Jean la bruyère
Somos o conteúdo que quisermos ser
expressados no limite de palavras
que procuramos absorver
Também em atos curtos alcançados pelo
corpo humano, configurados com
sentimentos, dos puros aos mais profanos
Somos em cerne e epiderme únicos
afinal, na digital, ninguém é igual
Ensaio de nós mesmos, vivemos em construção
Mas existe diferença entre tempo e evolução
A liberdade para nós, é a mente em expansão
Só isso é que somos, ou tudo isso, depende da visão...
Amigos são feitos para estar com você, nos momentos difíceis, Já os amigos falsos são só para manipular e falar mal de você...
Tudo é psicologicamente construído na mente, incluindo a dor. O que o psicológico não psicografou o corpo não sente. Memórias de um poeta.
Ah, o amor
Me disseram que o amor é dor
Que é a morte em forma de ilusão
Me disseram que ele p'ra quem foi machucado
É sofrimento, não salvação
Ah, o amor
Porque vem de forma tão avassaladora
Queria poder lhe defender
Mas, esses corações machucados
Perdoe-me, preciso compreender
Ah, amor
Você realmente é inevitável
É impossível lhe previnir
Mas, por Obséquio...
Nesses corações machucados
Entre, costure retalhos
Porque, p'ra quem tanto sofreu
O amor é pura ilusão
Um belo caçador
Caça sua presa com esplendor
Sempre é contradito em sua missão
Que é apenas amor e união
Seu caminho não é fácil
Mas assim é o mais recompensável
Seu amor é incondicional
Até para aquele que se sente um marginal
Seu amor é o caminho para a paz no mundo
Basta querer sair desse seu submundo
Ele não amava a religião
E sim as pessoas
Que acreditam em sua missão
Gratidão!
"Procura a verdade. Diz apenas o que julgas saber, cala-te a respeito de tudo o mais. Exprimi-te com sinceridade e recusa as construções com floreios. Desce ao puro, ao profundo, ao autêntico. Se acontecer que, uma vez encontrada a verdade, tenhas de comunicá-la, fá-lo-á da maneira mais conforme à tua verdade interior."
Ai de mim.
Ai de mim se eu não lhe amasse.
Não conheceria a imensidão,
Não saberia o que é amor
E nem o bater de corações.
Amor, lhe amo tanto
Que me perco nas palavras.
Nenhum poema que eu escreveria
Resumiria minhas falas.
Eu sei que não sou perfeito,
Aliás, ninguém é.
Me perdoe se sou chato,
Até mesmo esse mané.
É que eu lhe amo muito
E tenho medo de lhe perder.
Eu não sei viver mais sozinho...
Não vivo sem você.
Ai de mim se não fosse você, amor.
P'ra me libertar.
Ai de mim se não fosse você, amor.
P'ra me amar.
A cada dia que passa, amor
Lhe amo mais.
E a cada dia que passa, amor
Não sou capaz,
Capaz de viver sem você.
É uma questão de amor,
Carinho, do teu ser.
Ai de mim, amor...
Ai de mim...
Eu viver sem você.
Passará.
Grite fundo,
Seja mudo,
Viva muito.
Isso tudo vai passar.
Fale pouco,
Seja solto,
Fique louco.
Isso tudo vai passar.
Cuide de si
Que nem o saci.
Tudo bem cair,
Isso tudo vai passar.
Ame muito,
O mundo é curto,
Passa em segundos,
Não pereça de sofrer.
Porque, leitor
isso tudo vai passar.
Babá é meu pai
Babá quem me guia
É Lufã que me acalma
Oxalufã é minha vida
Obátalá repousa em mim
E toma conta de todo meu ser
Eu lhe sinto, é sereno
É uma honra lhe receber
Tu és a força que me habita
Se manifesta a todo redor
Babá, torne leve minha sina
Babá, eu sigo tua voz
Babá venha-me curar
Babá, venha no seu tempo
Obátalá, venha no ijexá
Babá Lufã, venha nesse momento
Traga carinho e paz
Para esse filho tão carinhoso
Babá ibí, babá ibí
Traga força ao seu povo.
Exêue Babá!
Coração de poeta
Olho, me vejo
Eu não lhe sinto
Olho, te vejo
Estou sozinho
Eu grito
Nem eu me ouso
Coração aperta
Eu sou tão tolo
Pois, coração de poeta
Não possui som
Não tem vida
Vive de ilusão
É tão ingênuo
Meu coração
É tão derradeiro
Essa paixão
Pois, coração de poeta
Não tem igual
O sentimento aumenta
É natural
Eu
Eu quem?
Eu, você ué
Eu, você ué?
É, eu sou você
Você sou eu?
Sim, eu sou você
E quem somos nós?
Hã?
Se eu sou você e você sou eu
Quem sou eu?
Quem é a gente?
Isso, quem nós somos?
Somos nós
Somos nós?!...
Isso!
Agora entendi
Entendeu?
Entendi!
Então me explica, porque eu não.
