Jean la bruyère

Cerca de 29164 frases e pensamentos para a busca por Jean la bruyère;

⁠Separar um tempo para meditar na  Palavra  de  Deus  é  uma forma  de honrá-la e dar a ela o devido lugar em nossa vida.

Inserida por AngelaCaldas

E lá se foi toda ela!
Não sobrou um só tiquinho se quer.
Vi minha paciência criando perninhas e saindo aos galopes na direção contrária a minha sanidade mental.
Fiquei aqui, completamente só.
Eu e minha chatice.
Inóspita.

Inserida por RegianePinheiro

Dá para você entender o meu “sei lá”?
Sei lá se eu te amo.
Sei lá se amanhã vou viajar ou não.
Se estarei a seu lado ou não.
Porque querer saber tanto, o que eu não sei?

Inserida por RegianePinheiro

A arte de cutucar
Ele cutuca aqui
Ela cutuca de lá
Tio dedo cutuca daqui
Ele vem dali te cutucar
Ela vem de mansinho,
Sem você perceber
E bota o dedinho lá
E todo mundo se cutucar
E assim se cutucando
Vamos todos interagindo
Nesse toque virtual
Mostrado a todo mundo,
Que somos iguais
Com uma tecla apenas
Chamo sua atenção
Que mesmo vivendo distante
Está presente em meu coração!
Essa é uma forma inteligente
Dos anônimos se contactar
Dependendo das cutucadas
Sabemos da importância,
Que o contatado nos dá
Inventaram até um Sambinha
Para ambiente animar
Ti cutuco num cutuco
Tico tico no fubá
E samba do crioulo doido
Se você não cutucar
Se anônimo já era
Tão anônimo vai ficar!
brithowisckys

Inserida por Brithowisckys

⁠E se o vento estiver bom levante a vela e vá em direção ao horizonte, lá onde o amor se esconde, não tenha medo de navegar em águas diferentes só deixe o vento lhe levar

Inserida por Danielnetovtr

Ó mar, Ó mar... há ir beber água salgada e lá ficar..

Inserida por Fernandosoeiro

Lá fora, existe um mundo real.

Inserida por ARRUDAJBde

⁠A porta da Igreja De São Gonçalo está fechada.
Não poderei adorar o Meu Jesus tão cedo. Lá terei de esperar e desesperar.
Toca o sino. São 12h30.
Há silêncio no adro da Igreja.
Onde estão as crianças?
Vejo um cão a chafurdar na terra. Mais ninguém.
Alguns carros apressados cujos condutores conversam amenamente.
É Domingo. O dia do Senhor – 17 de Julho de 2022 – Festa do Santíssimo Sacramento na Igreja de São Gonçalo, no Funchal.
Por detrás de mim, mulheres chorosas com coroas-de-Henrique visitam os seus entes queridos que dormem em paz na “Quinta dos Calados”, a quinta que ninguém gosta de lá pernoitar e os que lá habitam jamais poderão sair com o seu próprio pé.
À minha frente, contemplo o azul do mar no horizonte.
Escrevo a lápis com apoio de uma capa de elásticos semidura que contém os meus currículos. Levo-os sempre comigo na esperança de obter um emprego anunciado numa simples vitrine.
Nunca obtive qualquer resposta dos mesmos…certamente, irão para o recetáculo de lixo mais próximo…quem diria?! Depositado numa vasilha onde se reúnem coisas provenientes de diferentes origens. Ali, estou eu, sepultada, profissionalmente e academicamente.
Mais uma badalada. São 13h.
Silêncio sepulcral.
Despeço-me do tempo com um até breve.

Inserida por filipassos

Inteiro ou metade
Ele sempre está lá pra mim
Diz que sou a melhor
Que adoro meu corpo 
Meus beijos 
Mas eu sempre estou só
Sem ele 
Exceto aos domingos
Pela manhã
Quando faz de mim 
Uns capítulos da história.⁠

Inserida por zelia_gamel

⁠Durante os momentos que desabei 
Ele estava lá 
Mas nunca fisicamente 
E hoje olhando para trás por todo esse tempo, procuro motivos para ficar 
E só encontro motivos para ir
Mesmo não querendo, mesmo relutante por ficar sem você, quando nem mesmo o tenho!
Penso em você lá, doando tudo a você 
Tudo que não fez uma única vez por mim
Que motivos tenho para ficar e quais tenho para não ir.

Inserida por zelia_gamel

Quando fala comigo eu sinto um vazio
Profundo, que faz gemer minha alma.
É inevitável não que as lágrimas não sai do meu rosto.

Zélia Gamel 💞

Inserida por zelia_gamel

⁠⁠A imaginação 
É terra de ninguém. La você pode vivenciar o infinito e absoluto mundo do faz de conta. Faz de conta que sou feliz sem você, sem acorda aos domingos as 5 da manhã e em uma mochila com coisas para o café da manhã com você: que por mais de dois anos repetimos depois de fazer amorzinho, tomávamos juntos rindo conversando sobre nossos dias anteriores. Deixava em seus braços meu corpo sobre o seu em manhãs frias que seu corpo  aquecia.

Inserida por zelia_gamel

⁠O nosso abraço era lar
(por Diane Leite)

Não importava o que acontecia lá fora.
Podia ser morte. Ruína. Doença. Traição.
Podia o mundo estar caindo em pedaços sobre nossas cabeças —
mas bastava um abraço.
Um.
E tudo silenciava.

O tempo parava.
O corpo descansava.
E a alma…
a alma dançava em paz.

Não era sobre rótulos. Nem promessas.
Era sobre reconhecimento.
Aquela sensação rara — quase impossível — de estar exatamente onde se deveria estar.
Como se nossos corpos fossem feitos um para encaixar no outro,
não por carência, mas por memória antiga.

Nosso abraço era refúgio.
Era altar.
Era abrigo do que o mundo não entendia,
do que os outros julgavam,
do que a gente próprio não sabia explicar.

Talvez a gente tenha se perdido.
Talvez nunca tenha dado certo.
Talvez tenha sido caos, confusão e cicatriz.

Mas aquele abraço…
Ah, aquele abraço…
foi verdade.
Foi inteiro.
Foi lar.

E por isso, mesmo que não sirvamos um ao outro como amor duradouro,
servimos como lembrança do que o amor deveria ser.

Que outros encontrem o seu lar assim —
não em promessas vazias,
mas no silêncio sagrado de um abraço que para o tempo.

Inserida por dianeleite

Em meados dos anos 80, lá em Minas, o costume era comprar leite na porta de casa, trazido pela carroça do leiteiro, que vinha gritando "Ó o lêeeeeite!!!".

Minha mãe corria porta afora e o leite _ fresquinho, gorduroso e integral_ era despejado na leiteira para nosso consumo. Porém, era um leite impuro, não pasteurizado, e necessitava ser fervido antes de consumir.


No início, minha mãe tinha um ritual no mínimo interessante para esse evento: Colocava o leite na fervura e saía de perto.
Literalmente esquecia.
Simplesmente I.g.n.o.r.a.v.a.

É claro que o leite fervia, subia canecão acima e despencava fogão abaixo. Eu era criança, e quando via a conclusão do projeto, gritava: "Mãe!!! O leite ferveu!!! Tá secaaaannndo..." e ela vinha correndo, apavorada, soltando frases do tipo "Seja tudo pelo amor de Deus..." e desandava a limpar o fogão, o canecão, e ver o que sobrou do leite_ pra tudo se repetir no dia seguinte, tradicionalmente.

Até hoje não entendo o porquê dessa técnica. Parecia combinado, tamanha precisão com que ocorria.
Mais tarde, ela mudou de estratégia. Eu já era maiorzinha e podia ficar perto do fogo. Assim, ficava ao lado do fogão, de olho no leite esquentando_ pra desligar assim que a espuma subisse, impedindo que transbordasse. Foi assim que aprendi uma grande lição:

O leite só ferve quando você sai de perto.

Não adianta ficar sentada ao lado do fogão, fingir que não está ligando; até pegar um livro pra se distrair. É batata: ele não ferve. Parece existir um radar sinalizador capaz de dotar o leite de perspicácia e estratégia. Porque também não basta se afastar fingindo que não está nem aí. O leite percebe que é só uma estratégia. E só vai ferver ( e transbordar) se você esquecer DE FATO.

A vida gosta de surpresas e obedece à "lei do leite que transborda": Aquilo que você espera acontecer não vai acontecer enquanto você continuar esperando.

Antigamente o sofrimento era ficar em casa aguardando o telefone tocar. Não tocava. Então, pra disfarçar, a gente saía, fingia que não estava nem aí (no fundo estava), até deixava alguém de plantão. Também não tocava. Porém, quando realmente nos desligávamos, a coisa fluía, o leite fervia, a vida caminhava.

Hoje, ninguém fica em casa por um telefonema, mas piorou. Tem email, msn, facebook, sms, e por aí vai. O celular com internet sempre à mão, a neurose andando com você pra todo canto. E o leite não ferve...

Acontece também de você se esmerar na aparência com esperança de esbarrar no grande amor, na fulana que te desprezou, no canalha que te quer como amiga. Então ajeita o cabelo, dá um jeito pra maquiagem parecer "linda e casual", capricha no perfume... e com isso faz as chances de encontrá-lo(a) na esquina despencarem. Esqueça baby. O grande amor, a fulaninha ou o canalha estão predestinados a cruzarem seu caminho nos dias de cabelo ruim, roupa esquisita e couve no cantinho do sorriso.

Do mesmo modo, se quiser engravidar, pare de desejar. Não contabilize seu período fértil e desista de armar estratégias pro destino. Continue praticando esportes radicais, indo à balada, correndo maratonas. Na hora que ignorar de verdade, dará positivo.

A vida _como o leite_ não está nem aí pra sua pressa, pro seu momento, pra sua decisão. Por isso você tem que aprender a confiar. A relaxar. A tolerar as demoras. A não criar expectativas. A fazer como minha mãe: I.g.n.o.r.a.r...

E lembre-se: Tem gente que prefere ser lagarta do que borboleta. Sem paciência com os ciclos, destrói seu casulo antes do tempo e não aprende a voar.

Inserida por fabiolasimoes

Lá vem ele.
Não é jacaré, nem iguana, nem lagartixa.
Calango! É jeito de ser do povo nordestino.
É cultura. É resiliência.
É sabedoria para se manter vivo.
É resistência!
Ah, se todo brasileiro fosse um pouco calango...

⁠E lá se vai o Ano Velho...
triste, mal falado
chegou todo animado
prometendo alegria
esculhambou e aprontou
o que podia e não podia.
Lá vem o Ano Novo, 
de novo,
que não decepcione a gente
não sendo apenas um Ano Novo
mas, um ano diferente...

⁠E lá se foi o Ano Velho!
Para o Ano Novo? 
Quero de presente, entender o presente antes que se torne passado...

⁠A maior honra que se pode prestar à verdade é praticá-la.

Inserida por ItamarRoter

⁠Uma intervenção brutal, pode mudar uma pessoa, aperfeiçoá-la jamais.

Inserida por ItamarRoter

A razão dura um momento; venerá-la perde-se a intensidade de todos os simples momentos relacionados à própria existência.

Inserida por JoniBaltar