Boas Vindas para um Amiga

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O telefone virou só um pedaço de vidro e metal que serve pra me lembrar, em alta definição, do tamanho da minha solidão.

Há um ano, a gente estava fazendo planos pro futuro; hoje, eu sou o cara que torce pra essa data passar logo, como quem espera uma tempestade forte passar debaixo de um telhado velho.

⁠Às vezes você pega um livro, às vezes o livro te pega.
sfj,reflexões

Não é sobre a quantidade de livros lidos, mas sobre o quanto cada um deles foi capaz de transformar você.
Sfj,reflexões

⁠Quem escreve para si próprio escreve para um público eterno.
do livro Sábios do Mundo

A vida é um dia de verão, disse o Poeta.
sfj,reflexões⁠

É uma boa queda quando um cai perante Cristo.
frases cristãs 4⁠

Um homem só é homem uma vez na vida.
sfj,reflexões⁠

Que eu seja um comediante - mas um comediante que pensa, diz Chaplin.
sfj,caracteres⁠

Nos dias de chuva, há sempre um olhar
perdido à janela. A vida, lá fora, segue
seu ritmo cinzento, mas, por dentro, o
silêncio é a única voz. É o momento em
que a alma chora sem fazer barulho, e
a chuva apenas lava o que já está
quebrado.

Você é o autor da sua própria história. As escolhas são os capítulos. Escreva um enredo que te faça feliz. A vida é uma aventura, e você é o protagonista

Encontro de LÉON DENIS com KARDEC.
Havia em Tours um grupo espírita bem organizado, ao qual, porém, Denis não podia frequentar regularmente devido seus compromissos de trabalho. Mas, em meio aos primeiros estudos doutrinários, junto com alguns amigos espíritas, o rapaz ficou sabendo de um evento especial que se daria na sua cidade: a visita do autor de O Livro dos Espíritos.

O ano era o de 1867 e Denis tinha apenas 21 anos de idade. A reunião estava prevista para se realizar num salão, mas a prefeitura não providenciou a autorização do evento; então uma das personalidades espíritas da cidade ofereceu sua residência para sediar a palestra. Denis encarregou-se de ficar à porta do endereço anterior para prevenir os convidados da mudança de local; depois, ele foi se juntar os trezentos ouvintes que disputavam um lugar nos jardins da casa do Sr. Rebondin, para ouvir o codificador espírita. Ele registrou esse momento jubilar nos Anais do Congresso de 1925:

“Sob a claridade das estrelas, a voz suave e grave de Allan Kardec se elevava, e sua fisionomia meditativa, iluminada por uma pequena lâmpada colocada sobre uma mesa, no centro do jardim, produzia um aspecto fantástico. [...] Os canteiros do Sr. Rebondin ficaram bem pisoteados, mas cada um levou dessa noite uma inesquecível lembrança.”
No dia seguinte, o rapaz foi cedinho na casa que hospedava o Mestre espírita, só para dar uma espiadinha, do que vai contar: “[...] encontrei-o sobre um pequeno banco, junto a uma grande cerejeira, colhendo frutos que atirava para a Sra. Allan Kardec — cena bucólica que contrastava com aquelas graves preocupações.”

A passagem de Kardec em Tours rendeu a fundação de um novo centro espírita, do qual Denis foi escolhido secretário. A propósito de mais instruções, o apóstolo iria se encontrar o mestre mais duas vezes ainda em 1867; uma vez em Paris, no escritório de Kardec; outra vez num evento espírita em Bonneval. Dois anos depois, à distância, Léon lamentaria a morte do professor.

Momentos!


Às vezes, é preciso.
Às vezes, é importante.
Às vezes, é só um momento.


Às vezes, é o mundo inteiro cabendo em um segundo.
Outras vezes, não sobra nada além da lembrança.


Há dias em que entendemos.
Há dias em que apenas sentimos.


E talvez a beleza da vida esteja justamente nisso: nos seus incontáveis "às vezes".

Caro discípulo,

Desejo que sua coragem seja sempre maior que o medo. E se um dia cair... Saiba que no chão não poderá ficar.
Desejo que a vida lhe proporcione muitas marcas, mas que nenhuma delas mude o seu coração.
Desejo que nessa casa aprenda a respeitar os valores humanos. E se um dia partir, leve consigo minha espada e total admiração.

Quando inicie era um homem vazio. Quando terminei, compreendi que não era um homem, somente o vazio.

- Não desista do caminho! Porque à vontade é tudo o que tem.
Se abandonar este ímpeto, será mais uma vida lançada ao rio e guiada pela correnteza

Viver em função de uma causa perdida, é viver como um refém, e isso, é pior que a morte.

A partida é triste, porque verdadeiramente revela o que sentimos um pelo outro.

A morte é a transferência de um sonho.

Quando este corpo cansado deixar de existir um novo guerreiro assumirá meu lugar e com sabedoria guiará a sentinela longe da escuridão