Boca
A verdade é que você pensa duas vezes antes de abrir a boca e magoar alguém, mais ninguém pensa duas vezes antes de abrir a boca e te magoar.
Há três coisas que eu quero em um relacionamento olhos que não vão chorar uma boca que não vá mentir e um amor que não morrerá.
Amor sem compromisso é como algodão-doce... Docinho, derrete na boca, as vezes te causa arrepio, enjoa e acaba tão rápido que nem te dá vontade de quero mais.
Cuidado com o que você fala com as pessoas que se relacionam com você. É o que sai da sua boca que revela quem você é, são as suas palavras que revelam o que se passa em seu coração. É o que você fala, que define a sua vida. Nem todos são amigos, nem todos querem o seu bem, nem todos estão torcendo por você.
Os olhos falam o que a boca teima em não dizer e o que as mãos se negam pedir...
Os corpos pedem o que o coração tenta sublimar e a razão tenta esquecer...
A pele se arrepia com o que o pensamento insiste em negar...
Mal a outra a pegava no colo, Aziza metia o dedo na boca e aninhava a cabeça no ombro de Mariam, que a embalava um tanto sem jeito, com um sorriso meio surpreendido, meio encantando nos lábios. Na verdade, nunca tinha sido tão querida. Nunca alguém lhe tinha declarado o seu amor de uma forma tão espontânea, tão sem reservas.
Aziza lhe dava vontade de chorar.
- Por que você entregou esse coraçãozinho a uma velha feia como eu? – murmurava ela junto à cabeça da menininha. – Hein? Será que não percebe que não sou ninguém? Sou uma dehati. O que acha que tenho pra lhe dar?
Mas Aziza balbuciava toda satisfeita, se aconchegando ainda mais naquele colo. E, quando isso acontecia, Mariam se desmanchava. Seus olhos se enchiam de lágrimas. Seu coração pulava de alegria. E ela ficava deslumbrada ao ver que, depois de tantos anos do mais absoluto desamparo, tinha encontrado, naquela criaturinha, a primeira ligação verdadeira numa vida em que todas as relações tinham sido falsas ou não tinham dado certo.
(Khaled Hosseini)
Ausência
Um vôo noturno
Teus olhos de saturno
Circulam meu espaço
Boca de lua crescente
Sorrindo um pouco da gente
Sem pedir licença
Inocência
Meu inferno é o céu
O frio do inverno num pedaço de papel
Um poema...
Tua ausência.
Jesus morreu entre dois ladrões. Um deles abriu a boca apenas para confirmar que era mesmo mau caráter. Usou a proximidade física com Jesus para insultá-lo e zombar dele. O outro foi mais inteligente e humilde: pediu que Jesus tivesse misericórdia dele. Jesus atendeu, porque lhe disse: “Hoje estarás comigo no Paraíso” (Lucas 23.43). Não é surpreendente que um ladrão, minutos antes de morrer, tenha ouvido isso dos lábios de Jesus? Este fato, por si só, já nos comunica bastante da essência do Paraíso. Como é esse paraíso de Deus?
Em primeiro lugar, o paraíso de Deus é para pessoas que foram perdoadas. Como é possível um ladrão, a quem a sociedade do seu tempo não conseguiu perdoar, ser levado para morar no Paraíso ao lado de Cristo? Não se destina esse lugar a pessoas boas, de boa família, de boa formação? Por mais chocante que seja, a Bíblia ensina que não; o paraíso é para pessoas que reconheceram a sua maldade, pediram perdão e... foram perdoadas.
O poder da mulher é a boca que só profere palavras poderosas, assustadoras, e no findar da palestra, o homem percebe que ela usara a boca como um dos meios práticos, para tirar tudo que tinha para dizer.
CANÇÃO
Dá-me as pétalas de rosa
Dessa boca pequenina:
Vem com teu riso, formosa!
Vem com teu beijo, divina!
Transforma num paraíso
O inferno do meu desejo...
Formosa, vem com teu riso!
Divina, vem com teu beijo!
Oh! tu, que tornas radiosa
Minh’alma, que a dor domina,
Só com teu riso, formosa,
Só com teu beijo, divina!
Tenho frio, e não diviso
Luz na treva em que me vejo:
Dá-me o clarão do teu riso!
Dá-me fogo do teu beijo!
Morrer de Amor
Morrer de amor
ao pé da tua boca
Desfalecer
à pele
do sorriso
Sufocar
de prazer
com o teu corpo
Trocar tudo por ti
se for preciso
Distraída, ainda escuto tua voz sussurrando meu nome com a boca semi fechada, enquanto eu, ofegante, sentia cada uma das notas do teu perfume q já se confundia com o meu e inundava o espaço com um cheiro todo novo, um cheiro todo nosso ....
Blog Coexistêcia Cotidiana
Eu quero mesmo é ficar em casa
No aconchego das curvas de teu violão
Beijando essa boca fresca de hortelã
Quarando a madrugada pra te consumir.
Ser poeta
Ser poeta é escrever sem tinta
Ler sem nada escrito
Falar sem abrir a boca
Compreender os silêncios
É viajar na loucura
Andar na ignorância
Viver na sabedoria
Sendo amigo de tolos
É morrer sem morte
Viver sem vida
É sofrer sem dor
E celebrar sem alegria
É roubar a dor alheia
É Espalhar alegria
É compartilhar a vida
É ser o tácito grito das palavras
Perseguição de boca, maledicência, fofoca e boatos não conseguem derrubar o cristão que confia na boca de Deus.
