Boas Vindas para um Amiga
O mérito da ficção científica não é prever o futuro, mas criar um futuro tão horrível que as pessoas vão lutar para que ele não aconteça.
Árvores dançando, cabelos ao vento, janelas fechadas. Um ser solitário. Lágrimas pingando, chuva caindo, olhar de esperança. Esperança infinita.
Mudo muito rápido de opinião, não sei se dá pra traçar um perfil de mim pelo que escrevo mas sim pela frequência que minhas idéias mudam.
Mas é um preço tão alto que se paga por ser verdadeiro(a), que só sabe mesmo quem paga! Mesmo assim, é melhor pagá-lo do que sobreviver a custa de mentiras e de meias verdades. Inventaram o dia da MENTIRA, mas por que ainda não inventaram o dia da VERDADE?!
A minha verdade é cor de sangue!
SINTO FALTA
Sinto falta de coisas que nunca tive.
Falta de carinho
Falta de um abraço
Falta de um amor que poderia ter existido
Falta de uma mão pra segurar bem forte em noites de trovoadas.
Falta de um lindo sorriso acompanhado de um brilho espetacular nos olhos
Não sinto falta de um dia ter visto você triste.
Uma vez te vi mais maravilhosa que todas as outras vezes
Nesse dia, feito um vaso de porcelana raríssimo
Manuseei em minhas mãos com toda delicadeza e carinho
E disso sinto falta
Sinto falta das coisas que gostaria de sentir e ter
Sinto falta de tudo
Mesmo sabendo que a nada tenho direito ou merecimento.
Há uma coisa um pouco triste em relação aos fogos de artifício. Eles são tão brilhantes, bonitos e empolgantes, mas, a medida que desaparecem, você se sente meio solitário.
Conta uma lenda que um dia, um sábio e seu aprendiz estavam de viagem ao redor do mundo.Certo dia, cansados de tanto andar, estando os dois com fome , sede e sentindo o cansaço abate-los , pediram pouso em um casebre bem humilde cravado entre os morros. Foram acolhidos pela familia do casebre. Comeram, beberam e dormiram .No dia seguinte antes de seguirem a viagem, o sábio perguntou ao chefe do clã , o que ele fazia para para sobreviver com sua família naquele local que nem uma plantação havia. O Chefe do clã respondeu que sobreviviam do leite, produzido pelo único animal q possuiam, a vaquinha Margarida.O sábio perguntou mais !. Perguntou se não almejavam uma mesa fartae uma vida mais segura e com conforto para ele, sua esposa e suas duas filhas . Novamente o chefe do clã respondeu : " Isso é sonho moço, pq da Vaca Margarida só conseguimos o leite e deste fazemos queijo que vendemos na vila por um dinheiro mirrado, que mal dá para o alimento !" O sábio agradeceu a hospedagem e seguiu caminho com o seu aprendiz.Já quase na saída da propriedade, avistou a vaca margarida a beira do precipício. Olhou para o aprendiz e disse: " Vá lá e empurre a vaca no precipício !" O aprendiz respondeu "Mas mestre, isso é injustiça ! Eles sobrevivem do leite que margarida produz!" O Sábio ficou irredutível e disse com tom mais forte " Estou mandando, empurre a vaca no precipício!!! " O aprendiz, bastante contrariado e acreditando estar cometendo a maior injustiça do mundo, obedeceu. Empurrou a vaca precipício abaixo e seguiram viagem. Anos mais tarde, o aprendiz , que já havia virado sábio tb, voltou pelo mesmo caminho que havia percorrido com seu mestre e quando passou por onde era o casebre, deparou-se com uma fazenda enorme, produtiva. A terra, antes sem plantio algum, agora estava florescendo e produzindo ! Não se conteve e foi estar com o chefe do clã. Encontrou um senhor bem vestido, instalado em modernas e confortáveis instalações. Indagando ao chefe do clã, o que havia ocorrido , o mesmo o respondeu: " Naquele dia, que vocês sairam daqui, aconteceu um desastre . A minha vaca margarida, caiu no precipício e ficamos sem o que nos sustentava. Sem saída, tive q começar a arar a terra, plantar e colher. Ia sempre a Vila para vender o que eu colhia, porém, continuavam me pagando muito pouco e eu comecei a achar q o meu esforço valia muito mais ! Procurei por novas praças onde pudesse vender a minha colheitae encontrei praças que eu nem sabia que existiam ! Pagaram-me muito mais, do que eu estava acostumado a receber pela minha colheita . Com isso passei a guardar algum dinheiro e sempre investia esse dinheiro poupado em mais plantações. E assim foi, até criar este pequeno imperio que Vós hj vê diante de teus olhos !
Sem Coração.
Eu tive um coração, um dia
E não sentia nada
Eu só queria
mas não sentia.
Até que um dia senti
e tudo passou
a fazer sentido.
Fiquei somente
com o peito meio doido
meio sem jeito.
meio perdido.
Quando eu perdi
meu coração.
Eu não existia mais
só existia a dor.
Se não existe então
o que é que doía?
Porque viver sem,
doía mais que sentir.
Tenha dó de mim
Não me deixe
sem um coração assim.
Mas eu sei
nem que me devolva
esse coração
não é mais meu.
Nem que você
o jogue fora
E eu o ache
na lata do lixo
Que ele te xingue
Que ele chore.
Ele nunca mais será meu
Esse objeto perdido
Foi vendido barato
Como se fosse
somente um trapo.
Esta para demostração
Pendurado sobre
Um mastro de bandeira
Intocável
Lamentável.
Seco e retorcido
Deformado e mal tralado,
mas é um coração vivido
aceita sua dor
não aceita ser
menos do que foi.
Nem menor em seu amor.
Sobre sapatos e relacionamentos:
Chega um certo momento que a beleza não é tão relevante. Preferimos os confortáveis e duradouros.
Meu sorriso esconde um abismo que não indico a ninguém
Minhas palavras são doces mesmo em dias frios
Quem me perguntar como estou sempre saberá a resposta
Mas quem me conhece como sou, nem me dirige a palavra sobre essa história
As brincadeiras escondem dores
Os carinhos escondem ódio
E o silêncio esconde pensamentos...
Ser um “mulherão” é ter charme para dizer não na hora certa e sim para se sentir plena. Ser independente de corpo e alma. Não são apenas o dinheiro e o trabalho que nos libertam, mas a autenticidade de sermos nós mesmas. Nenhuma mulher que se preze, vai permitir que “tem que ser assim ou assado”, porque ela tem personalidade própria, se ama antes de qualquer restrição e não se acata a ditaduras alheias.
As flores do campo e as paisagens têm um grande defeito: são gratuitas. O amor à natureza não estimula a atividade de nenhuma fábrica.
Eu me lembro que ainda muito jovem li as memórias de Goethe. Goethe era um sujeito que achava que nós deveríamos cumprir todas as nossas obrigações para com a sociedade. Porque nós temos de ser superiores a ela, não inferiores. Se nós consentimos que a sociedade nos marginalize e nos derrube, então nós seremos seus escravos.
Eu tinha muita amizade com o doutor Juan Alfredo César Müller. Ele era um sujeito goetheano. A ética que ele seguia era a do Goethe, baseada em três coisas: o homem deve ser digno, prestativo e bom. O dr. Müller era a encarnação dessas três coisas, era digno, prestativo e bom. Você não pode fugir das suas obrigações sociais. Claro que, às vezes, você as cumpre imperfeitamente. Mas você não pode fugir delas, porque se você fugir, você se enfraquece. E se você se enfraquece, você torna-se uma vítima inerme da pressão. Você tem de se esforçar, tentar fazer o máximo para que seja mais forte do que a pressão da sociedade, não mais fraco, jamais uma vítima.
Goethe fala de sua ética do trabalho em seu livro de memórias "Poesia e Verdade" e nas "Conversações com Goethe", escrito por seu secretário, que teve a prudência de anotar os diálogos que tinha com Goethe nas conversações do dia-a-dia e que eram jóias.
Quando for brigar com quem você ama…
Briga baixinho, faz um carinho.
Pode não ser perfeito,
Mas, com amor, tudo se dá jeito.
Não aceite migalhas, Deus te fez e te convidou para se sentar à mesa diante de um banquete. Se a vida esta batendo com força, é para te moldar, muitas vezes precisamos quebrar o vaso velho e fazer um novo vaso. Pense nisso!
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