Jean la bruyère

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⁠Siga em paz deixa tudo que não passa carregar, para que lá na frente não vá chegar exausto. 

Inserida por Raimundo1973

⁠O aprendizado edifica instrui ensina mostra o caminho a seguir, no entanto é uma escolha de dois lados onde nem sempre a decisão é a escolha certa. 

Inserida por Raimundo1973

⁠Rancor é uma fagulha perdida em desequilíbrio jogado ao acaso acolhido pela vergonha, deixa-la viver o distúrbio de arrogância assombro mergulhado embriagado no próprio caos. 

Inserida por Raimundo1973

⁠Você sobrevive às armadilhas, aos conflitos, não por ser forte nem inteligente. Lá em cima o protetor vela por você. Pode acreditar, quem te ama de verdade não olha as tuas falhas.

Inserida por Raimundo1973

⁠Os mandemantos ensinam corrigi educa porém acordamos de lá pra cá seguindo o caminho de volta perdidos nos mesmos mandemantos.

Inserida por Raimundo1973

⁠A tua sombra assombra quem vem de lá sem observar o precipício na estrada. 

Inserida por Raimundo1973

⁠Ser justo grato é o caminho certo de adiante vem o livramento limpando as erosões remanescentes, lavando varendo para longe deste modo não a volta nem sonhos passados. 

Inserida por Raimundo1973

⁠Lá no fundo sem entender a causa da tristeza o silêncio responde sem palavras aos ouvidos, o cair é natural do ser humano é fato visível, no entanto é Deus quem levanta o caído. 

Inserida por Raimundo1973

⁠O oceano rodeia a terra lá no canto bem longe a vela velejar num barco sem direção, não a barreiras nem capitão o vento dançou a vela velejar,  longe ninguém no negreiros só o oceano um barco no mar.

Inserida por Raimundo1973

⁠O oposto assusta quem vem de lá na estrada escura, a cura adornou o medo aconteceu para saber quem pode sentar contigo em tua mesa.

Inserida por Raimundo1973

⁠No calor escaldante do deserto a caravana segue a passos lentos na certeza que lá não é lugar para morar, segue em direção no calor do meio dia com a certeza que é mundo vasto de travessia.  

Inserida por Raimundo1973

⁠Não espera esperando eu chegar,  no tempo do nosso tempo estarei lá.

Inserida por Raimundo1973

⁠Não te encontrei te procurei na inda não estava lá, não te vi na saída a estrada estava vazia, não te encontrei em meu subúrbio estava um silêncio condenadopor não te encontrar. 

Inserida por Raimundo1973

⁠Aquele que vive bajulando para ter um lugar entre bajuladores vivem na lá para agradar os Porcos.

Inserida por Raimundo1973

⁠O passado não é somado é lembrado, porém não muda os detalhes fica lá onde está.

Inserida por Raimundo1973

⁠A parábola não diz vá lá na frente tudo será possível, quando o entendimento aflora as coisas tornam-se fácil mesmo seguindo a multidão sem compromisso de direção. 

Inserida por Raimundo1973

'SEI LÁ![2]'

Quero-te sei lá!
Convencional.
Inverídico.
Amar-te-ei como o mar?
Quero-te silenciosamente,
embaralhar...

Partículas no ar.
Sei lá!
Deletar meu coração.
Abrir corpos,
tencionar.
Insinuar outro mar...

Quero ausência cingir!
Titubear,
não só teu olhar.
Maquino detalhes,
litorais...
Sei lá!

Inserida por risomarsilva

'FIM[2]'

Tenta agasalhar-se sob um leito, mas um sono desesperado tenta alcançá-la. Sabemos que não haverá alvorecer. Apenas mares, sem ilhas para aportar. O coração segue latejando o fim de uma difícil jornada. A ausência do ar já lhe é suportável! Tinha sorriso de criança, olhar jovial e esbanjava energia nos braços. Mas carregava um pavor desde sempre: a de insetos! Porém, pouco tempo atrás, percebeu que eles são inofensivos. Há algo mais desesperador que eles!

Que acontecerá com seu nicho de insetos a partir de então? Outros terão pavor como ela? Ou aprenderão cultivá-los? Fora difícil disseminar que havia curado seu medo, que outras pessoas também poderiam ser curadas, seja lá qualquer doença fosse. Que bastaria aceitar o fim como um jogo que nunca se ganha, ou aprender a perder de uma forma diferente, de um modo aceitável.

Suas ilhas foram difíceis desbravá-las, mas tentou percorre-las uma a uma. Hoje é a última! Uma ilha díspar. Nada comparada àquelas paradisíacas que pensara alcançar um dia, com alguns pés de coqueiros e sombras. Perdera o medo dos relógios marcando as horas. Não tem mais tempo guardado nos bolsos para serem gastos no futuro. Sua matéria é agora tudo aquilo que conseguira plantar, com sua simplicidade e bondade. Ela se foi como o tempo, inesperado, levara seus medos e desesperos. Conseguira ter um estilingue, algumas pedras nas mangas e todo as ilhas possíveis que pôde...

- No fundo, ainda sinto que ela tinha medo de insetos...

Inserida por risomarsilva

'COGITO, ERGO SUM'

Levanto os olhos ao alto
e só me vem lembranças.

o que vejo não está lá fora!

O que vejo é 'puro
antagônico'.

Das pedras, das brumas,
esperanças.

Está aqui! Vivo na mente,
solto no ar!

||||||||||||| Frases escritas por Daniel da Silva, Carlos Paiva e Risomar Silva. Publicado no Clube Asas da Leitura no dia 05/09/2015. |||||||||||||

Inserida por risomarsilva

Quebradiça,
a rua espera lá fora.
E aqui dentro,
ausência,
dor violenta.
Explosão de cristais.

Inserida por risomarsilva