Branco
"Quando te fizerem escolher entre preto e branco como únicas opções, pense antes sobre a possibilidade de existir um cinza..."
Átomos, partículas, borboletas, azul e branco
Budismo, construções, pedras, beija-flor
Vazio, saudades, momentos, eternidade
Livros, crianças, casamento, profundidade
Tempo, amor, não-esquecimento, cruz
Fraternidade, Deus, linha do tempo
Estrelas, caminho, escrituras
Barco de sentimentos, ausência, solidão
Bússola
O branco não traz a saúde;
O roxo não traz a cura;
O lilás não traz a prevenção;
O verde não traz a segurança;
O amarelo não evita acidentes;
O vermelho não traz doação;
O laranja não traz cuidado;
Praticar todas as causas, é o que colore todos os meses!
Preconceito de índio é tradição. Tradição de branco é preconceito. E preconceito de intelectual é teoria...
Entre o preto e o branco, existe zonas cinzentas.
Explorar esses tons,
pode ser muito interessante.
No envelope continha apenas um papel perfumado em branco, foi quando me toquei que era um cheiro enviado a distância.
Na minha mente, uma história inteira planejada; diante de mim, uma folha em branco, uma caneta e a insegurança me encarndo...
"Livro: Cartas para um escritor Inseguro" (Em breve)
Pinte a vida e a alma com mais cor, exagere no azul do céu, no branco das nuvens e no alaranjado do Sol sobre os girassóis.
Após torcer contra o vento
em uma tempestade, surge
um arco-íris preto e branco
confirmando ao Atleticano
que chegou a glória eterna.
Pode ser feio, bonito
Sem cor, preto e branco.
Sem som, barulhento.
Cansativo, frenético.
Pode ser maldoso, inocente.
Poético, ordinário
Marcante, passageiro […]
O mundo pode ser todas as coisas.
Só basta mesmo, pra qual delas
Você se inclinará mais a viver.
A vida é um livro com páginas em branco,
E cada dia é uma nova chance, um novo arranco.
Escreverei com tinta de coragem e paixão,
Construindo com fé a minha devoção.
Cleber Novais
Passei mais uma noite escura em branco, te procurando em meus pensamentos, mas sei que no teu passado estou presente, e isso, você não pode mudar...(Patife)
Um preto, um branco, uma musica, um louco e um cego, vida vazia, moças dentro das noites, e eu sozinho...
(Patife)
Hoje acordei e durante quase duas horas, fiquei olhando para o teto branco do meu quarto, e não era um olhar de admiração, não era. Era um olhar para o nada ou para tudo. Faltava-me força para levantar. As dores eram horríveis. Não sentia firmeza nas pernas, meu coração batia descompassado e num ritmo tal qual a bateria da Mocidade Independente. Meus olhos ardiam. Calafrios sequenciais. Sentia minha boca seca e meu corpo queimando em brasas. Resolvi consultar um médico, e lá fui eu sentar em frente ao computador, porque, afinal de contas, quem tem Google, não precisa de um médico real, ou precisa? Então, sentada com meu “médico”, disparei as pesquisas na página de busca, coloquei todos os sintomas, e ele, o Google, ou meu doutor, em segundos me deu inúmeras possibilidades: Chikungunya, dengue, zika, malária, pneumonia e tantas outras. Acreditei ser meu fim. Voltei para a cama e achei que chamar um padre para a extrema-unção seria o melhor a fazer, não custa nada estar preparada, mas, não o fiz. Por alguns instantes parei para pensar na vida, na minha vida, vida essa que não me deixa viver. Que me faz refém da rotina que eu mesma criei. Rotina essa que me consome dia após dia; falta de tempo ou de uma organização que não me deixe tempo hábil para fazer coisas prazerosas das quais preciso tanto: dançar, ir ao parque, cinema, teatro, rever amigos. Coisas que, por conta da correria, acabo deixando para depois, só que esse depois nunca se torna agora. Após essa breve análise, descobri que não tinha doença nenhuma para aquela imensa fadiga, desânimo, dores da alma. Realmente não era nenhuma patologia. Eu não estava doente: o que eu tinha era vida. Ou não tinha! Esse é o meu mal: não viver, só sobreviver. Esse é o mal desse século, temos tempo para tudo, menos para VIVER
FELICIDADE POR LINHAS TORTAS
Minha carruagem quebrou, meu cavalo branco morreu. Pra onde foi nosso amor, que da escuridão não padeceu? Nem fada madrinha dá jeito quando a gente vacila no amor. O ódio toma conta do pensamento e do coração toma conta o rancor.
É sangue nos olhos de quem é enganado. A faca nos dentes pela traição. É pura cólera. É uma fúria de titãs. O desejo de vingança quebra o último fio de esperança de reatar o laço.
Devemos pensar bem antes de ferir um sentimento. Colocar-se no lugar do outro antes de agir por impulso. Compaixão e empatia. Um vaso quando quebrado, nós podemos até colar, mas não como o imaginado, igual nunca ficará.
A raiva do outro é aceitável e se redimir começa com a desculpa, um real arrependimento para que viva de novo um amor sem impedimento.
Se o perdão de seu amor fora concedido, comece de novo, construa uma nova carruagem e desta vez deixe que o amor guie seu caminho.
Talvez esse erro faça o romance amadurecer, crescer e dar um novo passo para o futuro que, juntos, criarão um elo forte, uma aliança compacta, um amor que mesmo complexo, com altitudes onde já foi difícil de respirar, deu a volta por cima em prol de amar.
Às vezes a felicidade vem por linhas tortas, demora a chegar, faz o caminho mais difícil, passa por vários testes, mas ela sempre vem e não importa pra quem. Pense antes de fazer o errado. Você pode não ter duas chances.
Me amo
Ricky Henry
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Eu amo essa minha cor escura...
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No destaque esbanjo meus marfins branco
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Sigo adiante com meu cartão de visita
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Sou assim graças ao bom Deus e aos meus pais sou grato pela melanina que me deram.
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Onde chegou o pé direito é o de pisar
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Na humildade e bem trajado...
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Eu sigo de cabeça erguida...
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Não ligo para o que recalque vai dizer...
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Com a minha camisa pólo branca, calça de sarja tenis marrom sigo caminhando esbanjando meu ton
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O meu corpo com hidratante e perfumado sigo abrindo espaço
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É assim que eu vou, é assim que eu sou
Eu nasci pra falr de amor
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O meu bom gosto...
E sempre vaidoso...
Me sinto bem com esse meu jeito negro de ser
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Brasileiro e não nego a minha raiz, a minha melhor benção foi abrir os olhos, e a saúde que eu nasci
Sou brasileiro da gema filho de Dito e Jane!
Sou poeta, pai, filho, amor, amigo e irmão
Então eu só agradeço a Deus e não reclamo
Ricky Henry
