Boas Vindas para um Amiga

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Só um poeta com alma leve, como uma lágrima de cristal, pode perceber o mundo com os olhos do coração e traduzir tudo em versos.

Que cada um faça bem sua parte
nesta terra onde de leve passamos
somos apenas pequenos grãos de areia
e daqui desta vida nada levamos...

As lágrimas ou sorrisos de um poeta se cristalizam em versos...

Muitas vezes é bom carregarmos um coração ingênuo e nele levarmos todos os sonhos do mundo, querendo desvendar os mistérios da vida.

A vida é cheia de supresas
um dia sim e outro também
mantenha a esperança acesa
que alguma coisa boa sempre vem !

Não importa o dia cinza, nem o caminho sem cores. Cada um pode e deve usar o dom de pintar o momento que vive, usando o pincel mágico que carrega no coração.

Tudo é muito igual e ao mesmo tempo diferente. Cabe a cada um temperar como queira aquilo que lhe couber na vida.

Muitas vezes nos sentimos como um pirilampo, que sozinho voa sem rumo e tem nas costas a missão de iluminar toda a escuridão da noite.

As vezes, um pequeno afago, uma minúscula palavra num pequeno momento, fazem um grande bem ao nosso pequeno coração, adoçando o dia...

Um beija flor, sabe,não pode
separar-se de sua flor,
é um pássaro que se prendeu
pelo resto da vida a êsse amor

Tal qual uma flor embotão,
transmuto-me em primavera,
se houver beija flor que me agrade,
fico de um beijo, à espera!

As estrelas vão piscando e desenhando o céu no infinito que é um mistério...
A noite é plena e doa o repouso, preparando o instante da aurora dourada onde acordaremos nos braços do amanhã...

Um bom dia começa quando você abre os olhos e se percebe com vida. Depois disso basta respirar fundo e agradecer a Deus pela oportunidade de recomeçar,

“Quem amaldiçoa o presente prepara um futuro igualmente miserável.”

“Todo futuro admirado pelos homens já foi um presente ignorado.”

Frederico Figner foi um homem de biografia singular e incomum. Dotado de espírito empreendedor, venceu com dignidade a escorregadiça e perigosa prova da riqueza, sem perder a candura do crente nem a fé que transporta montanhas, mantendo-se distante de qualquer fanatismo religioso. Instruído em letras e línguas, jamais abandonou a humildade e a simplicidade no trato humano. Cultivava elevadas relações sociais ao mesmo tempo em que dedicava convivência amorosa aos infelizes e sofredores. Sua contribuição histórica ao Brasil foi notável, trazendo ao país o fonógrafo, o gramofone e o disco, tornando-se um dos grandes pioneiros da difusão sonora e cultural brasileira.
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Só existe uma Força capaz de levantar um homem dos mortos.
Nós a chamamos de fé.

A Jornada de Domily


Num pequeno bairro onde os sonhos pareciam adormecidos, vivia Domily, um jovem que acreditava que a vida podia ser mais do que apenas sobreviver. Enquanto muitos viam dificuldades, ele via desafios disfarçados de oportunidades.


Desde cedo, Domily aprendeu que o mundo não oferece nada de graça — mas oferece tudo a quem tem coragem de tentar. Com uma mente inquieta e um coração determinado, ele começou a estudar, observar e aprender com cada erro. A cada queda, levantava-se mais consciente de quem era e do que queria construir.


As pessoas diziam: “Domily, é impossível mudar o destino.”
Mas ele respondia: “O destino não muda sozinho — quem muda o destino é quem decide não parar.”


Com o tempo, Domily tornou-se uma referência. Não apenas pelo sucesso que conquistou, mas pela mentalidade que espalhou: a de que todos podem avançar, mesmo que com pouco, desde que com propósito.


Hoje, quando alguém pergunta o que fez dele diferente, ele sorri e diz:


> “Não foi sorte. Foi comunicação, coragem e fé no processo.”

Nas mãos de um grande Deus, a humildade de poucos vale mais que a grandeza de muitos.

"O Julgo Invisível”


Vivemos num tempo em que o valor de um homem se mede pela pressa com que ele produz.
Se ele para, chamam-no de preguiçoso; se cansa, de fraco; se pensa, de inútil.
Mas ninguém pergunta o que o silêncio dele carrega, nem o peso invisível que sustenta quando o mundo o chama de vagabundo.


Talvez o que eles chamam de inércia seja apenas o intervalo entre o que ele foi e o que ainda vai se tornar.
Nem todo repouso é desistência — às vezes é apenas o respiro antes do próximo passo.
E quem julga de fora nunca vai entender a batalha que se trava por dentro,
onde cada dia sem trabalho é também uma luta para não perder a fé em si mesmo.

"O Silêncio de Não Ser Pai"


Não sou pai. E há nisso um espaço — não de vazio, mas de eco. Um campo onde o tempo passou, e deixou intacta uma terra que poderia ter sido semeada.


Não ser pai não é ausência de amor.
Talvez, seja amor que não precisou de nome, que não se debruçou sobre berços, mas se espalhou em gestos, em presenças sutis, em silêncios partilhados.


O mundo, com sua pressa de moldar destinos, parece esperar que todos sigam a mesma trilha: encontrar, gerar, ensinar, repetir. Mas e aqueles cujos passos desenham outro mapa? E aqueles que escutam a vida por outros ângulos, sem o riso de um filho chamando pelo corredor?


Às vezes penso: teria sido bonito... Ser chamado de pai com a voz trêmula de uma criança, encontrar meu rosto espelhado em outro pequeno rosto. Talvez um dia. Talvez nunca. E tudo bem.


Há paternidades que não vestem título.
Há frutos que não brotam do sangue, mas do cuidado que deixamos pelo caminho. Já fui abrigo, já fui raiz, mesmo sem ter dado nome a ninguém.


Não ser pai é, por vezes, um caminho mais silencioso.
Mas há sabedoria no silêncio, há paz em aceitar que a vida se desenha também nas entrelinhas. E que o que não foi, ainda assim, pertence ao que somos.