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Pare de regar o que te seca!
SĂł te esgota
A falta de reciprocidade Ă© como plantar flores no deserto.
Ăs vezes eu sĂł queria conduzir a vida como conduzo minha moto: estar sempre atento Ă s adversidades, em equilĂbrio comigo e com meus pensamentos, aproveitar o vento no rosto e fazer parte da paisagem no presente, no lugar onde estou, sem me preocupar com o passado nem com o que estĂĄ por vir.
Ăs vezes eu sĂł queria conduzir a vida como conduzo minha moto: com cautela, cuidado â e, mesmo que eu caia, que eu esteja protegido, porque me equipei previamente para que, quando o infortĂșnio chegasse, eu sofresse na menor proporção possĂvel.
Ăs vezes eu sĂł queria conduzir a vida como conduzo minha moto: nos momentos de raiva, acelerar, chegar com velocidade, ativar minha endorfina e, momentos depois, simplesmente ficar bem.
Mas infelizmente a vida não é como a moto⊠mas pode ser vivida como se fosse. Basta ajustar o capacete da coragem, manter firme o guidão das escolhas e seguir em frente, sabendo que cada curva traz uma novidade, cada reta traz um respiro e cada quilÎmetro percorrido é uma vitória.
No fim, o importante Ă© continuar pilotando â a moto, a vida e os sonhos.
HĂĄ uma luz que sĂł se acende quando tudo parece escuro: Ă© a luz que nasce de dentro, quando finalmente lembramos quem somos.
Quando aprenderemos a nĂŁo esperar receber o que damos, pois cada um sĂł pode dar o que tem e nem sempre Ă© agradĂĄvel.
Ser santo nĂŁo Ă© ser imaculado, ou livre de todo pecado, sĂł um foi capaz disso, o prĂłprio Criador. Portanto, faça-se santo olhando para os erros do passado, para que nĂŁo os cometa no futuro; e cuide do presente, para que, no futuro, vocĂȘ nĂŁo tenha que fazer com ele o que faz hoje com o passado.
Um homem sĂł lambe um prato quando tem certeza que ele Ă© o Ășnico que come nele.
E isso nĂŁo Ă© sobre pratos.
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Num simples instante, o comum virou poesia
E o tempo parou quando eu vi vocĂȘ chegar
Era sĂł mais um dia, uma noite qualquer
Mas o mundo mudou quando pude te encontrar
E agora eu compreendo o que Ă© felicidade
Em cada detalhe, em cada olhar
Mariana, vocĂȘ Ă© a minha realidade
O amor que eu sonhei pra poder encontrar
Mariana, flor que desabrochou em mim
Mariana, o melhor que hĂĄ em meu jardim
Seu nome ecoa no meu peito como uma canção
Ă pura melodia, minha doce paixĂŁo
Mariana, razĂŁo do meu viver
Em seus braços eu quero sempre acolher
O mundo inteiro pode até girar
Mas Ă© no seu amor que eu quero morar
Seu sorriso ilumina minhas madrugadas
Seu abraço aquece como o sol da manhã
SĂŁo suas palavras, doces risadas
Que fazem minha vida tĂŁo especial
Seu sorriso ilumina minhas madrugadas
Seu abraço aquece como o sol da manhã
SĂŁo suas palavras, doces risadas
Que fazem minha vida tĂŁo especial
E agora eu compreendo o que Ă© felicidade
Em cada detalhe, em cada olhar
Mariana, vocĂȘ Ă© a minha realidade
O amor que eu sonhei pra poder encontrar
E se um dia eu tivesse que definir
O que Ă© o amor, o que Ă© ser feliz
Eu mostraria uma foto dos seus olhos
Onde eu me perco e me encontro, num sĂł instante
Onde tudo faz sentido, onde tudo Ă© importante
Quero me apaixonar, nĂŁo sĂł pelo seu corpo
Quero me apaixonar por todas as curvas,defeitos que possa haver no seu corpo
Quero me apaixonar pelo seu carĂĄter,sua dignidade,sua inteligĂȘncia.
Quero me apaixonar pela mulher maravilhosa que vocĂȘ Ă©
Quero me apaixonar por tudo que vocĂȘ representa.
Quero me apaixonar por vocĂȘ por completo.
Poema dedicado a uma pessoa especial
Isabelle Nogueira
Descompasso
- Ela amou sĂł, por medo!
Morreu sem ter quem chorasse por ela.
- A ele, faltou-lhe coragem
Chorou secretamente pela amada.
Quando eu acordo, dou bom dia para mim
A vida Ă© tĂŁo difĂcil no dia atual, que sĂł dĂĄ certo se for assim. AĂ me lembro que nĂŁo estou sozinho, dou bom dia para a famĂlia, para os amigos e quando saio de casa, dou bom dia para o vizinho.
EntĂŁo minha vida melhora um bocadinho.
âSe o homem sĂł Ă© bom vigiado por um deus, ele nĂŁo Ă© moral â Ă© um animal adestrado.
A moral religiosa nĂŁo cria homens bons, cria covardes obedientes.
Onde a bondade depende do medo do inferno, nĂŁo hĂĄ virtude â hĂĄ servidĂŁo.
Quem precisa de um céu para não ser um canalha jå escolheu a própria miséria.
Deuses sĂŁo muletas morais para quem nĂŁo sustenta o prĂłprio carĂĄter."
Prefiro o silĂȘncio quebrado de Nietzsche no fim
Ă fala organizada de quem sĂł pensa para tentar reduzir o que proponho por versos e atitudes coerentes com tais.
William Contraponto
