂȘncia, Ă beira da insanidade, sĂł nos restara a ela nos aliarmos, pois isentos das peculiaridades de uma vida como a conhecemos, inacreditavelmente uma nova face da felicidade se mostrarĂĄ em toda sua plenitude.
