đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
SerĂĄ que nesse filme tu encontra um verdadeiro?
Da até pra contar nos dedos, se eu te falar que só
Existe vocĂȘ mesmo.
Nem todo mundo busca saber as duas versĂ”es. O que sĂł um contou Ă© o que importa, mesmo que ele nĂŁo tenha certeza, mesmo que tenham contado pra ele. As pessoas sĂŁo cegas, e insistem em ser. Acredito que isso nunca vai mudar, exceto se sentirem na pele de uma forma horrĂvel.
NĂŁo jogue no lixo as suas mĂșsicas e sĂ©ries favoritas compartilhando com quem estĂĄ na sua vida sĂł de passagem.
Quando vocĂȘ se sentir sĂł, vĂĄ no no cantinho do sei coração, e veja vocĂȘ dentro dele. As vezes o que precisamos e sĂł um pouco de nĂłs mesmo.
"Não me diga que não hå outra opção, pois se flecha só tivesse um caminho, ela nunca aceitaria o alvo".
Seja como os pĂĄssaros que voam alto, mais tĂŁo
Alto, porque só o céu é o limite, é azul e infinito e
O mundo nĂŁo tem fim, assim como o oceano, se
Eu nĂŁo me engano, Ă© que tem muitos pra querer
Saber seus planos.
Vai na fé, só olha pra frente, não olha pra trås
E nem pros lados, segue a tua direção, escuta
A voz da tua alma e o teu coração.
Vai na reta, porque eu sei que as ondas do mar
Vai chegar, tu só não pode navegar contra à maré
Ou quer ser como caranguejo, que sĂł anda pra trĂĄs
De lado, dando marcha ré.
EntĂŁo, tente me entender, assim que seja, que seja assim
Vai ficar sĂł me olhando ou vai querer me aplaudir.
ÂŽÂŽEu e VocĂȘ``
Se te calas que anseios...
porquĂȘ nĂŁo falas mais comigo?
Saudades de ver seu sorriso,
de aprender contigo...
o que podes me ensinar.
Saudades de ter vocĂȘ por perto,
de sentir o gosto do amor
o aperto do desejo
e a loucura do calor que incendeia os desejos.
Sentir-te bem perto, sentir-te o cheiro, que aconchego,
ter vocĂȘ por perto para conversar oras a fio
sem nada a nos atrapalhar.
Palavras não exprimem o sentimento chamado afinidade. Tem coisas na vida que só são captadas e sentidas pelo coracao não tendo explicação.
Intenda a vocĂȘ, conheça seu estado de espirito, sĂł assim saberĂĄ se defender de muitos conflitos em sua prĂłpria mente.
E O VĂRUS RONDOU A FAVELA
Faltava tudo na casa do pobre homem,
sĂł nĂŁo faltava fome.
Como essa desgraça é coisa pra se matar,
um vĂrus armado rondou por lĂĄ.
Casa sem porta, faltava trancar.
Como era de se esperar,
ao reles morador algo mais faltou:
faltou-lhe o olfato.
Até jå se acostumara com esse "nada ter".
- "Ora, se aqui todos suportam o mau-cheiro
da lama e nem mais reclama, olfato pra quĂȘ?!"...
Também era asmåtico.
Ar falto.
Remédio mais ouvido:
- "MĂŁos ao alto!"...
Digo - pra ser mais enfĂĄtico:
...o remédio mais ouvido
na entrada de um ouvido
antes de ouvir o estampido...
- "Quem me socorre?"...
Como sempre, ninguém.
Faltou o afeto.
- "EntĂŁo leve, leve sim,
leve tudo o que tenho,
ninguém se apieda de mim,
mas me salve a vida!"
- "Ai, Senhor, que dor,
quanta falta de amor!"...
Ănica sentimental saĂda,
prenĂșncio de despedida:
Ă que o vĂrus,
atlético, patético e antiético,
por nĂŁo ter encontrado nada,
tirou do nauseante moribundo
o que ele inda lutava pra nĂŁo perder,
acreditando ser-lhe dalguma valia,
mesmo neste degradado mundo,
onde ninguém o ouve,
onde ninguém o socorre.
onde toda ilusĂŁo Ă© vĂŁ - e morre.
(fernandoafreire)
Esse brilho todo representa nada
à só um objeto que tå no pescoço
O que importa mesmo Ă© minha caminhada
CĂȘ jĂĄ viu o brilho que tem no meu olho?
