Quintana Amar
É preciso valorizar o que é nosso.
É preciso amar o nosso compatriota.
É preciso ter identidade cultural própria.
É preciso ser leal e patriota.
É preciso investir no futuro do País; O futuro é o seu capital humano.
Magia de amar
Estarei com você para o que precisar
Na magia do riso ou ate se chorar
Serei o seu anjo, te darei amor
Serei o perfume da mais linda flor
Tocarei em ti, no seu coração
Despertando o amor e o fogo da paixão
Te olharei nos olhos, chamando você
Beijando sua boca e amando você
Serei seu refugio, seu porto seguro
Serei seu farol, uma lúz no escuro
Me chame, me sinta perto de você
Confesso amor que só sei te querer.
Em você eu não paro de pensar
Sobre você eu não paro de escrever
Sera que estou a te amar?
Pois em tudo eu vejo você...
O teu rosto eu vivo a imaginar
De manhã até o anoitecer
Sera que eu vou te encontrar?
E te olhando poder te dizer
Que você se tornou especial
Suas palavras são cheias de amor
O que sinto, sei, não é normal
Pra você já escolhi uma flor...
Que estava no jardim de um quintal
Eu peguei e senti um calor
Foi uma força sobrenatural
Isso tudo parece ser amor.
Me encontro e me perco sempre em seu olhar
Com medo de amar, olha meio sem jeito
Ando sobre espinhos se me acompanhar
O amor é assim, ele domina o peito
Quão agradável é amar as ilusões imortais. Elas duram para sempre e não ferem como as mortais. E se ferem, não são letais
Calma... Tanta pressa...
Pra quem andava preenchido de quase nada.
Com preguiça de amar.
De construir, de transformar.
Tanta urgência...
Pra quem preferia encher o bolso ao invés do coração.
Que nem se importava mais com abraços e beijos.
Tudo a nossa volta se trata de prisões.
Agora nos damos conta que já faz um tempo que andamos entre as pessoas carregando cadeados.
Agora, não derrepente, nos desespera a vida.
E mesmo compreendendo o mínimo do que é não poder, o que é findar-se. Mesmo assim, estamos aprisionando a tudo que se move, que se liberta.
Tanta pressa...
Pra continuarmos destruindo o que nos alimenta e cura.
Emergenciando sobre a terra, cimento e cal.
Um dia, talvez, nem sobre espaços para os sete palmos de cada ambição.
Então, não deixe as coisas nada urgentes te acorrentarem.
Calma...
Apenas pare um pouco e respire.
Texto: #mirlacecilia
Imagem: #escapingyouth
QuinAmar o amor do Arraiá
Mariinha, moça formosa e bonita de lascar. Todos em Tracunhaém só são elogios pra moça, dizendo que é a mais linda do lugar e quem se meter em apostar em outra moça vai se ferrar.
Muitos concorrentes querendo o coração dela conquistar, mas a bela já tem um, que seu coração fez acelerar, todos tentam de todas as maneiras, mas em vão tentar.
Quinzinho, rapaz humilde e respeitado no arraiá. Pouca formosura, mas respeito e valentia se faz sobrar, por tudo isso fez a bela Mariinha se encantar.
Numa noite de festa nos arredores, fez os dois uma prosa começar, conversa pra lá e pra cá, entre sorrisos e olhares o amor começou a brotar.
Não tardou muito pra Quinzinho a mão da moça, pedir pra casar e em questão de dias, o casamento veio se confirmar.
Quinzinho e Mariinha formaram a família mais linda e respeitada nas bandas daquele arraiá.
As autoridades do local nada gostaram, pois seus filhos eram merecedor daquele amor.
O Prefeito com seu filho patricinho e esbanjador, achava que podia comprar seu amor.
O Delegado com seu filho metido ao tal, arrogante e lutador, queria porque queria ser o dono daquele amor.
O Padre que não tinha filho, mas por conveniência opitava pra os filhos das autoridades Mariinha deveria se enamorá.
Sem falar do Senhor e a Madame do Engenho que se considerava o Rei e a Rainha do Arraiá, e queriam que seu filho Doutorzinho deveria com a moça se casar.
Devida a tantas perseguições e muita gente querendo o amor de Quinzinho e Mariinha de qualquer forma acabar.
Eles fugiram pra viver num povoado pequenininho nas margens do Rio São Francisco, lugar mais bonito não há, vivendo felizes com Deus Pai a lhes abençoar.
"O mundo não foi feito para "reclamar"... e sim, para agradecer e Amar!"
Otávio Abadio Bernardes
Goiânia, 20 de abril de 2026.
