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Se o autoconhecimento foi uma grande conquista da humanidade, o heteroconhecimento pode ser o próximo passo da nossa evolução relacional!

Focar em recomeçar com coragem e acreditar em si mesmo, lembrando que cada dia é uma nova oportunidade
.

Passando para desejar  uma Ótima Semana a Todos os Meus Irmãos .......


    RAPESEIROS !!!!!


Até.......

ALIENAÇÃO PARENTAL

Alienar uma criança é matar, desestruturar. Covardia não esquecida. Ignorância pura e sabida,que geram traumas, que podem durar por toda uma vida. Até a criança crescer, tornar-se adulta e entender que o errado do "seu ser" era mero reflexo do ser que não foi o que deveria ser.

Maldito seja o tempo…
porque se eu tivesse só mais um beijo teu,
eu provaria, sem dizer uma palavra,
que meu coração nunca foi de mais ninguém,
que meu amor nunca se desviou…
sempre foi você.

Se há uma coisa que eu compreendo! É que jamais estarei só! O Deus verdadeiro, criador do céu e terra, sempre está comigo eternamente! Ultimamente tenho sentido a sua presença no meu ser! Não interessa o que não fiz aqui! Mas interessa o que farei na eternidade! Louvado seja o nome de Jesus Cristo!

Existe uma ideia silenciosa que, quando compreendida, reorganiza tudo por dentro. O arquiteto do universo não criou você, homem ou mulher, para fracassar. Criou para aprender, experimentar, ajustar, aprofundar. O fracasso não é um erro de projeto. É parte do método.
Quando você olha para a própria vida apenas pela lente do acerto e do erro, perde algo essencial. Você passa a acreditar que existe um caminho certo pré definido e que qualquer desvio prova inadequação pessoal. Essa leitura é rasa. Ela ignora que viver é um processo de refinamento, não de desempenho perfeito.
Nada no universo funciona por linha reta. Tudo se expande por tentativa, adaptação, repetição e correção. A natureza não se humilha quando algo não funciona de primeira. Ela recalibra. Você, no entanto, aprendeu a se julgar como defeituoso ou defeituosa diante de cada falha, como se o arquiteto tivesse errado ao te criar.
Não fez. O erro está na interpretação.
Você foi feito e feita para atravessar experiências que desenvolvem discernimento. Algumas doem. Algumas frustram. Algumas quebram expectativas antigas. Mas nenhuma delas existe para te anular. Elas existem para te tornar mais consciente, mais preciso e mais responsável pela própria trajetória.
Quando você chama a si mesmo ou a si mesma de fracasso, está atribuindo ao arquiteto uma falha de intenção. Está dizendo, mesmo sem perceber, que sua existência é um engano. Essa conclusão não nasce da realidade. Nasce do cansaço, da comparação e da pressão por resultados rápidos.
Aprender raramente é confortável. Aprimorar quase nunca é elegante. O processo envolve tropeços, perdas temporárias e sensação de atraso. Mas atraso em relação a quê. Ao cronograma de quem. À expectativa de quem.
Você não veio ao mundo para cumprir a narrativa alheia de sucesso. Veio para desenvolver consciência a partir das experiências que viveu, com os recursos que teve, no tempo que foi possível. Isso não te isenta de responsabilidade. Te devolve perspectiva.
O arquiteto do universo não trabalha com desperdício. Nada do que você viveu foi em vão, mesmo aquilo que você gostaria de apagar. Cada tentativa frustrada revelou limites, padrões, ilusões e capacidades que você não teria descoberto sem o impacto da realidade.
Fracasso não é o oposto de propósito. Muitas vezes é o instrumento dele.
O problema começa quando você transforma aprendizado em identidade negativa. Quando passa a se definir pelo momento em vez de entender o movimento. Você não é o erro. Você é quem observa, ajusta e segue. Ou pelo menos pode ser, se parar de lutar contra o processo.
A ideia de que você deveria acertar sempre é uma exigência artificial. Ela não vem da vida. Vem de sistemas que valorizam resultado acima de consciência. O universo, ao contrário, valoriza expansão. E expansão exige tensão.
Você não está sendo punido ou punida quando algo dá errado. Está sendo convidado ou convidada a refinar escolhas, postura, direção. Ignorar esse convite gera repetição. Acolher gera amadurecimento.
Aprender também exige humildade. Aceitar que você não sabia, que escolheu mal, que superestimou algo ou alguém. Isso não diminui você. Isso te devolve ao fluxo real da vida, onde crescimento acontece.
O arquiteto não espera perfeição. Espera presença. Espera que você esteja atento e atenta ao que cada experiência revela. Quando você entra nesse estado, o fracasso perde o peso moral que colocaram sobre ele. Ele vira informação.
Aprimorar vivências é exatamente isso. Viver, observar, ajustar. Sem drama excessivo. Sem autopunição. Sem transformar cada queda em prova de inadequação existencial.
Você não foi feito e feita para vencer sempre. Foi feito e feita para se tornar alguém mais lúcido a cada etapa. E lucidez, no longo prazo, constrói resultados mais sólidos do que qualquer vitória apressada.
Quando você aceita isso, algo se acomoda por dentro. A urgência diminui. A comparação perde força. E você passa a caminhar com mais responsabilidade e menos desespero.
Não porque agora tudo ficou fácil, mas porque você entendeu que não está quebrado ou quebrada. Está em processo.
E processos verdadeiros não fracassam. Eles evoluem.


FIM

QUANDO O FRACASSO SEMPRE PEDE UM RECOMEÇO


Viver no fracasso não é cair uma vez. É acordar todos os dias dentro dele. É abrir os olhos sabendo que os desafios continuam ali, intactos, esperando. É recomeçar sem plateia, sem garantias, sem a certeza de que desta vez será diferente. E ainda assim, você levanta. Homem ou mulher, você levanta porque está vivo e viva. E enquanto há vida, há algo que insiste. Esperança não como promessa bonita, mas como teimosia silenciosa.
Quem vive no fracasso aprende cedo que o recomeço não é um evento grandioso. Ele não vem com virada dramática nem com aplauso. Recomeçar, nesse contexto, é simplesmente não desistir naquele dia. É enfrentar o mesmo problema com o corpo cansado e a mente cheia, sabendo que ontem não funcionou e que talvez hoje também não funcione. Mesmo assim, você tenta. Isso não é ingenuidade. É sobrevivência consciente.
Há uma coragem pouco reconhecida em quem recomeça todos os dias sem mudança visível. O mundo costuma admirar apenas quem sai do fundo rápido, quem dá a volta por cima de forma limpa e vendável. Mas a maioria vive outra realidade. Vive o fracasso prolongado. Vive a espera. Vive o esforço que não gera retorno imediato. Vive a repetição.
E é nessa repetição que algo se constrói, ainda que invisível. Você aprende a lidar com a frustração sem se destruir. Aprende a ajustar expectativas. Aprende a medir o dia por pequenas vitórias que ninguém celebra. Às vezes a vitória é comer. Às vezes é não desistir de si mesmo e de si mesma. Às vezes é simplesmente não se entregar ao cinismo.
Recomeçar todos os dias não significa acreditar que tudo vai dar certo. Significa aceitar que desistir garante que tudo permaneça como está. Enquanto você vive, existe a possibilidade de mudança. Não a certeza. A possibilidade. E isso, para quem está no fundo, já é muito.
A esperança aqui não é euforia. É um fio fino, quase invisível, que impede o colapso total. Ela não grita. Ela sussurra. Diz apenas continue hoje. Amanhã você vê. Essa esperança não promete recompensa. Ela apenas lembra que a história ainda não acabou.
Viver no fracasso também ensina algo duro. Que você não controla tudo. Que o esforço nem sempre se converte em resultado. Que o mundo não é justo. Mas ensina algo igualmente importante. Que você pode controlar a decisão de continuar. Mesmo quando tudo ao redor sugere que seria mais fácil desistir.
Há dias em que o recomeço dói mais do que o fracasso em si. Porque recomeçar exige encarar novamente a possibilidade de errar. Exige abrir o peito para outra tentativa que pode falhar. Muitos desistem não por preguiça, mas por exaustão emocional. E ainda assim, você segue. Não porque é forte no sentido idealizado, mas porque algo em você se recusa a encerrar a própria existência antes do tempo.
Enquanto você vive, ainda há encontros possíveis. Ainda há aprendizados que não aconteceram. Ainda há uma versão sua que não foi testada. Viver mantém essas portas entreabertas. Morrer por dentro as fecha todas.
Recomeçar todos os dias também redefine o conceito de vitória. Vitória deixa de ser chegar lá e passa a ser não se perder completamente no caminho. Passa a ser manter alguma integridade interna em meio ao caos. Passa a ser preservar a capacidade de sentir, de pensar, de desejar algo diferente.
Há uma dignidade silenciosa em continuar mesmo quando ninguém aposta em você. Mesmo quando as circunstâncias são hostis. Mesmo quando o histórico não ajuda. Essa dignidade não aparece em discursos de sucesso, mas sustenta vidas inteiras.
Enquanto você vive, o fracasso não é definitivo. Ele é apenas o estado atual. Estados mudam. Às vezes lentamente. Às vezes de forma inesperada. Mas só mudam para quem permanece.
Viver no fracasso e recomeçar todos os dias não é romantizar a dor. É reconhecer que a esperança não nasce da facilidade, mas da insistência. Não nasce da certeza, mas da possibilidade. Não nasce do conforto, mas da recusa em se apagar.
Você continua porque ainda respira. Porque ainda pensa. Porque ainda sente. E isso, por mais simples que pareça, é a base de qualquer transformação futura. Enquanto há vida, o capítulo seguinte ainda pode ser escrito. Mesmo que hoje ele seja curto. Mesmo que hoje ele doa.
Enquanto você vive, ainda há esperança. Não porque alguém prometeu, mas porque você ainda está aqui. E estar aqui, todos os dias, apesar de tudo, já é um ato profundo de resistência.

A criatividade não pode ser simplesmente homogênea. Não pode ter apenas uma cor, apenas uma nota musical ou ser apenas uma linha. Esta alma criativa que você pode acessar está em um limite tão magnificamente próximo de você que basta você fechar os olhos e senti-la pulsando no seu interior.

A evolução é uma arte maravilhosa de aprender com a alma. Aprender com a alma é uma habilidade nata, aplicada por poucos, sem exclusividades — e de livre acesso. Basta querer e acessar. Este é o conhecimento aplicado com sabedoria, disponível a todos — sem julgamentos.

O universo é constituído de matemática, sons e geometria sagrada. Uma beleza harmônica e energética inimaginável.

Para um grupo seleto de pessoas, o espelho tem uma função muito nobre e incontestável: ele, simplesmente, reflete a verdade.

O racismo é uma forma covarde de menosprezar o interior do ser humano.

Enquanto a violência for uma prioridade, a educação será apenas uma opção.

⁠O desejo de ajudar uma pessoa, não pode ultrapassar o limite de sua liberdade. 


             Mudar é possível, e necessário 


Embora comprovado que uma mudança radical na vida de Alguém, só seja possível através de um forte impacto emocional, podemos sim, alterar nosso modo de pensar, mesmo que com muito esforço. 

É importante lembrar que diferente dos animais que são programados para serem o que são, o homem se não for ensinado a andar, não anda, se não for ensinado a falar não fala, se não for ensinado a ler, não ler.

Em resumo, o que hoje sabemos ou fazemos, é porque fomos ensinados em algum momento da vida.

Nesta afirmação está a boa notícia, se aprendemos agir errado, podemos aprender o certo.

O primeiríssimo passo é reconhecer, e o segundo tão importante quanto, é querer.

Uma expressão que foi muito usada em um passado recentemente era : Ter a mente aberta, remete a estar aberto ao novo, mesmo que o novo seja uma resignificação do antigo aprendido.

Ter a mente aberta, é olhar para as mesmas convicções de uma outra perspectiva, é admitir que existe outro modo de enxergar o mundo, é ser liberto dos paradigmas.

Posso ser normal aos meus olhos e estranho a todos. 

Denominamos de comum, tudo aquilo que vemos com frequência, é algo culturalmente normal, Por isso aquilo que pode ser comum na Coreia, normal, no Brasil pode ser exótico.

Nunca se trata das atitudes praticadas, ou a aparência em si, pois a visão que temos do externo é um aspecto nosso.

Por isso é tão importante a palavra respeito, que etimologicamente significa: olhar outra vez; olhar para trás, reconsiderar. Vale dizer que aceitar é diferente de concordar, 
 
Para mudar, é necessário saber que no mundo não há verdade absoluta, ela pode ser verdade apartir determinada perspectiva, cientes disse, vamos aos exercícios.

O conhecimento liberta, a leitura nos faz crescer, literalmente, ativa a neuroplasticidade do cérebro, ou seja ele se expande.

Mais importante que ler, é saber o que ler, leia de tudo que tiver interesse, mas não seja superficial, mergulhe em autores que pensem diferentes, pois isso ajuda nosso senso crítico, é libertador.

A maneira mais fácil de aprisionar uma pessoa, é recomendar que leia apenas autores de determinado viés de pensamento, isso faz parte daquilo que chamamos de doutrinação.

No dicionário da língua portuguesa, ensinar significa transmitir experiências, repassar ensinamentos, instruir alguém. Enquanto doutrinar expressa-se como quer dizer transmitir à a um indivíduo alguma crença ou atitude particular, com o objetivo de que não aceite uma opinião diferente.

Com doutrinados não há diálogo, pois não aceitam a possibilidade de estarem equivocados, a supremacia os impede de ouvir os diferentes.

Pergunte-se, tenho aspecto de doutrinação em alguma aérea da minha vida? e seja honesto.

Ouvir quem pensa diferente é um ato libertador e transformador.

Mudar exige autoconhecimento, entender porque agimos de tal maneira em determinadas situações, abre uma imensa porta para mudanças.

Sou convicto que posso mudar minhas convicções a qualquer tempo.
As "certezas" podem causar mais males que as dúvidas. 

Enquanto duvido, sigo aprendendo

Esteja aberto a mudanças, e seja protagonista nessa história. 

⁠Uma prisão promovida pela liberdade

Em certas ocasiões, para determinadas pessoas, a pior prisão que existe é a liberdade.

A liberdade de fazer escolhas, fazem-nas prisioneiras da angústia, encarceradas pela ansiedade.

Reféns do medo, desejam não ter essa responsabilidade, que chamamos de liberdade.

A angústia da indecisão pode machucar mais que uma possível má escolha.

De fato, sofremos mais pelo que imaginamos, que pela realidade que vivemos.

Lembremos, que somos moldados por nossas escolhas, somos livres para escolher, e escravo das consequências.

Quanto mais opções de escolha tivermos, mais difícil será tomar decisão, e serão grandes as chances de não escolher nada, mas não decidir nada, também é uma escolha.

Pode parecer contraditório, mas muitas pessoas preferem abrir mão da liberdade de escolha, preferindo que escolham por ela.

Há também um fato relevante, quanto mais opções, menor satisfação teremos com opção escolhida.

Uma dica para tomar decisões, é tornar consciente de que tudo na vida é arriscado, ou seja, nada é garantido, tudo é imprevisível, por mais segurança que temos no momento presente.

Essa conscientização, faz com que tomemos a decisão, mesmo sabendo das probabilidades.

Saiba que, existe uma dor pior que a de se fazer uma má escolha , é a dor de não ter decidido nada.

Não tenha medo de errar, não digo para sermos inconsequentes, mas correr risco faz parte da vida, se a queremos “viver.”

Escolher é determinar o rumo da vida, e não deixá-la nos levar.

Como não existe escolha sem risco, nem opção com tudo que desejamos, o equilíbrio da razão com o coração pode ser a melhor ferramenta.

Só erra quem tenta, só acerta quem tenta, só vive quem faz suas próprias escolhas. É impossível agir sem algum grau de influência, somos altamente influenciados, pela cultura, ambiente, pessoas e vida pregressa; A chave é ter a percepção do que nos foi introjetado.

Por isso, o autoconhecimento é fundamental para uma boa escolha, quem pouco conhece de si mesmo, mas vulnerável é em suas escolhas.

Portanto, se queremos ser o cavaleiro, e não o cavalo de nossa história de vida, devemos investir em autoconhecimento, mas até isso é uma decisão pessoal.

A seletividade de nossos sentimentos

Zapeando canais de YouTube em uma noite qualquer, deparei-me com uma notícia que reportava um incêndio de grande proporção.

Imediatamente minha atenção foi sequestrada, fazendo parar o cursor por alguns segundos, suficientes para identificar que o fato ocorreu em outro estado, e então segui zapeando.

Subitamente retornei a consciência, e refletir sobre seletividade de meus sentimentos.

A dor é mais intensa a depender da proximidade, um familiar assaltado, nos abala bem mais, que a morte de um desconhecido. Assim é, mas não deveria ser.

Nossa seletividade, revela nossa frágil humanidade.

Onde foi que nos perdemos? talvez tenha sido o excesso de rotulagem, que só produz divisão, a cada grupo identitário, enfraquecemos a fraternidade universal.

Devemos unir lados, generos, cor e classes sociais.

Devemos quebrar as barreiras da religião, e considerarmos todos como irmãos.

Namoro


Namorar é agir de uma maneira diferente da sua, como se fosse real


Até que o outro goste o suficiente de você para que possa agir da maneira que realmente é

Que saudades eu tenho de você… dói tanto, uma dor que não consigo tirar.