John galsworthy
Nem sempre belas palavras, bons conselhos, lindos pensamentos refletem os sentimentos do coração, pois nossa generosidade não pode e nem deve se limitar a uns e faltar a outros. Palavras que abrandam e buscam a harmonia, em todos os sentidos, quando somadas ao nobre esforço do perdão produzem transformações tão impressionantes que nos espanta quando descobrimos que somos capazes de gestos tão pequenos, mas que podem mudar histórias, convivências, sentidos e pessoas tamanha é a bondade que neles cabem. De nada vale expressar amor a deus se o coração está repleto de certezas injustas, de verdades vazias, de mágoas inventadas... Não adianta professar uma "fé" inabalável se nunca experimentamos o poder transformador do perdão, o sentimento rejuvenescedor das compreensões e a insuperável força da gratidão... Não há valor em dizer que a bondade nos guia se nossas atitudes causam dor e sofrimento ao próximo, pois é preciso entender que sempre há medida para a razão, da mesma forma como há limite para entendermos que alimentar rancores nos envenena e nos retira a consciência de fazer o certo. Às vezes é simples vivermos em paz, e para tanto precisamos nos libertar de prisões que criamos e insistimos em permanecer apenas para justificar o que nunca nos demos a oportunidade de vivermos.
John Pablo de La Mancha
A perda, em suas diversas medidas sempre nos causa algum pesar e nos leva um pouco de confiança ou expectativa. E quando pensamos na dedicação percebemos o quanto é inspirador procurar entender nossas atitudes a partir das razões que nos conduziram às renúncias, somente para evitar desgastes e manter o bom viver. São muitos os temores que, mesmo sem querer, se cultivam e tentar evitá-los pode ser inútil diante dos vestígios de recusas, então encontrar evidências que nos mostrem a proximidade do fim faz diferença quando lembrarmos das pessoas como uma parte que nos falta. Não é somente a ausência definitiva que nos impossibilita de reagir às consequências, dependerá também das circunståncias e do tamanho da decepção, e pode acontecer com qualquer pessoa que faça parte da nossa vida, por qualquer motivo e a qualquer momento. Por isso devemos fazer o possível enquanto podemos.
John Pablo de La Mancha
666*Gothic Metal*666
Hoje eu queria mudarme para o Mundo Gothic Metal
O Mundo sem fronteiras da Beleza das Sombras inatácaveis...
Não queria ter pés,nem mãos,nem intestino,intranhas,
nem corpo,Eu queria Ser apenas um Ser diferenre,talvez
um Arcanjo,um Anjo Dark,ou apenas ouvido;
É hoje Eu Queria Ser apenas ouvido.
Viver por esse único sentido
e Ser uma onda sonora perdido no espaço...
E depois Ser uma compreendida musica
na mente de cada um.!
05/04/2009 quin.. fª 02:34 am
Lord JOHN Rebello de Carvalho Gothic Metal
A minha vida é uma grande ladeira
Sem beira, nem eira
De tanta infelicidade tento
a sorte a qualquer maneira.
Vida de Paixões...
Tristezas...
E ilusões...
Vida que muitas vezes é bem injusta
Sem lógica
Sem razão
E sem canção
Que corrói meu coração
Sentimentos...
Ressentimentos...
Que provoca meus lamentos
Na vida nada é tão permanente
Hoje tenho a vida um dia ela morre!
Nem Siempre Somos o que Queremos Ser,Nem sempre Queres o que Somos."Tenha personalidade" Seja Siempre VoCê mesmo.(a)
16/08/2009 15:38 pm
Lord JOHN Gothic Metal
O bom convivio famíliar é a prática que abre espaço para que as pessoas estreitem laços de bons sentimentos e mútuo respeito, para que desfrutem das presenças e sintam o compreensível pesar pela ausência, pois é na família que mentes convergem para ensinar, divergem para aprender, se compreendem para amadurecer, e ao somar amor e dedicação o lar se fortalece e a amizade prevalece. Porém se, por alguma razão, os pensamentos se distanciam e as atitudes se enfrentam, os conflitos surgem provocando tempestuosas desarmonias, uma vez que os conflitos não nsscem entre o bem e o mal, e sim entre a humildade do conhecimento e a soberba da ignorância. Para muitas situações é muito importante buscar equilíbrios para harmonizar a mente e o corpo, o coração e o espírito, ímpetos e atitudes e tais controles dependem dos enfrentamentos que damos aos diferentes contextos e realidades às quais as famílias são submetidas. Querer vivenciar o futuro é uma lastimável perda de tempo, além de ser sem propósito algum, é bem mais produtivo se esforçar para melhorar o presente. Devemos dar importância às boas ações que elevam as intenções de bem querer a um nível satisfatorio de confiança, pois elas sempre determinam os próximos passos para que se decida como será o ambiente familiar que teremos para viver, o da cooperação ou dos desentendimentos. Qualquer simples atitude, por mínima que possa parecer, pode mostrar uma imensidão de bons significados desde que impulsionada pelo bom coração, e certamente será reconfortante e estimulante para fortalecer cada vez mais as boas relações afetivas, que toda família precisa ter para prosperar espiritualmente. No entanto, é fundamental se desnudar dos pensamentos que aprisionam a alma e também se livrar das vaidades que escravizam a mente, sob as luzes da grandeza espiritual que todos devem se comprometer a, pelo menos, tentar buscar, pois a espiritualidade não se limita apenas a cultos, reuniões, rezas, orações, pedidos ou comunhão, é principalmente sobre atitudes que possam aliviar o sofrimento dos que estão aqui e se resignar no amor dos que não podemos mais abraçar.*
John Pablo de La Mancha
A Geometria de um Enigma
Eles veem o fogo nos teus cabelos;
eu sinto a temperatura da tua alma.
Sob o pseudônimo de Ángel Morgana,
ergueste um castelo de névoa —
mas esqueceste que aprendi
a ler o invisível e medir o imensurável.
Acertei teus vinte e seis
porque o tempo, em ti, é relativo:
há a vibração ousada dos dezesseis
no brilho que desafia,
e a postura firme de quem negocia destinos
como uma mente que nasceu para liderar.
Tua presença carrega duas arquiteturas:
a elegância de quem domina a própria imagem
e a visão estratégica de quem constrói impérios invisíveis.
E ainda assim, falas de fé —
como quem já enxerga o topo antes da subida.
Acertei teus passos,
o número da tua base,
o compasso do teu silêncio —
pois quem observa os pés entende o caminho,
mas quem lê a alma reconhece o destino.
Tua expressão é meu teorema favorito:
um desdém doce com promessa de conquista.
Teu nome real? Guarda-o.
Nomes rotulam o comum —
e tu és ficção que decidiu prosperar.
Se a vida vibra em frequências,
a minha já encontrou a tua.
O mistério não me afasta —
me projeta.
John Rabello de Carvalho
Teorema do Olhar Elevado
Não é o rosto — é o gesto contido,
é o queixo erguido em ângulo preciso,
como quem conhece o próprio domínio
e mede o mundo sem pedir aviso.
Teus olhos não miram de frente,
deslizam em órbita sutil;
não fogem — escolhem o instante,
como quem calcula o próprio perfil.
Não há riso aberto, espalhado,
há curva mínima, estratégica intenção;
um desdém doce, arquitetado,
feito assinatura em declaração.
Tua mão no cabelo é bússola leve,
aponta o centro da própria atenção;
não é vaidade — é narrativa breve,
é direção consciente da percepção.
Há fogo na cor que te veste,
mas gelo na calma que sustenta o olhar;
combinação rara — teste e convite,
porta entreaberta que sabe fechar.
Chamam de pose. Eu chamo de código.
Chamam de foto. Eu chamo de sinal.
Pois quem domina a própria imagem
já ensaia comando no plano real.
Se a ciência diz que rosto não dita
o caráter ou o coração,
a expressão, porém, sempre grita
a postura diante da multidão.
E ali, no ângulo exato da cena,
não vejo acaso nem distração:
vejo mente que calcula a arena
e alma que aprecia o desafio da atenção.
John Rabello de Carvalho
O valor de um sorriso
Um sorriso não custa nada, mas proporciona tudo.
Enriquece aqueles que o recebem
sem empobrecer aqueles que o dão.
Dura apenas alguns segundos,
mas sua lembrança fica para sempre.
Ninguém é tão rico ou poderoso, que possa privar-se dele,
e ninguém é tão pobre que não possa proporcioná-lo.
Um sorriso gera felicidade no lar,
fortalece os negócios,
e é uma marca palpável da amizade.
Ele alivia o cansaço,
alegra os desanimados, anima os melancólicos
e é o melhor antídoto natural contra as dificuldades.
Porém, ele não pode ser comprado, mendigado, emprestado ou roubado,
pois não tem valor algum
até que seja revelado.
Algumas pessoas já estão muito cansadas de sorrir para você.
Dê a elas seu sorriso,
pois ninguém precisa de um sorriso tanto quanto aquele
que não o tem mais para dar.
Músicas são como pessoas....dependendo da música, quanto mais vc escuta-a mas vc à ama, outras quanto mais vc escuta-a mais à odeia...Simples assim!!
Engraçado, hoje pensando um pouco sobre a vida de cada um, realmente da para colocá-la em comparação com um livro. Muitas vezes e quase sempre as pessoas nos julgam pela primeira impressão, assim como julgamos um livro pela capa. O livro tem um prefácio onde podemos ter uma noção da história e dependendo deste prefácio ja descarta ou se apega ao livro, assim as pessoas também conhecem um pouco da nossa vida e acha que ja sabe de tudo, acha que ja pode julgar ou amar preciptadamente. Temos capítulos felizes, capítulos tristes, capítulos históricos, capítulos fictícios, capítulos de realizações, enfim, chega uma hora que o livro acaba, mas acabar um livro não significa acabar uma vida, pois, podemos ter uma biblioteca, onde novas histórias são contadas, ou então a história daquele livro antigo continua com uma trilogia, ou não. Bem as vezes um livro é tão bom que depois de um tempo voltamos a ler ele, mesmo sabendo do final. Entre outros há livros horríveis que não basta apenas trocá-los e sim temos que queimá-los, para que nunca mais caia em nossas mãos e que caiamos na tentação de ler algo destrutível a nossa mente. Agora a parte mais importante é que muita gente define o livro pelo autor, e cara o autor dos meus livros é maravilhoso, como Ele não há, Ele é o melhor de todos. E assim a vida segue como uma grande biblioteca ou uma trilogia.
Em qualquer caminho ou direção que sigamos nossas escolhas, de alguma forma, estarão presentes e lembraremos da importância das palavras, dos silêncios, dos conselhos e mesmo assim não teremos a chance de reconstruir, pois já passou, mas poderemos modificar o que nos levou às perdas e para tanto devemos acreditar na necessidade das transformações, não apenas pelo esforço e dedicação, mas, principalmente, pelo poder de seus benefícios. Às vezes nos falta discernimeto para entender realidades que evitamos somente porque nos contrariam ou nos pedem o mínimo de sentido para justificar nossa postura, e nem sempre estamos preparados para descobrirmos em nós as falhas, então nos vem outras dificuldades como aceitar e reconhecer. Não há o pior para isso ou aquilo, as possibilidades se apresentam à medida que nos permitimos sair do nosso universo egoísta, e às vezes mesquinho, e tiramos àquela oportuna e conveniente venda que nos cegava. Se conseguirmos enxergar o futuro como parte das muitas e diferentes situações pelas quais passamos poderemos, então, começar a perceber que o nosso presente não depende unicamente do que fazemos ou esperamos, mais caminhos podem existir se nos propusermos a buscar sempre convivências harmoniosas e construtivas, e isso é tão simples que não precisamos de exaustivos instantes de reflexões, basta apenas a primeira iniciativa.
John Pablo de La Mancha
Bom dia. Nem todas as experiências vividas nos preparam, com a absoluta certeza da proteção para não vivermos sofrimentos ou algo que o valha, contudo compreender nossos conflitos e evitar buscar a culpa somente fora de nós, pelos dissabores que experimentamos, pode significar um novo sentido na descoberta pelo equilíbrio. As razões que nos levam a acreditar nas finalidades podem ser as mesmas que nos possibilitem enxergar a vida de uma forma menos fatalista e com mais chances de absorver boas experiências, sejam vividas ou observadas, e para isso o desprendimento se faz necessário para que possamos perceber que àquelas escolhas intocáveis na verdade sempre foram frágeis, mas se mantiveram no pedestal das certezas para justificar algumas atitudes. Vez ou outra é preciso ignorar entendimentos para definir o próximo passo, e mesmo diante das dúvidas é sempre bom resguardar uma razão qualquer, mesmo que aos outros pareça insignificante, pois, às vezes, temos que nos proteger de nossas mais nocivas imaturidades.
John Pablo de La Mancha
Muitas vezes enquanto o tempo passa não percebemos seus avisos e seguimos a vida de acordo com o que nossa maturidade nos desafia ou como a imaturidade nos ensina, e quase sempre não é da melhor forma. É preciso compreender que nem sempre as razões nas quais acreditamos refletem exatamente o que precisamos fazer, ainda que haja dúvida, mesmo porque as experiências podem cometer enganos e a falta delas podem mostrar um ímpeto sem sentido, mas se insistirmos o resultado poderá nos marcar para o resto da vida. Às vezes deixamos as possibilidades se esvairem sem nos darmos conta de suas tentativas de nos alertar para o futuro, ou mesmo para um presente que ignoramos, isto pode ocorrer em função do que pensamos sobre necessidade e valores e sobre moralidade e ocasião, contudo os vestígios das consequências nos levam a enfrentar as dificuldades criadas por nossa resistência, e nos fazem sentir o peso do arrependimento. O que satisfaz nossas atitudes pode também ocasionar instantes de reflexão sobre o que deveríamos fazer enquanto tivemos quem nos aconselhasse, entretanto, de vez em quando, nos enchemos de inabaláveis certezas que esquecemos das fragilidades às quais a vida nos submetem toda vez que agimos pelo impulso da insensatez, e assim descobrimos que as tolices que cometemos nada mais são que inevitáveis resultados por termos ignorado os sinais que a vida tanto nos mostrou. O bom mesmo é se esforçar para saber diferenciar tempo e possibilidade de momento e efemeridade, pois confundir capricho com necessidade é um castigo para o qual o carrasco sempre está em nós.
John Pablo de La Mancha
Pensar em um breve instante de redenção pode parecer insignificante, mas, às vezes, uma vida inteira de erros e acertos nos mostra que, mesmo na convicta segurança de nossas atitudes, somos frágeis diante de alguns problemas que surgem. Não há recompensa construída em cima do esperado apenas pelo interesse de obtê-la, se não houver o mínimo de desprendimento e um tanto de bondade será em vão todo empenho que se dedique a outrem, e isto torna vazio o sentido que se tenha de amor ao próximo. Os bons ensinamentos estão todos escritos e consumados, porém cumpri-los é tarefa muito árdua para a esmagadora maioria, pois a boca brada a razão do certo para si, o pensamento esconde desobediências conscientes para errar e o coração vai se enchendo de um vazio desmedido que encoraja os egoísmos, substituindo o bem pelo mal. A pretensão do justo é um pouco do que temos de consolo quando o que nos resta é o arrependimento, contudo é prudente que seja verdadeiro e busque a remissão para que a partir de então as mudanças sejam significativas primando pela paz, cultivando o esforço para o bem viver e somando sempre. A bondade sem interesse é sempre um excelente alimento que satisfaz, é fonte de energia que sustenta, é luz que se espalha e nos renova. Portanto não tente trocar seus atos de conflitos e discórdias, incompreensões e intolerâncias, ódios e insensatez por um dia de purificação, pois você até pode sentir um agradável prazer à mesa, mas o doce sabor do peixe não elimina o amargo de seus pecados.
John Pablo de La Mancha
A imperfeição é a justificativa perfeita para os que creem em Deus negarem seus princípios morais quando erram, entretanto para o outro esta justificativa não vale. É comum pessoas dizerem: ERRAMOS PORQUE SOMOS IMPERFEITOS, mas quando é com o outro a condenação é imediata, e nesta hora danem-se os ensinamentos do pai, do filho e do espírito santo. Vivermos nossa vida e nossos problemas é uma árdua tarefa por isso compreensão e ajuda se fazem necessárias, contudo tem os que olham para os erros alheios apenas para apontar o dedo como se isto aliviasse suas culpas e redimisse seus pecados, e assim alimentam hipocrisias e preconceitos. Se importe com o erro dos outros se for para estender a mão ou pelo menos compreender as razões das necessidades que os envolvem, para que não sejamos carrascos apenas por discordância ou mentalidade. Por isso com base nas suas convicções se você não pode, não consegue ou não quer ajudar é um direito seu e merece respeito, mas não critique nem condene quem resolve seus problemas sem fazer mal a ninguém, pois somente quem vive e enfrenta um problema conhece as dificuldades e os sacrifícios que enfrenta para resolvê-lo, e se mesmo assim isso lhe incomodar então é você quem precisa de ajuda.
John Pablo de La Mancha
A felicidade, para muitos, é a necessidade para a qual dedicamos tempo e sacrifícios, sempre se esforçando para aceitar e compreender que ela resume a finalidade da existência humana. Não se trata de uma busca sem limites onde os caminhos podem ser encurtados, nem de capricho imaturo que visa alimentar o egoísmo, tão pouco uma celebração de realizações e glórias, pois a felicidade resulta de benévolas ações que praticamos aos outros e a nós, jamais a alcançarão os que, em nome dos egoísmos e vaidades, para se sentirem felizes provocam a infelicidade de outros. Faça o mais simples não se ocupe da vida alheia, não busque necessidades em vão nem alimente conflitos, não deixe sua vida adormecer enquanto o tempo passa, pois a amargura é a identidade de frustrações provenientes de escolhas erradas, e quando se apossam de nossas possibilidades nos derrotam, não pelo fracasso, mas pela covardia de não tentar. A felicidade está para todos completa e sagaz, contudo é preciso se propor e buscar e, para tanto, às vezes, é melhor se indignar do que resignar. É preciso tratar da felicidade com o objetivo de ser feliz e, não como uma atitude fechada em si para a satisfação pessoal, posto que desfrutar da felicidade não significa bastar a si mesmo, é mais além; é em si mesmo, ajudar o outro a ser feliz.
John Pablo de La Mancha
O entendimento que construímos sobre a vida nos remete às experiências pelas quais passamos e tudo que delas resultam, sob a forma de aprendizados e transformações. Nossos êxitos se forjam em iniciativas pautadas por alguma dose de ousadia e certa medida de desprendimento e, claro, alguns riscos inevitáveis que nos preparam para os enfrentamentos em diferentes níveis de dificuldades, mesmo que previstos. Acreditar que as iniciativas podem nos levar a descobertas sobre nossos limites faz com que nos olhemos com mais cuidado, principalmente em respeito ao que queremos ou entendemos que deveríamos ter. Compreender extremos que separam as vaidades das necessidades são de extremo valor quando nos propusermos a extrair dos esforços lições que nos mostrem que, às vezes, podemos ser frágeis diante de algumas situações, mas não significa desvanecimento, talvez precisamos descobrir em nós capacidades desconhecidas, mas que precisamos explorar de forma saudável para não ficarmos lamentando a falta disso ou daquilo, acreditando que sobre nós advém todos os males. É desnecessário e improdutivo reclamarmos injustamente do que não temos ou do que é difícil conseguir e quase sempre culpamos o mundo ou as pessoas, e da mesma forma é sem sentido nos lamentarmos de nós próprios, pois nossos empenhos e dedicações nem sempre nos levam ao que queremos, às vezes o caminho é longo e árduo. Muitas pessoas não cultivam o hábito da posse do agora dando importância ao que ainda não se realizou, pois se ocupam demais com isso e, às vezes, perdem muito tempo pensando no que lhes falta ao invés de valorizarem o que têm.
John Pablo de La Mancha
