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SĂł quem porta sensibilidade consegue observar pelo olho mĂĄgico da vida o sentimento alheio, capaz de tocĂĄ-lo.

Vivo o hoje como se fosse eterno porque penso que o amanhã pode não acontecer. Orgulho e soberba só nos leva ao arrependimento. Meu coração é meu guia.

NinguĂ©m lhe tira o que foi dado por Deus. Se vocĂȘ nasceu com luz e amor, sĂł vocĂȘ pode se perder no caminho. As escolhas serĂŁo sempre sua. Seu brilho sempre ofuscarĂĄ quem nĂŁo tĂȘm. Mas, saiba conduzir tudo com os ensinamentos de Jesus.

⁠O mal só vence se não tivermos o bem no coração 

⁠Não adianta só dar a palavra, é preciso também oferecer o tom de voz. 

⁠Saiba observar as åguas. Águas límpidas são transparentes, åguas sujas são åguas paradas. Só a fonte de ågua viva que renova e purifica com amor e verdade. Não se pode saciar a sede da alma em fontes de åguas paradas. 

⁠Mudar estilo de vida não é meter o loco
VocĂȘ sĂł muda seu comportamento
Se mudar a forma como vocĂȘ pensa

Quem disse que o amor nĂŁo Ă© visto que ele Ă© sĂł sentido cometeu um grande equĂ­voco.
Amor se vĂȘ nas açÔes, na reciprocidade e no que se prioriza.

Os sonhos assim como o amor, sĂł existem e se tornam reais para aqueles que neles acreditam.

VocĂȘ sĂł ira descobri o sentido da vida, quando parĂĄ de achar que Deus Ă© simplismente uma força maior.

O tempo colhe experiĂȘncias de suas escolhas. ImpossĂ­vel o tempo colher sĂł tempo , no vazio, uma vez que ele passa e repassa em tantos altos e baixos . Tempo que voa e como depressa passa !

JoĂŁo Batista Barbosa

Cada passo carrega um peso que sĂł quem vive a prĂłpria jornada compreende.

đŸ’•âœšïž"...sĂł vocĂȘ...somente vocĂȘ...na plenitude e complexidade do seu ser...sabe o caminho que leva ao teu coração 💖...eu...eu estou aqui...para caminhar com vocĂȘ. "âœšïžđŸ’•

Só comerå da colheita aquele que preparar o solo, plantar, cuidar, até que pelo suor de seu rosto possa alimentar e depois descansar do seu cansaço!

SÓ QUEM ENTROU LÁ

Um som indigente
Fez-me o espio.
Resquício afluente. 
Na cena, o frio:
Trovoada.
A janela estilhaçada.
O vento na cortina 
Debatendo-se no teto.
Respingada.
Cortina enroscada.
No ventilador
De madeira 
Inquieto.
Como fechar
A janela
Estraçalhada?
Como findar
BalbĂșrdia?
Como cessar
O giro
A cerrada?
Com cacos
Nessa estapafĂșrdia? 
O linho prestes
A ser desfeito
Temo que 
Nem pausa
Possa dar jeito.
Vou de fininho.
Dedo-Interruptor.
A madeira no chĂŁo
Foi-se ventila(dor).
E ao encarar todo
Aquele estrago
O sol invade.
Um caco no pé
E também um afago
Que muito me arde.
Ao menos a obra
De arte solta
NĂŁo foi levada
Junto.
Ao menos a chuva
Inda que revolta
NĂŁo poderia
Alcançar o
Conjunto.
Ao menos, oras,
A carta do vĂŽ
Repousada na escrivaninha
Nada nunca nem triscou
Porque Ă© trancada na outra
Salinha.
A ågua abafada pode até ferir
O vidro, sacada, o sofĂĄ do repouso
SĂł que a raiz, espalhada em jardim
NĂŁo voa com vento nem mesmo teimoso.
E pela janela nem mesmo sol sabe
Coisa que sĂł onde des(pensa) vive
Semente rara, caso tudo desabe
Ela faria o que se revive.
Um som indigente
Fez-me o espio
Levanto crente
Desse desvio.
E quando levo corpo Ă  checagem
Janela intacta, cortina a dormir.
No ventilador, apenas bobagem
Quebrado, caĂ­do, me ponho a sorrir.
Um pingo de raio se coloca pela fresta
E vejo a verdade do sonho horroroso.
Barulho parece pior, se infesta.
Esquecer do resto da casa Ă© que Ă©
Perigoso.

(Vanessa Brunt)

"Eu.de zona leste.e vocĂȘ de zona sul a. Favela. É. Um Problema social sempre. Foi perigoso sĂł para. Quem. É. De. LĂĄ. Os manos.NĂŁo vacila"

Elogios (palavras) servem para agradar a alma. Mas sĂł o lucro (dinheiro) resolve o problema.

A tipificação é por si só uma forma de reprodução de preconceito.

VocĂȘ sĂł ama o prĂłximo porque o prĂłximo nĂŁo estĂĄ prĂłximo.

“A prosperidade nĂŁo Ă© sĂł riqueza”.

A riqueza, em sua natureza intrĂ­nseca, constitui dom especialĂ­ssimo,
atributo que dimana do AltĂ­ssimo, conferido a alguns segundo Sua soberana vontade;
talento e recurso que, embora legĂ­timos, nĂŁo asseguram por si sĂł a eternidade,
pois se limitam ao campo material e transitĂłrio da existĂȘncia terrena.

Diversamente, a prosperidade se reveste da condição de verdadeira bĂȘnção,
porque se estende a todos quantos depositam sua confiança no Deus vivo.
Não se restringe a cifras, patrimÎnios ou títulos de crédito,
mas se manifesta em paz de espĂ­rito, em saĂșde preservada,
em família edificada com dignidade e em fé que sustenta a jornada diåria.

Cumpre reconhecer que o homem rico, ainda que cercado de tesouros,
pode revelar-se pobre de sentido, carente de substĂąncia na alma,
enquanto o prĂłspero, mesmo em meio Ă s adversidades, floresce e subsiste,
porque amparado estå na força que do Alto provém,
e sua vida se firma perenemente na graça divina.

Assim, proclama-se: a riqueza é dom, privilégio que pode converter-se em vaidade;
jĂĄ a prosperidade Ă© bĂȘnção inalienĂĄvel, direção segura
e fundamento espiritual da existĂȘncia.
Se o dom Ă© recurso eventual, que Deus soberanamente reparte,
a bĂȘnção Ă© graça contĂ­nua, que jamais permite faltar
o necessårio à vida, ao coração e à eternidade.

Ambos procedem de Deus, o que ratifica a existĂȘncia de realidades diversas:
hĂĄ o rico pobre e o pobre rico, assim como hĂĄ o rico verdadeiramente rico
e o pobre que permanece pobre.
O que, em essĂȘncia, distingue cada um nĂŁo Ă© a soma dos bens,
mas o caråter, a fé e a dignidade que sustentam a alma diante de Deus.

H.A.A