Andre guide
Durmo cedo,
sonho que sou uma criança,
canteiro de areia,
palmeiras imperiais,
brinquedos solitários,
o dia é gigante, maior que a idade!
Redescobri nos dias
feitos para nós,
já não os tenho,
como outrora,
eu estive
apaixonado
por você e pela vida!
O dedo bate na corda do violão,
bate uma saudade!
As mãos batem no tambor,
bate uma solidão!
Estou no som da dor,
não há lamento no silêncio.
Coração por que me inquietas com tantas paixões,
já não basta bater, para manter, o meu corpo vivo?
Partido por dentro
procuro a minha outra parte.
Pessoas percorrem
entre os carros,
o tráfego para a cidade.
Prefiro um abraço!
Sem cortar fila,
vou esperar
por toda a minha vida,
até você passar por ela.
A noite fere
o frio contra o fogo,
o corpo exposto na luta
pela salvação,
de escusar inimigos,
os arrependidos
pedem sempre proteção.
Não sigo a trilha
de versos regulares,
caburé urbano no ar,
no campo, na cidade, no vale…
À procura de versos
livres,
livres,
livres...
O tronco de concreto,
sem frutos, sem folhas,
a luz esconde
a liberdade,
não tem asas,
para o sol visto
de outro horizonte.
Não pense que não te quero
Por não estarmos juntos mais,
Sempre mostrei que vc é tudo
Que eu sempre quis
E tudo que sinto por você
Criou raiz no meu peito.
O que eu sinto por vc é enorme
E intenso demais para explicar
Minha maior vontade é te você
A todo momento e a toda hora,
Pode ter certeza que
O que eu sinto por você
Não vai acabar com tanta facilidade.
Quero muito amar você
Bem pertinho de mim
Sentir seu beijo e o seu calor,
Descobrir todos os seus desejos
E o que faz você ser essa menina mulher
Doce e sexy, eu te amo demais
E e tudo que eu mais quero de você
É o seu amor, companheirismo, Sinceridade e fidelidade!
A velhice faz parte da vida, tudo envelhece. Só não terá rugas quem da vida bebeu pouco. Se já bebeu da juventude, por que negar beber a velhice? O cálice é o mesmo. Esconder as marcas do tempo, é esconder o que se viveu.
Um poema é como nós; pode ter um corpo bem formado, rígido, mas se não tiver alma, não tiver essência, algo que ultrapasse esse corpo, que capture a beleza passageira num lapso de eternidade efêmera, o tempo, implacável, se encarrega de envelhecê-lo de dentro para fora, matando a alma e deixando as marcas no corpo. Porém, tanto a pessoa quanto o poema que preservam sua essência, envelhecem do lado de fora, mas por dentro continuam plácidos e radiantes como no dia em que vieram ao mundo.
Quero estar ao seu lado e ser condecorado com o seu sorriso, ouvindo a sua voz suave em mix com meu grave louco e sem juízo.
