Bom fim de Semana Amiga
Tem uma música dentro de mim
G
Que eu tento calar, mas não tem fim
Am
Ela cresce, me toma sem pedir
F
Quando eu vejo, já fez eu sentir
C
É chama viva, não dá pra esconder
G
É como um grito querendo viver
Am
Se eu me entrego, eu volto a ser
F G C
Tudo aquilo que eu nasci pra ser
Helaine machado
Ser extraordinário
é, no fim,
ter coragem de ser você
quando o mundo prefere cópias.
Helaine machado
Teus olhos castanhos carregam o fim das tardes mortas,
como igrejas vazias depois da última vela apagar.
Há neles um veneno quieto, antigo, quase bonito,
dessas coisas que a gente sabe que ferem
e mesmo assim encosta o peito sem defesa.
Quando me olhas, o mundo perde o barulho,
fica só esse silêncio pesado entre a fumaça e a culpa.
Teus olhos não brilham — eles afundam,
puxam devagar, como rio escuro em noite sem lua.
E eu iria de novo.
Porque há amores que chegam como salvação,
e outros chegam com olhos castanhos
e cheiro de desastre.
Seja você sempre. Deixe suas digitais por onde passar.
No fim, não é sobre perfeição — é sobre as marcas que só você pode deixar.
No fim, muita gente não deixa de viver por falta de capacidade…
deixa de viver por excesso de medo.
Medo de julgamentos, de críticas, de não caber nas expectativas dos outros.
E, sem perceber, vai se afastando da própria essência para ser aceita por quem talvez nunca ficará satisfeito.
A liberdade começa quando a opinião alheia perde o poder de decidir quem você deve ser.
Porque a vida fica leve quando a consciência vale mais do que a aprovação.
Mas quem lá no fim chegou, jamais voltou e nem voltará, valorize a jornada, pois o destino é uma viagem só de ida.
O tempo é uma serpente que leva a gente pro fim da vida, rastejando silenciosamente e devorando todos os nossos dias.
No chicote das lembranças, a gente avança para o fim da estrada, impulsionado pela dor dos erros que não podemos mais corrigir.
Houve um tempo em que pensei que a dificuldade era o fim, que o peso da separação era uma prova irrefutável de que havíamos falhado irremediavelmente. Porém, a resiliência me ensinou que o que parecia ser uma pena é apenas uma pausa dramática. Com a humildade de quem reconhece o erro, eu me permito o recomeço, um retorno corajoso ao primeiro passo.
Sob a garra de um fim de tarde gélido, o vento do sul chicoteia a minha linda Ilha de Florianópolis, transformando o oceano em uma fúria de açoite. A ressaca violenta, incontrolável, arremessa a areia salgada, grão por grão, contra o rosto, enquanto a maresia incessante incrusta o sabor amargo da ausência na garganta e na alma. É nesse caos costeiro, visceral e implacável, que o meu peito aperta e a sua imagem e só ela, se torna o único e inegociável porto seguro em meio à tempestade.
A dor de um coração partido não é o fim da história, mas o prólogo forçado de um capítulo de metamorfose, é o fogo purificador que queima as ilusões e revela a fragilidade do que era apenas transitório, e o espaço que antes era ocupado pelo outro se torna o santuário da sua redescoberta pessoal. Não lute para preencher o vazio imediatamente, use-o para construir a sua base mais sólida, aquela que é independente de afetos externos e que reside na totalidade do seu próprio ser, transformando a solidão temporária no solo fértil da sua liberdade emocional.
Viver é colecionar adeuses discretos. Nem todo fim tem trombetas, muitos se vão por uma janela fechada. Eu faço inventário desses pequenos fins, para não esquecê-los. Cada adeus me ensina a salvar pedaços para recomeços. E, mais uma vez, o coração vira caixa de sobras transformáveis.
No fim, o que resta são rotinas que nos salvam do abismo. Rituais simples, um café, uma carta, um olhar, fazem ponte. Construo essas pontes com mãos gastas e coração atento. Elas não garantem paz eterna, mas oferecem travessia. E atravesso, sabendo que, por ora, já é suficiente.
Todo fim não é um vazio, mas um terreno aplainado para uma construção de propósito muito mais sólido. O ciclo de amantes que chegam e partem nos ensina que, acima de tudo, o único amor duradouro é aquele que se aprende a dedicar à própria reconstrução.
O tempo é o arauto gélido que apenas anuncia o inevitável fim dos ciclos, mas o bisturi da mudança está em suas mãos.
A decisão de cortar o passado é sua
e só sua.
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