Breve

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Bigorna.


A vida é um oceano de sentimentos infinitos.
Nele, a paixão surge como fogo breve: ardida, quente, intensa, mas passageira.
Logo atrás, espera o amor — silencioso, paciente, profundo.
Mas entre a paixão e o amor erguem-se muralhas: angústia, insegurança, desespero.
São martelos que batem nas cicatrizes do passado, transformando lembranças em peso, e o peso em prisão.


Pensamos demais, e ao pensar, colocamos os problemas na frente daquilo que poderia nos salvar.
Deixamos que a dor ocupe o espaço que pertence ao amor.
E assim, o coração se torna campo de batalha: entre o que arde e o que cura, entre o que corrói e o que liberta.


Talvez o segredo não esteja em expulsar a angústia, mas em atravessá-la.
Não em negar a insegurança, mas em reconhecê-la como parte da jornada.
Porque só quem enfrenta o desespero pode compreender a profundidade do amor.
E no fim, é o amor que permanece — não como chama, mas como raiz.

Beijos


No primeiro beijo sentimos o breve gosto do fim,


tão leve, tão doce e tão intensa


olhos fechados, viagens infinitas, sabor de não vá!


sensação de pertencimento, no engano do querer o saber do momento aventureiro,


nos beijos quentes a saudade grita, no relógio parado o repentino se apresenta e tão rápido quanto chegou os beijos são deixados nas sombras envolventes dos amantes que tão logo se separaram,


uma ida sem volta, com beijos que alimentaram sentimentos, revoltas e deixaram incógnitas.

Poucas palavras

Serei breve com o desamor:
Teu encantamento não figura mais entre nós;
Teu olhar não tem mais aquele poder mágico;
Teu abraço perdeu força, não oferece mais empolgação;
Teu corpo não desperta mais desejo, estando perto ou longe se mantém imperceptível;
Meu coração que antes sangrava lágrimas de tanto chorar, hoje já recuperado, ele respira vigoroso e pronto para outra pessoa amar.

“A cada dia, uma chance nova. Use o hoje com coragem, pois a vida é breve. Não deixe os problemas te deixar engessado… avance."

Paixão é tudo
Alma é você
Um breve silêncio
Logo gritarei seu nome
A essência de tudo
É amar você!

Cada minuto contigo é breve demais, mas dentro dele cabe uma eternidade. Rimos da dor, e no riso há ternura, há a prova de que o amor pode nascer no intervalo entre a raiva e a esperança.

Que tudo seja assim breve como um pensamento, mais intenso como o amor verdadeiro.

A vida é breve demais para vestir arrogância.

⁠A certeza já não existe, o que eu tenho é o agora e o agora também é breve. A única e bela memória de um grande amor é capaz de fazer renascer a esperança de viver.

A vida é um curto intervalo de tempo, entre um estou aqui e um até breve.

⁠Uma ocasião satisfatória,
ainda que seja breve,
Pode renovar as nossas forças
aliviando o estresse.

No breve tempo que me ausentei, ao regressar, percebi que já não era o mesmo. Os sentimentos haviam se esvaído como água entre as mãos, e em meu peito apenas o silêncio se aninhava. Aquele eu que um dia partira, morreu no exílio do tempo e jamais retornaria. Em seu lugar, restou apenas uma sombra errante, um eco de mim mesmo, condenado a habitar a casa, mas nunca mais a pertencer a ela.

A vida é breve, o tempo é frio, implacável e cruel, se tiver que fazer algo bom, faça enquanto há tempo, porque chegará um tempo, que não haverá mais tempo.

A vida é essa efeméride que habita o tempo: frágil, breve, mas intensa o suficiente para nos atravessar.
É uma matéria que se molda às estações que cada um vive: ora floresce, ora cai em silêncio, ora amadurece para depois se desfazer no vento.

O que hoje é lembrança, ontem foi presença — carne, gesto, instante que respirava conosco.
E o que amanhã será apenas um vulto, talvez não passe de um eco dos sentimentos que deixamos escorrer pelos dedos, ressentidos por não termos aproveitado as oportunidades presentes que a existência, generosa e impermanente, nos ofereceu.

A vida é assim:
um convite que se renova,
um aviso que sussurra,
um tempo que não volta,
mas que insiste em ensinar.
Ensinar a amar.
Amar com profundidade.

—“De volta para minha casa.”

Acordei de terno




O sol acaba de nascer, olhando para o céu tomando meu café tive um breve momento que na verdade parecia uma eternidade,


Entre uma nuvem e outra várias fases, vários dias, pessoas e lugares memoráveis,


Mais uma dose de café com pão de queijo me acompanham nestes momentos de recordações me ajudando a recarregar as energias,


O clima de alegria contagia, não consigo conter os sorrisos no rosto de tanta satisfação,


Me despeço das saudades com o orgulho de quem ganhou uma corrida e comemora na linha de chegada sabendo que é um vencedor.

A vida é apenas uma viagem, uma breve passagem
não há bagagem que se leve além do que ficou no coração.
Aproveite a vida, pense em todos os momentos e experiências que você deixou de ter apenas pelo medo de tentar...a segurança e a estabilidade não existem nessa vida breve. Preocupe-se mais em ''ir'', do que em apenas ''possuir'', mais em ''ser''. Seus pertences serão deixados para outros. Seu conhecimento, sua aprendizagem e sua experiência permanecerão em sua alma para todo o sempre.

Temo mais a queda que a morte,
já que o fim é breve, mas o fracasso se repete.

Não há resposta fixa no horizonte,
Nem voz suprema a nos dizer por quê;
A vida nasce breve, quase fonte
Que corre antes que a sede possa crer.


Entre o que fomos ontem e o que afronta
O hoje incerto que insiste em renascer,
Moldamos o sentido que desponta
No gesto simples de ainda escolher.


Não é eterno quem nunca se arrisca,
Nem pleno quem só busca conclusão;
O vivo é chama frágil que se arrisca.


Se há rumo, é feito à mão, não por visão:
A vida vale mais quando se arrisca
A ser pergunta antes de solução.

Se continuar assim, em breve teremos a bíblia de estudo mimimi.
Aliás, nos púlpitos de muitas igrejas, de forma oral/interpretativa, ela já existe.

⁠Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.


Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.


A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.


É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!


O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.


Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.


E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.


Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.


Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.