O que te move
Amor, na Geografia tem espaço geográfico, cujo as referências são; Montanhas, Rios, Relevo, Oceanos etc... Você estuda muita coisa, eu só quero estudar você.
As Montanhas que nunca foram escaladas ,são aquelas que disponibilizam a briza mais suave e exubera beleza ,tolos os que não à beiram .
A montanha vai até Maomé.
Pois montanhas são com pernas,
E suas pedras, dedos.
Que o primeiro contato foram também com os nossos (dedos).
Em especial nas topadas com os dedos dos pés.
E foi sentindo a dor nos “dedinhos” que elas nos causavam
Que aprendemos que elas podiam fazer dor também ao próximo.
Através da dor que nasce a ciência da pedra lascada.
Não pelo sofrimento, isso deve ter sido inventado depois.
"Assim como a águia que voa majestosa sobre as montanhas, lembre-se de que você tem o poder de elevar-se acima dos desafios. Cada obstáculo é uma oportunidade para mostrar sua força e determinação."
”Dona”
Em meio a escuridão e do frio que vem das montanhas traz o seu perfume doce…
O vermelho dos seus lábios me faz navegar pelo meu anseio de tê-la em meus braços…
Como a dona dos meus desejos mais profundos…
Me prendendo neste seus olhos, que se tornou o labirinto sem voltar…
Pois, hoje me vejo refém desse amor chamando você.
By: Dan Cavalcante
Antes que a noite chegue, vamos contemplar e sentir o mistério cósmico que nos une as montanhas, ao mar, as chuvas, as árvores e a todos os animais e vegetais. Não esqueça da criança que continua escondida em cada um de nós. Ela é simples e generosa. Somos parte do todo, do divino e maravilhoso. Não podemos submergir ao "deus dinheiro" e destruir o sagrado.
Jamais deixe de sonhar, mesmo que encontre
dificuldades, pois morros e montanhas existem
para serem superados.
Livro: O Respiro da Inspiração
O paisagismo paradisíaco
O mundo se transforma, calmo e sereno
Magia épica das montanhas
Que colorem os olhos de amantes
Da natureza, bela e potente
A beleza risca os céus de búzios
Sol, águas límpidas e artes na areia
Garças e barcos disputam
Espaços do mar, na calmaria
Da armadura de João Fernandes
Sintomas de nobreza e exuberância
De Saint Tropez de Brigitte Bardot
Poesia culinária da Tia Chica
Aflora nas mãos mágicas
Santas e talentosas
Da Patrícia, amante do segredo
Do irresistível arroz, que desperta
Encanto, traz à tona a mão santa
Revela o sublime sabor exuberante
Que encanta e apraz o sabor da agradável
Simpática e sorridente Franciele…
A lhaneza do João, sábio, tranquilo
E atencioso, educado e eficiente
Enfim, o lirismo da implosão de argentinos
Que esbanjam alegria e transbordam
Força de trabalho na orla
Do prazer e da humanidade
No Trilho da Traição
Da cidade das montanhas altas,
saiu um homem ao cair da tarde,
com olhos frios, promessas falsas,
e no peito, um coração covarde.
Levaram-no ao altar,
não para prece ou oração,
mas para o destino selar,
com disparos de traição.
As velas ardiam na sacristia,
testemunhas mudas de um crime vil,
um tiro rasgou a calmaria,
e o justo tombou sob o olhar febril.
O trilho do trem acolheu o mal,
a arma lançada ao esquecimento,
e de volta às ruas de Minas Gerais,
comemoraram o triste evento.
Mas a justiça, mesmo tardia,
nasce na voz que insiste e clama,
pois a verdade jamais esfria,
e o fogo do justo não se apaga.
O tomate murcha no silêncio do tempo, enquanto o sol se esconde atrás das montanhas que não precisamos mais escalar.
A casa de Deus não é os templos frios e vazios. A casa de Deus é a natureza, com as montanhas, os pássaros, animais e tudo que compõe a vida.
Aquele que conquista montanhas reconhece que, ao ascender, é fundamental ter em mente que as descidas fazem parte intrínseca do processo. É imperativo compreender a importância de descer de maneira apropriada para possibilitar o retorno à ascensão, ao invés de se deixar levar pela impulsividade.
O Desejo da Água Mágica
Era uma vez, em uma pequena vila cercada por montanhas verdes e um rio cristalino, um jovem chamado Lucas. Ele era conhecido por sua curiosidade e amor por aventuras. Todos os dias, após terminar suas tarefas, Lucas explorava os arredores da vila, sempre em busca de algo novo.
Um dia, enquanto caminhava pela floresta, ele encontrou um velho livro em uma caverna escondida. As páginas estavam desgastadas, mas as ilustrações de criaturas mágicas e lugares fantásticos chamaram sua atenção. Ao abrir o livro, uma luz brilhante surgiu, e uma pequena fada apareceu diante dele.
"Obrigado por libertar-me!" disse a fada, com um sorriso radiante. "Eu sou a guardiã deste livro mágico. Por sua bondade, posso lhe conceder um desejo."
Lucas ficou surpreso, mas rapidamente pensou em seu desejo. Ele sempre sonhou em ajudar sua vila a ter água limpa e abundante. "Eu desejo que o rio da minha vila seja sempre cheio e puro, para que todos possam ter água potável."
A fada bateu suas asas rapidamente e, com um movimento mágico, fez com que o rio começasse a fluir mais forte e mais brilhante do que nunca. Lucas voltou para a vila e compartilhou sua aventura. Todos ficaram maravilhados e felizes com a água limpa, que trouxe prosperidade e saúde para a comunidade.
Desde então, Lucas se tornou um herói na vila, e a história de sua aventura mágica foi passada de geração em geração, lembrando a todos que bondade e coragem podem mudar o mundo. E assim, a vila prosperou, cercada pela beleza da natureza e pela gratidão de seus habitantes.
As Riquezas de Minas
Minas pulsa em seu seio altaneiro,
Montanhas que guardam um brilho certeiro,
Das pedras preciosas ao ouro reluzente,
História e cultura em alma presente.
Cordisburgo, a terra da prosa imortal,
Oliveira, no saber, um farol sem igual.
Santos Dumont, voando em visão,
Além Paraíba, justiça em ação.
Diamantina, do líder, brilha em memória,
São João del-Rei ecoa a história.
Itabira traça os bons caminhos,
Divinópolis, versos, em belos ninhos.
Três Corações, do rei que encantou,
Teófilo Otoni, da lei que ensinou.
Serro, valente, de heróis em flor,
Ouro Preto, arte e esplendor.
Aiuruoca, a estrela em cena,
Sete Lagoas, acorde e poema.
Minas em música, humor e paixão,
Horizonte belo em cada visão.
E assim se ergue, grandiosa e altiva,
Terra que canta e sempre cativa,
No berço das artes, da luta, do bem,
Minas é ouro que o tempo não tem
Encontrou caminho entre montanhas e vales. Tingiu de chumbo o que já foi azul. Desabou de surpresa, lavando a tarde embaçada.
FUI NAS - de séculos atrás!
Passeando por entre montanhas e espaços entre elas
por onde cortam o chão o ar que respiramos
e assim se cria a vida que um dia existirá
na presente cena que conspira
inspira
e ainda por cima, respira.
Que cena!
Imagine você
estar por entre um passo após
e outro retrós,
bem no meio
da trilha que sempre foi feita
a caminho do mar.
Distinguindo que se nada se é além do que aonde se pisa
se nada foi além de onde pisou
e pra quem não tem pé
o espaço entre eles já serve.
Mas enquanto ainda os temos embaixo de nosso coração.
Ainda é, assim como os passos das linhas
e suas palavras
quando percorrem montes de sensações.
Quando percorrem com seus olhos nossos olhares
de vagar entre as estrelas
sentindo o mesmo ar que movemos montanhas.
Só para dizer que pensamos
assim existimos tão ínfimos
quanto qualquer ser que respira,
até mesmo uma pedra.
Até mesmo uma pedra.
até mesmo uma pedra
até mesmo uma pedra
até mesmo uma pedra
até mesmo uma pedra
que já foi montanha
e ecoa
ecoa
ecoa
porque agora não é mais uma pedra
não é mais uma pedra
não é mais uma pedra
não é mais uma pedra
ela reverbera
cai no chão e se parte em pedras
e agora já é mais de uma pedra
mais
de
uma
pedra
que de tão fundo que caiu virou o pé da montanha.
que não fala, não ecoa, não uiva, porque ela está esperando a vida de novo.
para parti-la, faze-la cair rolando like rolling stones
até virar pó
e quando toda a montanha for pó estelar
ou eco disso
à ponto de nem mais luz refletir
varre-se o monte
vê?
é porque não há mais luz
mas escuta..............
Bu´m, é vida de novo.
Hoje abri uma trilha.
No meio da trilha que fazia na praia, tinha poça.
Não era poça de micróbio,
nem joça de carroça.
Mas tinha mato falando sério
que ele não mata ninguem
ele o pó retem
mas o mar retorna-o ao além.
Todo caso, abri alas.
e no meio da nova trilha tinha um rio de sangue.
Caiu uma gota em mim quando olhei para baixo e respinguei uma lagrima,
ainda bem que minha camera estava no bolso e cheguei a tempo de refazer a
maquilagem.
Todo roco é sagrado
Sempre que desce as montanhas
Um ser desalmado, amor
Sempre que se destrona o véu
Fica a mágoa do que perdurou
As lágrimas que se movem no céu
Procuram o cetro de um senhor
Com a culpa de um rio réu
Não trespassam o indicador
Nessa onda do mais puro léu
Objetivo que não voou
Nas areias da praia se despedaçou
Mas sentiu o calor, de seu mel
Despedaçado como um ser
À espera da estrela para fluido viver
Ser de repente um rio relo
Enquanto a chuva e seu pecado
Apenas absorvido,
Pela ignomínia do certo
Para fúria do centro
