Borracha
"Tem pessoas que entram em nossas vidas com a função de uma borracha...
Sim, aquelas borrachinhas escolares que as crianças usam para apagar erros que cometem frequentemente.
Pois é você é como uma borracha na minha vida, entrou nela, escrevendo teu nome em todas as minhas linhas e foi apagando todos os meus erros... corrigindo minhas rasuras.
E hoje não sou apenas eu, somos nós."
LÁPIS e BORRACHA
Preservar o que foi bom para todos e o que foi bom para nós.
E escrever um presente de luz e um futuro de paz. Este o meu desejoparatodos neste
novo ano.
Ser parte, se integrar, lutar e defender, soltar a voz.
E, em tudo o que for desleal, passar um pano.
A vida não tem uma borracha onde se apaga as atitudes, e como um lápis também não dura para sempre.
Não existe culpa, quando insistimos em um amor decadente !
A borracha, que se passa na mente...
... não apaga, o que o coração
sente !
As ações do homem são como bolas de borracha
Quando batem no alvo sempre voltam
às mãos de quem arremessou
O menino que não tinha borracha
Ele molhou o dedo na língua e tentou apagar o escrito esfregando o dedo como se fosse uma borracha, mas, infelizmente, não conseguiu apagar e, pior que isso, acabou furando o papel.
A professora, que tinha assistido aquela cena, falou:
_Vou dar um presente pra quem me trouxer uma folha furada.
_Que sorte! _ gritou o menino. E levou sua folha pra professora ver.
_Você ganhou! Disse a professora.
E adivinha qual era o prêmio? ...Uma borracha.
Até hoje não se apaga de sua lembrança aquela borracha e seu maior presente: a professora.
Liberdade é não ter pauta
É permitir que erros aconteçam
É escrever sem borracha
Sem rasuras
É não se preocupar com a letra
É sentir o movimento
É escrever o que vier na mente
Sem censuras
É sobre não ter pressa
É não olhar pra linha de cima
É deixar as palavras guiarem
Sem se importar com o sentido
se eu não poder ser o lápis que desenha sua felicidade, serei a borracha que apagara a sua tristeza❤️
O desafio da vida é ser (no) infinito, desenhar sem borracha e "poetisar" todos os silêncios.
© Ana Cachide Praça
Tiro o elástico de borracha das flores de corte e coloco em cima da mesa. No vaso já com água fresca, coloco uma por uma por vezes tocando de leve as suas pétalas sensíveis. Depois fito o elástico abandonado no canto faltando um fio para se romper. Esticado de todas as formas até a borracha chegar no limite. Nas minhas mãos o coloco, e em um simples movimento ele se parte em dois. Mesmo que eu o amarrasse ele não ficaria o mesmo. E é isso que acontece quando deixamos que ultrapassem os nossos limites. Quando permito que rompam com essa linha tênue, já sei qual caminho de destino. A gente permite por medo de abrir a boca e transferir o não. Para o outro, para nós mesmos. No fim de tudo, quem despedaça somos nós, não quem rompeu com a nossa barreira.
