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Nem todos tem capacidade para se adequar Ă s situaçÔes! Ăs vezes a mudança sĂł convĂ©m quando Ă© a gente a mudar!
Autoridade nĂŁo se exibe - se impĂ”e. Vangloriar-se de cargo, statusÂ
profissional ou posição social, apenas evidencia exibicionismo - o que nĂŁoÂ
confere poder de autoridade a quem,Â
de fato, nĂŁo a possui.
SĂł o tempo revela a verdade. A ideologia, nĂŁo. Enquanto a ideologia cega, o tempo revela o que os olhos nĂŁo conseguiam ver.
Contudo, sou sĂł
SĂł eu e vocĂȘ.
Contudo, Ă© vocĂȘ.
Contigo, sĂł eu.
Com todos, Ă© sĂł vocĂȘ.
Com vocĂȘ, somos nĂłs.
Contudo, sou sĂł.
O ser humano Ă© previsĂvel, vejam sĂł uma simples analogia: quando se acusa alguĂ©m sem provas, afirmando tambĂ©m que este alguĂ©m se tornarĂĄ algo que ainda nĂŁo Ă©, prevendo assim um futuro improvĂĄvel, Ă© um julgamento precipitado, baseado em si prĂłprio, se revela com certeza o que vocĂȘ faria estando na mesma situação, pois em sua natureza, vocĂȘ jĂĄ Ă© ou se tornarĂĄ o que acusa!
Pai, tudo que não vier de Ti, livra-me. Só quero aquilo que estå nos Teus planos para mim. Amém.
TĂ pensando que eu vou te esquecer,acho que sĂł vocĂȘ nĂŁo vĂȘ, tudo o que sinto nĂŁo Ă© "clichĂȘs",olhe bem no fundo dos meus olhos e veja o que as palavras nĂŁo consegue me dizer.
Enfrentar os seus fantasmas Ă© essencial pra nĂŁo enganar a si mesmo e os outros. Fuga sĂł empurra problemas.
HĂĄ coisas que sĂł dĂĄ pra construir com o tempo, e sĂŁo estas trĂȘs: o TRABALHO, o RESPEITO e o AMOR.
Seu sorriso Ă© como grude
Meu doce prediletoÂ
SĂł vc sabe fazerÂ
Vamos dançar atĂ© o amanhecerÂ
Seu sorriso Ă© como grudeÂ
Melado como açĂșcarÂ
 Macio como morangoÂ
No ParaĂso doceÂ
Quero estar com vcÂ
Meu morango do amorÂ
Brilhante como glacĂȘÂ
Seu sorriso Ă© como grudeÂ
Melado como açĂșcarÂ
 Macio como morangoÂ
No ParaĂso doceÂ
Quero estar com vcÂ
Meu morango do amorÂ
Ă meu morango doceÂ
Quero estar com vcÂ
Meu morango do amorÂ
Brilhante como glacĂȘÂ
Seu sorriso Ă© como grudeÂ
Melado como açĂșcarÂ
Macio como morangoÂ
No ParaĂso doceÂ
Quero estar com vcÂ
Meu morango do amorÂ
Brilhante como glacĂȘ
Maturei e entendi, que eu nĂŁo quero sĂł amar uma mulher. Eu quero dividir os dias com ela, os medos, as pequenas alegrias, uma vida inteira. Antes, eu achava que amor era incĂȘndio. Hoje eu sei que amor tambĂ©m Ă© cafĂ© passado cedo e presença que fica. Ă acordar num domingo sem relĂłgio nos empurrando pra longe, sem despedida atravessando a manhĂŁ. Ă construir memĂłria dentro da prĂłpria casa, deixar nossos rastros nos cĂŽmodos, o nosso cheiro nos lençóis, o nosso silĂȘncio confortĂĄvel ocupando o espaço.
Mas existe um cansaço silencioso em amar outra mulher : o de sentir que o nosso amor estĂĄ sempre diante de um tribunal sem rosto, severo e invisĂvel. Como se precisĂĄssemos provar o tempo inteiro que Ă© sĂ©rio, que Ă© famĂlia, que Ă© amor legĂtimo, como qualquer outro. As pessoas perguntam demais, desconfiam demais, atĂ© dos nossos planos mais simples: ficar, envelhecer, construir futuro.
E isso cria uma tristeza difĂcil de explicar, como se a gente tivesse que parecer forte atĂ© quando sĂł se quer colo. Como se desejar estabilidade, famĂlia, permanĂȘncia fosse fraqueza. Como se amar profundamente fosse depender.
Mas eu quero, sim. Quero amar e ser amada com essa disposição . Quero uma casa cheia de rotina. Tenho um filho. Talvez queira outros. Quero o cotidiano dividido em dois corpos. Quero alguém que tenha vontade de permanecer, que olhe pra mim como quem encontrou casa. Quero viver um amor que não precise se justificar pra merecer respeito.
No fim, eu acho que pessoas como nĂłs nunca sonharam alto demais. A gente sĂł sonha com aquilo que tentaram negar por tanto tempo: o direito ao afeto, Ă permanĂȘncia e Ă delicadeza de uma vida comum.
AlexsĂĄndra DuĂĄrte
