Miguel delibes
A maior burrice de um homem é dizer que ama uma mulher. A maior burrice da mulher é acreditar que o homem a ama de verdade.
Quase sempre me vi tratado de menino velho, o que me consola, pois creio que é o melhor caminho para chegar a velho menino.
"E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram.
Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."
O sorriso é elegante. E, também, tudo o que o acompanha: o bom humor, a alegria, a paz interior. O sorriso é a melhor coisa que podemos oferecer aos que estão ao nosso lado.
Existem lugares que moram dentro da gente. Para nós, esse lugar é Vera Cruz, em Miguel Pereira.
Olhar para aquele sofá antigo na sala da casa onde eu nasci não é só ver um móvel. É voltar no tempo, ouvir as conversas de antigamente e o meu primeiro choro de bebê. É um lugar de paz, onde o tempo parece que resolveu caminhar mais devagar.
Passar por baixo daquele viaduto de ferro é como receber um abraço de um velho amigo. Ir para lá com ela é o nosso momento de esquecer a correria e dar valor ao que realmente importa: nossas raízes e o nosso amor.
Existem lugares que moram dentro da gente. Para nós, esse lugar é Vera Cruz, em Miguel Pereira.
DeBrunoParaCarla
(...) que não encontra justificação para o seu pecado mortal, que é viver. Viver ao sol, gratuitamente, como um lagarto.
A noite é curiosa! Quando ela chega, traz sempre uma ideia de acerto de contas junto com ela: O que foi que eu fiz com esse dia que acaba de terminar? Ajudei alguém? Estendi a mão? Aceitei o amor que me bateu á porta? Mesmo que a gente não perceba, no fim de todo dia, lá no fundo, bem no íntimo, as contas começam a ser feitas. Essa, pelo visto vai se uma noite longa!
O amor dói. Quem ama aceita a possibilidade da dor. A dor de perder, de se ausentar, a dor de não ter por perto quem você ama pra sempre.
Vento que passas, leva-me contigo.
Sou poeira também, folha de outono.
Rês tresmalhada que não quer abrigo
No calor do redil de nenhum dono.
Leva-me, e livre deixa-me cair
No deserto de todas as lembranças,
Onde eu possa dormir
Como no limbo dormem as crianças.
É instrutivo ver os vários retratos que fazem de nós pela vida fora. Com traços lisonjeiros ou desagradáveis, entram-nos sempre pelos olhos dentro como estranhos, a perturbar uma paz que tinha um rosto habitual, familiar, a que estávamos acostumados. À imagem tranquila, sobrepõem-se outras inquietantes que não servem no cartão de identidade, e, contudo, nos identificam publicamente mais até do que a que nele figura. É que não se trata de neutras fotografias. São perfis apaixonados, justos ou injustos, com as virtudes e os defeitos cruamente patenteados. Quem um dia nos lembrar, é por eles que nos lembra. Somos o que nós sabemos, e parecemos o que os outros dizem de nós.
Calma, calma! Se tudo está dando errado, é porque mais tarde tudo vai dar certo!
Calma! Se não for ela, será outra.
Calma! Pode demorar, mas vai chegar!
Calma, se você não alcançou seus sonhos ainda, é porque não estava na hora de alcançar!
Calma! Deixa teu coração livre, deixa tua mente vazia, deixa que a vida dê o jeito, deixe que aconteça da forma que tem que ser! Mas e se tudo isso não der certo?
Calma, Deus está planejando algo melhor para ti!
Te amo muito
Parece um sonho
Estarmos juntos
Por isso te admiro
A cada segundo
E encontro no teu olhar
O que jamais vou encontrar
Em um mundo obscuro
Que falta muito esse sentimento puro
Estou falando de amor profundo
Que sai da alma
E não de frases criadas por vagabundos
Para conquistar uma garota que nem tem ideia
Do que tem do outro lado do mundo.
