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Valoriza ela, meu caro, dĂȘ atenção, seu amor e seu tempo.
Palavras sĂŁo sĂł palavras quando falta atitude.
Valoriza, parceiro, valoriza enquanto vocĂȘ a tem por perto, ou assista calado, quando vĂȘ-la sorrindo nos braços de um outro alguĂ©m.
Wanessa GuimarĂŁes Z96
Deus...
Eu só quero te agradecer por Tudo o que tens feito por mim. Agradeço pelos incontåveis livramentos, livramentos que outrora eu pensava ser castigo, hoje porém, entendo que sempre foram Teus cuidados, pois Tua Fidelidade é incomparåvel.
WanessaGuimarĂŁes Z96
Oxente, Oxe, Danosse, Visse.
 Nosso idioma é peculiar, só a gente entende. à o nosso falar, um idioma dentro do outro, que quem não é daqui, às vezes nem compreende.
Vamos começar pelo Oxente:
Interjeição popular, sinal de espanto, surpresa, dĂșvida, impaciĂȘncia ou indignação. Tudo depende do contexto:
âOxente, menino, como assim?â
E o que dizer do Oxe?
 Diminutivo de oxente, carrega o mesmo sentido na mente:
âOxe, que bicho chato da gota!â
E o Danosse?
Parecido com os primos de cima, mas serve também para o espanto, a surpresa e a admiração:
âDanosse, que negĂłcio caro Ă© esse?â
Por fim, o nosso Visse:
 Forma reduzida de âouvisseâ, serve para pedir atenção ou reforçar um pedido do coração: âVamos hoje Ă s 20h, visse?â
Viva Pernambuco, Viva o Nordeste, Viva o Brasil !
James Alessandre
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@POEMASEVERSOS2026
â NĂŁo hĂĄ nada aqui dentro.
SĂł um peso vazio sozinho.
46 kg de nada.
46 kg de tanto querer.
Eu quero reter mais peso mas eu nĂŁo saberia lidar com mais.
Mas o peso que eu quero Ă© diferente.
à um peso que me garante proteção no futuro. à montar uma reserva de energia só pra mim. Ninguém vai poder tirar de mim. Isso não! Isso vai ser meu, só meu.
Serå que é culpa? Mas não fui eu quem tentei tirar alguém de um outro alguém. Se isso for um peso, esse peso não é meu.
Eu sĂł nĂŁo sei ter esse outro que me protege, esse outro tipo de peso que me faz nĂŁo tĂȘ-lo. Se algo der errado, esse outro peso nĂŁo vai falhar. E eu nĂŁo sei o que Ă© isso.
Hora de ir para a cama, chega de ouvir rådio por hoje. Deito e a cabeça não desliga.
Esse peso Ă© grande, forte, alto e pesado, e eu nĂŁo sei o que Ă© ter vocĂȘ ao meu lado.
Durma bem tesouro.
â "A confiança sĂł existe enquanto os interesses se harmonizam. Por isso, procurar uma pessoa de confiança Ă© uma ficção"Â
â "SĂł existe. Psiquiatria, PsicĂłlogo, Psicanalista e tantos outros, porquĂȘ hĂĄ no mundo pessoas fracas de CORPO E ESPIRITO, porque vocĂȘ nĂŁo muda, passe a ser forte. VocĂȘ nĂŁo precisa de muleta para viver"Â
Tentar mudar o que nĂŁo pode ser mudado sĂł gera sofrimento. Muitas vezes a saĂda Ă© aceitar o inaceitĂĄvel!đ„
No Brasil ou fora dele,
te penso como quem respira,
sem pedir, sem saber,
sĂł acontece.
Te penso entre o som da rua
e o eco do meu riso cansado,
num café que esfria sozinho,
num céu que insiste em ser nublado.
Te penso no idioma do vento,
que sopra teu nome nas esquinas.
E mesmo quando o mundo Ă© imenso,
meu pensamento ainda te acha.
O querer nĂŁo some sĂł porque a cabeça entendeu o ânĂŁo dĂĄâ. A lucidez reconhece o limite,
mas o afeto⊠ele continua lĂĄ, quieto, latejando no canto. GenuĂno Ă© isso: sentir mesmo quando nĂŁo compensa.
CompensĂĄvel Ă© o que devolve paz depois do caos.
O que te tira um pedaço, mas te devolve inteiro.
O resto Ă© investimento emocional
em terreno alagado, bonito de longe, mas afunda quem insiste em morar lĂĄ.
Tem dia que a alma nĂŁo quer poesia, sĂł silĂȘncio.
NĂŁo quer conselhos, quer sumir.
E no meio do sumiço,Â
um pedaço pequenoÂ
de esperança insiste em ficar.
Mesmo cansada, ela respira.
Mesmo sem fé, ela tenta.
Porque dentro do sei lå, ainda mora alguém que quer recomeçar.
VocĂȘ ainda tem dentro de si a mulher que amou, que escreveu, que sonhou.
SĂł tĂĄ soterrada agora, pedindo pra ser lembrada.
Ela Ă© alguĂ©m que abraça a chama impossĂvel,
e queima o que aquece de verdade sĂł para sentir o fogo que nĂŁo pode ter.
