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Repressão significa viver uma vida que não é o seu destino. Repressão é fazer coisas que você nunca quis fazer. Repressão é ser uma pessoa que você não é. É uma forma de se autodestruir.
Repressão é suicídio, um suicídio lento, é claro, mas certamente um lento envenenamento.
Expressão é vida, repressão é suicídio. Não viva uma vida reprimida, do contrário você não viverá. Viva uma vida de expressão, criatividade, alegria. Viva de forma como a existência desejou que você vivesse: da forma natural.
Ouça seus instintos, ouça seu corpo, seu coração, sua inteligência. Dependa apenas de si mesmo, vá aonde quer que sua espontaneidade o leve, assim você nunca estará perdido.
E, seguindo espontaneamente sua vida natural, um dia você acabará chegando às portas do divino.
Senhor político, não me peça meu voto, conquiste minha consideração, o voto será apenas uma consequência.
Preciso de uma pausa. Breve como são algumas das pausas da vida. Mas que me baste para ver que além daqui, do que eu vejo, existe o que me completa. Não sirvo para rotina. Quero mãos abertas e palavras futuras. Coisas passadas não me sustentam.
Gostaria de voltar a ser criança – uma garotinha de seis anos que caiu da bicicleta. Gostaria de fazer cara de choro e correr aos berros para a cozinha, onde minha mãe me ergueria do chão, me daria um forte abraço e beijaria meu joelho esfolado. Eu pararia de chorar e tomaria leite com chocolate para a dor passar. Porque se tem uma coisa que é verdade, é que joelhos ralados saram mais rápido que corações partidos. Essa é uma das coisas que as pessoas não nos ensinam quando falam de crescer: como lidar com as dores que não passam com um beijo.
Colo de mãe
No colo da mãe cabe um porto.
Uma ponte, um caminho, uma ferrovia.
É passagem para onde mora toda calmaria.
No colo da mãe cabe o que não tem espaço no coração.
E se extravasa o que parece não ter solução.
No colo da mãe o mundo desabafa, desmonta, e se reconstrói.
É lá onde os caquinhos já não doem.
Colo de mãe é continuação de nós, como um pedaço da gente.
É lá que elas fazem dos filhos inteiros novamente.
Colo de mãe é confiança, moradia da paz, da esperança.
É escudo, ninguém te alcança.
Colo da mãe é superbonder, mecânica, oficina.
É onde mora o conserto do meu coração de menina.
Colo de mãe é esparadrapo, bússola, binóculo, cobertor.
É a casa do mais lindo amor.
Colo de mãe é exército, muro, barreira.
É incondicional e não tem fronteira.
Colo de mãe é força, armadura, segurança.
É o refúgio para minha alma de criança.
Colo de mãe é portal, passagem, telepatia.
É onde Deus chega mais perto ao som de poesia.
Nos abençoando com sua sublime companhia.
No colo da mãe tudo volta a fazer sentido.
E mesmo se há anos ela já tenha partido.
Ainda assim o consolo é garantido.
Colo de mãe não tem forma, nem cor, nem validade.
É lar de toda a saudade.
E refresco para minha ansiedade.
Colo de mãe é invisível, disponível, sempre acessível.
Basta crer.
Se imaginar pimpolho.
E lembrar, que o essencial, é invisível ao olho.
A liberdade, que supõe ter tempo para viver, (…) é uma civilização contra o tempo livre, que não se paga, que não se compra e que é o que nos permite viver as relações humanas”, porque “só o amor, a amizade, a solidariedade, e a família transcendem”. “Arrasamos as selvas e implantamos selvas de cimento. Enfrentamos o sedentarismo com esteiras, a insônia com remédios. E pensamos que somos felizes ao deixar o humano”.
Te desejo de uma forma louca
E amo de uma forma intensa
Nem consigo separar um do outro
Como nem consigo mais separar
Você dos meus pensamentos
Tu entras na veia e viaja meu corpo inteiro
Como queria que minhas mãos
Deslizassem no teu corpo assim
Na tua pele... Branca, suave, delicada
Nos teus lábios...
Me perder neste labirinto
Nos seus olhos viajar
Dentro de sua alma
Quero você
Sempre...
Sempre...
Sempre...
E cada dia mais
E se a dor não for um obstáculo para ser superado? Talvez ela seja apenas uma estrada na qual você caminha.
"Se eu tivesse somente uma hora de amor
Se fosse a única coisa que eu teria
Uma hora de amor
Nesta terra
Meu amor então
Eu te daria."
Sabe... Eu percebi uma coisa, você me odeia porque te conheço como você é, uma árvore malvada e engolidora de pipas,você também me odeia porque precisa de mim, eu sou o único aqui que empina pipas sem mim você morreria de fome.
O que você faria se eu decidisse não empinar mais pipas este ano hein ?! O que você faria ? Eu digo o que você faria, você morreria de fome. Isso apavora você não é ? Sem mim você não é nada.
(Charlie Brown)
"A moedinha e a criança"
Lá estava a cena:
-Uma criança,um vidro,
uma moedinha e o pai.
A criança brigando com o vidro
tentando tirar dele a sua moedinha
e se machucando toda.
Porque mesmo sendo
uma moedinha ,lhe parecia tudo.
Porém, o pai chega e diz:
- Filha, deixe a moedinha pra lá,
ele é estreito e não é nosso,está te machucando,
é só uma moedinha ,filha
o pai tem muito mais pra você.
A criança pará e pensa....
e deixou a moedinha pra lá
e do pai ganhou muito mais.
Assim é a vida,
quantas vezes brigamos por uma moedinha
e Deus tem pra gente fartura de bençãos.
E então qual será a sua escolha:
- A moedinha ou a fartura do Pai?
Pense bem,mas pense com carinho....
pense nisso!
Vinho na companhia da solitude, em um momento tempestivo, demonstrando uma possível virtude, tomando uma taça de equilíbrio, de relaxamento, que deixa o semblante tranquilo, consequentemente, trata-se de um deleitante avivamento líquido.
Pudera
Seria uma grande mentira
Sorrir em tamanho desgosto
Escrever alegria em tristeza sentida
Morrer enquanto nascem para a vida
É o sentido em alguns dias das pessoas
A grande loucura do Espírito Humano
Categoria do Indivíduo que ecoa
Pesadelos ou sonhos são reflexos insanos
Da perspectiva em que se está enserido tudo emana
E o mundo continua tal e qual
Para ser vivido na essência humana
E esta sempre igual
leve, leve, leviana...
QUANDO ACABA.
Quando acaba. Esperamos que seja apenas uma fase, um momento ruim, um breve desgaste. Os olhos não querem enxergar, o coração demora aceitar.
Quando acaba. O olhar fica distante, a admiração já foi embora, o diálogo se torna escasso, o contato vai sendo afastado, o beijo fica gelado, a mão já não procura a outra. Os planos para o futuro viram passado.
Quando acaba. Os abraços viram mecânicos, o bom dia é motivo pra briga, a voz irrita, o silêncio incomoda, os sorriso a dois se tornam em cara fechada, os momentos de carinho se se tornam em grandes tensão. A mágoa se transforma em munição na hora da discussão.
Quando acaba. O inteiro se transforma em metade, o que é dito se torna incompreensível, a paciência encurta, o interesse já não existe. As alternativas vão vendo analisadas, a verdade vai sendo adiada, o amor já não é mais o centro das atenções.
O desfecho todo mundo já sabe, é o arremate de uma história que terminou, sem nossa concordância, mas que precisa também sair de dentro da gente, porque já acabou.
Eu sonho acordada. Faço isso o tempo todo.
Sonhar acordada é como imaginar vivendo-se uma realidade inexistente. É inventar outra vida. É ter liberdade para fazer o que quiser. É acreditar em algo que não existe, e mesmo assim se satisfazer com essa omissão. Sonhar acordada é como desenhar em um papel, você mesmo que cria, você mesmo que faz, do jeito que tiver vontade. Tudo fica conveniente para quem sonha acordada.
