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Porque eu sonho so tenho pesadelos.
Diante a teus olhos sou cego.
Para ninguém sei o sei nada serei.

Em toda imensidĂŁo nĂŁo cabe eu e minha imersĂŁo na imensidĂŁo so comparĂĄvel ao sentido por vocĂȘ.
Dentro da imensidĂŁo sĂł apenas a poeira cĂłsmica soprada pelos ventos solares para os quais senti parte da imensidĂŁo passando por meus olhos.
Uma nuvem de poeira cosmica.
A mesma que deu origem a vida,
No silencio respiro parte da mesma imensidĂŁo vejo o tempo se efĂȘmero diante o complexo na vida poeira um dia foi rocha no outro momento parte de um planeta algo parte do universo.
Num enigmĂĄtico dia abri olhos vi que era um terraquio como pode ser...?
Pois me pergunto meus olhos queimarem nos raios do sol vejo cada segundo como Ășnico.
Respirar e respirar sentir coração bater sangue correr pelas veios.
Me sinto no macro cosmo olhando imensidĂŁo de ser parte de um sonho na imensidĂŁo da humanidade.
Ouvir carros passar a mĂșsica ao fundo ouvi o mundo seu movimento compreendo que sentir Ă© maravilhoso e monumental.

"NĂŁo grito para o universo existo, sĂł crio a minha grandeza como uma onda."

"NĂŁo grito para o universo existo, sĂł crio a minha grandeza como uma onda."


Cada instante avançamos como disposição da caverna nem todos olham para fogo maravilhados com as sombras pois somos humanos criticos nem tudo copilido no foco da existĂȘncia pois a fome de evolução mesmo na preguiça dos seres animados.


Por ser o que somos viajamos por nossos universos pessoais ignoramos existĂȘncia a grandeza do universo que vivemos. Ainda mais nĂŁo  damos conta que podemos contemplar nosso crescimento diante das estrelas.

Nas operas encobertas sonsas almas
Delinear de virtudes apenas flores num deserto.
Digo-lhe que sou mero fruto de um mundo devastado.
Homens e seus ideais transcende a destruição por suas futilidades.

Nos ares do mundo...
A poluição é a herança humana?
So usar os recursos do planeta Ă© justo?
A vida tem preço e custos?
Vivemos do sofrimento dos animais?
Também somos animais, mais somos racionais e desta racionalidade o quanto podemos ser humano entre os animais?
Da humanidade a decadĂȘncia como podemos ser distintos e dignos de ser parte deste mundo?
Por tanto o abismo nos faz florescer diante a decadĂȘncia...
Talvez se ouvesse mais entidades do que conflitos a humanidade seria melhor...!
Mais a mais perguntas do que respostas no mundo que vivemos.
A ignorĂąncia e a intolerĂąncia religiosa e racial sĂŁo o conluio deste mundo mundano....

SĂł mais um entre tantos.
Palavras que se perdem.
Antro de perdição
Mente vazia no estado impecĂĄvel...
Nutrientes do caos aparente,
Sonso ato que Ă© derradeira fonte da ausĂȘncia.

A cabeça só percebe que tem piolhos porque a cabeça tem coceira...

Somos vampiros da nossa consciĂȘncia...
Nada criamos sĂł replicamos.
Mais profundo do sentido as mĂĄquinas pensam...!

Sou alma pedida em teus låbios, 
O vasto sentimento que vangloria...
Sobre olhares dos deuses sois minha alma...
TĂŁo vivida, tĂŁo clara nas planices de minha alma...
O Ășltimo suspiro Ă© simplicidade o abraço da eternidade...

Calida alma rebelde floresce.
Sempre haverĂĄ um pĂĄssaro que voa.
No relento de nossas vidas 
Somos a madrugada serena...
No céu tudo tem a liberdade...
E percebemos que a terra ainda azul ĂĄgua do mar parece verde,
Ventos uivando  palavras jogadas na imensidão...
Relatos de um amor perfeito e iluminado por toda vida da terra...
EntĂŁo a chuva aparece com lĂĄgrimas de uma paixĂŁo surge em labaredas de fogo no trovĂŁo. Um grito que silencia nossos olhos mortos pelo ardor do luar.

So seu desequilíbrio eu vejo a realidade da ignorùncia... se expÔe a virtude a tristeza não é clara...

" Do nosso amor só restaram mais papéis que memórias, nem låpis ou gotas estranhas. "

" Com a alma em flores e paz sĂł gentileza nasce dos passos que ficaram para trĂĄs. "

O Ășltimo estro do Esquecido.
Nas sombras frias do destino, tombado,
Fiquei na estrada, sĂł, abandonado;
E os olhos pĂĄlidos, sem luz, sem claridade,
Negaram ver minha Ășltima verdade.
Chamaram silĂȘncio aquilo que era pranto;
Vestiram de gelo o mais sincero encanto.
Quem tanto amei passou indiferente,
Como se eu nunca houvesse sido gente.
Sob lĂĄpides erguidas de ingratidĂŁo,
Sepultaram meu nome e minha afeição;
Restou-me apenas o abraço da memória,
Última vela da esquecida história.
As flores murcham sobre o peito inerte,
Enquanto ri, triunfante, a falsa sorte;
Mas toda cinza que o desprezo espalha
É semente oculta da divina batalha.
Ó ingratos! Vossos olhos já sem brilho
Perderam para sempre o antigo trilho;
Quem abandona um coração leal
ConstrĂłi, em si, o prĂłprio funeral.
Quando a noite vestir o mundo de neblina,
E a consciĂȘncia romper vossa cortina,
O eco da minha dor vos chamarĂĄ,
E nenhum esquecimento vos salvarĂĄ.
Dormirei, enfim, na paz dos esquecidos,
Longe dos falsos, frios e fingidos;
Pois quem morre fiel ao prĂłprio amor
Jamais Ă© vencido pelo desamor.
E, se um dia chorardes sobre minha ausĂȘncia,
SerĂĄ tardia a vossa penitĂȘncia;
Porque o tĂșmulo fecha, em seu negror,
O que não ressuscita: a confiança e o amor.

O amor tem dimensÔes que só a delicadeza chega até ele.

“O fanatismo pode acender fogueiras, mas só a tolerñncia ilumina o mundo.”

"O amor sĂł Ă© verdadeiro quando se torna silĂȘncio que compreendido."

"O amor só é quando deixa de exigir e começa a oferecer."

Posicionamento Ășnico Ă© quando sĂł tu, atravĂ©s dos teus talentos, consegues oferecer uma solução que ninguĂ©m mais consegue entregar da mesma forma ou com a mesma autenticidade.