S. inácio
Quando Jesus disse para as mulheres de Jerusalém "Não chores por mim. Chorai por vós" suas palavras profetizavam o governo do Senhor Juscelino. Penado de agruras para o povo brasileiro. Penado que o pobre há de comer o que encontrar no lixo ou então dormir com fome. Você já viu um cão quando quer segurar a cauda com a boca e fica rodando sem pegá-la? É igual o governo Juscelino!
É difícil aceitar
a face escura de Deus.
Raríssimos são aqueles
que o conseguem.
E os que se tornam
a face escura de Deus?
Como as pessoas comuns
poderão compreendê-los?
Os aparentes atrasos de Deus não são provas de Seu desagrado, às vezes é possível que esconda Seu rosto dos santos que mais ama. Lhe agrada em extremo manter os Seus em oração, encontrá-los continuamente batendo na porta do céu. Pode ser, diz a alma, que o Senhor me prova, ou que Lhe agrada ouvir como lhe apresento, gemendo, a minha condição.
Um raio
Fulgura
No espaço
Esparso,
De luz;
E trêmulo
E puro
Se aviva,
S’esquiva
Rutila,
Seduz!
Vem a aurora
Pressurosa,
Cor de rosa,
Que se cora
De carmim;
A seus raios
As estrelas,
Que eram belas,
Tem desmaios,
Já por fim.
O sol desponta
Lá no horizonte,
Doirando a fonte,
E o prado e o monte
E o céu e o mar;
E um manto belo
De vivas cores
Adorna as flores,
Que entre verdores
Se vê brilhar.
Um ponto aparece,
Que o dia entristece,
O céu, onde cresce,
De negro a tingir;
Oh! vede a procela
Infrene, mas bela,
No ar s’encapela
Já pronta a rugir!
Não solta a voz canora
No bosque o vate alado,
Que um canto d’inspirado
Tem sempre a cada aurora;
É mudo quanto habita
Da terra n’amplidão.
A coma então luzente
Se agita do arvoredo,
E o vate um canto a medo
Desfere lentamente,
Sentindo opresso o peito
De tanta inspiração.
Fogem do vento que ruge
As nuvens aurinevadas,
Como ovelhas assustadas
Dum fero lobo cerval;
Estilham-se como as velas
Que no alto mar apanha,
Ardendo na usada sanha,
Subitâneo vendaval.
Bem como serpentes que o frio
Em nós emaranha, — salgadas
As ondas s’estanham, pesadas
Batendo no frouxo areal.
Disseras que viras vagando
Nas furnas do céu entreabertas
Que mudas fuzilam, — incertas
Fantasmas do gênio do mal!
E no túrgido ocaso se avista
Entre a cinza que o céu apolvilha,
Um clarão momentâneo que brilha,
Sem das nuvens o seio rasgar;
Logo um raio cintila e mais outro,
Ainda outro veloz, fascinante,
Qual centelha que em rápido instante
Se converte d’incêndios em mar.
Um som longínquo cavernoso e ouco
Rouqueja, e n’amplidão do espaço morre;
Eis outro inda mais perto, inda mais rouco,
Que alpestres cimos mais veloz percorre,
Troveja, estoura, atroa; e dentro em pouco
Do Norte ao Sul, — dum ponto a outro corre:
Devorador incêndio alastra os ares,
Enquanto a noite pesa sobre os mares.
Nos últimos cimos dos montes erguidos
Já silva, já ruge do vento o pegão;
Estorcem-se os leques dos verdes palmares,
Volteiam, rebramam, doudejam nos ares,
Até que lascados baqueiam no chão.
Remexe-se a copa dos troncos altivos,
Transtorna-se, tolda, baqueia também;
E o vento, que as rochas abala no cerro,
Os troncos enlaça nas asas de ferro,
E atira-os raivoso dos montes além.
Da nuvem densa, que no espaço ondeia,
Rasga-se o negro bojo carregado,
E enquanto a luz do raio o sol roxeia,
Onde parece à terra estar colado,
Da chuva, que os sentidos nos enleia,
O forte peso em turbilhão mudado,
Das ruínas completa o grande estrago,
Parecendo mudar a terra em lago.
Inda ronca o trovão retumbante,
Inda o raio fuzila no espaço,
E o corisco num rápido instante
Brilha, fulge, rutila, e fugiu.
Mas se à terra desceu, mirra o tronco,
Cega o triste que iroso ameaça,
E o penedo, que as nuvens devassa,
Como tronco sem viço partiu.
Deixando a palhoça singela,
Humilde labor da pobreza,
Da nossa vaidosa grandeza,
Nivela os fastígios sem dó;
E os templos e as grimpas soberbas,
Palácio ou mesquita preclara,
Que a foice do tempo poupara,
Em breves momentos é pó.
Cresce a chuva, os rios crescem,
Pobres regatos s’empolam,
E nas turvam ondas rolam
Grossos troncos a boiar!
O córrego, qu’inda há pouco
No torrado leito ardia,
É já torrente bravia,
Que da praia arreda o mar.
Mas ai do desditoso,
Que viu crescer a enchente
E desce descuidoso
Ao vale, quando sente
Crescer dum lado e d’outro
O mar da aluvião!
Os troncos arrancados
Sem rumo vão boiantes;
E os tetos arrasados,
Inteiros, flutuantes,
Dão antes crua morte,
Que asilo e proteção!
Porém no ocidente
S’ergue de repente
O arco luzente,
De Deus o farol;
Sucedem-se as cores,
Qu’imitam as flores
Que sembram primores
Dum novo arrebol.
Nas águas pousa;
E a base viva
De luz esquiva,
E a curva altiva
Sublima ao céu;
Inda outro arqueia,
Mais desbotado,
Quase apagado,
Como embotado
De tênue véu.
Tal a chuva
Transparece,
Quando desce
E ainda vê-se
O sol luzir;
Como a virgem,
Que numa hora
Ri-se e cora,
Depois chora
E torna a rir.
A folha
Luzente
Do orvalho
Nitente
A gota
Retrai:
Vacila,
Palpita;
Mais grossa
Hesita,
E treme
E cai.
É estranho quando pessoas que você conversava tanto repentinamente param de falar com você. É como se faltasse algo no seu dia-a-dia, como se nada naquele dia foi bom sem a seguinte frase daquela pessoa especial que deixa seu dia mais alegra, mais completo: "Oi tudo bem? Como você está ?".
Namoros que deixam amigos de lado, tentativas falhas de um amor não correspondido. Quando será que as pessoas darão valor verdadeiro aos que estão em sua vida. Quando irão parar de evitar os que realmente se importam com elas...
Você tem que viver esfericamente em várias direções. Nunca perca o entusiasmo infantil e tudo será seu" (...) "Não importa o que aconteça guarde sempre sua inocência isso é o que há de mais importante!
Não existe no planeta Terra nenhum país que deu certo, que se desenvolveu, que cresceu economicamente pela ignorância, pelo analfabetismo ou pelo empobrecimento. Todos os países que cresceram investiram muito em educação.
A educação não é tarefa de um partido defender. A educação é uma tarefa da sociedade levantar a cabeça. Aqueles que já tiveram a oportunidade de ir para a universidade precisam levantar a cabeça para que esse país não sofra no século XXI o mesmo atraso que ele sofreu no século XX.
Dê 1 bilhão para uma pessoa que vira uma conta bancária. Reparta 1 bilhão para 1 bilhão de pessoas que vira distribuição de renda.
Esse país só será respeitado se a gente recuperar a nossa auto-estima. Nós temos que gostar do Brasil. Nós éramos respeitados e muito respeitados. E sabe por quê éramos respeitados? Porque a gente aprendeu a se respeitar.
Gostaria de poder fazer algo sobre a corrupção no país. Se dependesse de mim, todos estes deputados corruptos estariam na cadeia.
Ninguém neste país tem mais autoridade moral e ética do que eu para fazer o que precisa ser feito.
Se tem um governo que tem sido implacável no combate à corrupção, desde o primeiro dia, é o meu governo.
"Dizer alguma coisa para outra pessoa: como podemos esperar que aquilo possa surtir efeito? O fluxo de pensamentos, imagens e sentimentos que passa por nós tem uma força tal que seria um milagre se não inundasse simplesmente todas as palavras que outra pessoa nos diz, relegando-as ao esquecimento, a não ser que coincidentemente, muito coincidentemente, combinem com as nossas próprias palavras."
Bem dentro da escuridão,
uma luz, um livro ardia.
Nas lonjuras do Sertão,
um jovem poeta lia.
(Estrelas, constelações,
relinchando fantasias.)
“Se submeter a vontade de Deus não é somente um ato de obediência , mas sim um ato de adequação a sonhos e projetos que nasceram no coração de Deus para cada um de nós”
