Boas Vindas para um Amiga
Em câmera lenta
Olho na distância o tempo que se esvai...
Queria um mundo mais lento... pausado...
Queria que meu andar fosse um andar arrastado.
Mas corro.
Não posso me demorar.
As belezas ao meu redor nem consigo aproveitar.
Nasce o dia...
Nova correria...
Morre o dia.
O tempo que se foi numa total afobação.
Nesse grande afã... onde vamos parar?
Podemos parar?
Olho no espelho.
Vejo o reflexo do que um dia fui.
Meus olhos verdes estão amarelando...
Busco a essência dentro de mim.
Um grito perdido ecoa... ecoa...
O tempo voa.
Uma ânsia de ver em câmera lenta o tempo passar.
Dessa dor
Um mar de sentimentos.
Um passado que não cansa de retornar...
E eu que só no presente queria ficar.
Minha vida se transformou num castelo intransitável.
Fantasmas descalços vêm ao meu encalço...
Fecho os olhos pra não os ver...
Mas o frio que com eles chega me faz estremecer.
Vivo como se espinhos tivesse cravados na alma.
Foi-se pra um lugar inatingível toda a minha calma.
Sofro... essa dor intrusa e hostil...
Fe em mim sua morada... fez-me presa do seu covil.
Esperança
Meus passos na areia...
Desaparecem pouco a pouco...
Na vida... tudo é o tempo de um sopro.
No vai e vem das ondas...
O mar num eterno ir e vir...
Impressão: seu movimento é eterno... o fim nunca irá atingir.
Será?
Malabaristas que somos.
Pra onde exatamente vamos?
Iludimo-nos a cada dia que nasce...
Uma esperança louca que em nós renasce.
Intrusa hostil.
Sentimento infantil...
Esperança... sim, não passa de coisa de criança.
Mas... como sem ela viver?
Iríamos muito mais rápido apodrecer.
É o que resta
Louco temporal
no céu negras nuvens...
um vento frio que entra pelas frestas...
voam folhas de árvores e envolvem as pessoas...
sombrinhas que se dobram ao vento...
água fria que escorre pelos corpos.
Frio que engole o calor do dia.
Frio que leva embora toda a alegria.
Riscam raios o céu.
Pedras de gelo quebram vidraças.
carros amassam.
Roupas no varal voam, se contorcem.
pássaros nos ninhos se escodem
procuram proteção...
negra poesia nesse dia.
Sombrio.
Frio que não passa.
Tristeza sacode a manhã.
Era pra ser um dia de festa...
agora, ao se irem o vento e a chuva na direção do mar que logo ali está, restabelecer a ordem que a tempestade causou...
é o que nos resta.
Coração amargurado
Coração solitário...
Um barquinho em alto mar
sem rumo a navegar.
Coração quebrado.
Em mil pedaços despedaçado.
Estilhaçado...
No fundo do mar mergulhado...
Quer vir à tona...
Precisa de ar.
Desesperadamente tenta se recompor.
Livre pra bater... viver um eterno e tranquilo respirar.
Coração reconstituído.
No vai e vem das ondas busca sentido.
Um vagalhão carrega-o pra bem longe.
No fundo... bem mais fundo...
Da borda continental às fossas abissais.
Volta refeito pro lugar para o qual foi feito.
Coração – bate no peito.
Constantemente por si próprio.
Esqueceu o que é ser amado.
Mas não esqueceu do coração cruel que transformou sua doce vida de mel...
No gosto mais amargo que o próprio fel.
Como uma nota musical
Um olhar de menos de um segundo
e mudou minha percepção do mundo.
Uma nota musical
e nunca mais nada ficou igual.
Uma batida do coração
e a emoção se rendeu à razão.
Muito...muito mais de um bilhão de seres no planeta
e um... só um... um só encontrou morada no meu coração...
Solitário
Solitário – como um lobo sem matilha.
Coração cruel.
Esfola todos os que o amam.
Empurra pra bem longe todos o que por perto o querem.
Mas, mesmo assim, não o ferem.
Não, não é má pessoa.
Sua voz paz ecoa.
Suas mãos aos outros oferece.
Mas a ninguém faz sequer uma prece.
Frio como uma pedra de gelo.
Estilhaçado, não deixa transparecer o quanto está quebrado.
Seus cacos cortam-me devagarinho.
Sangro... choro baixinho.
Amo-o, apesar de tudo.
Faço das minhas dores meu escudo.
Escondo as lágrimas.
Finjo uma alegria que não tenho.
Outra companhia, que não a dele, desdenho.
Do que quero me punir?
Por que continuo ao seu lado eternamente a fingir?
Gosto eu que viva ele a me ferir?
Alone
You are not alone.
Há todo um Universo a te acompanhar.
Sozinh@ você não está...
Sempre ouvi...
Por que você tinha de partir?
Partiu como segue o rio...
O caminho que bem entende,
Contornando, horas a fio,
O fio que está à frente...
Sem perguntar a qualquer um se consente...
Ou se, em sua ida... partida, tristeza alguém sente.
Frio que congela a alma.
Medo que nada acalma.
Era pra sempre o combinado você me amar...
Como pôde esse amor das minhas mãos escapar?
Eu... que o segurava bem firme.
Ambiguidade
Em cima da mesa
Um pedaço de papel...
A letra era conhecida,
mas parecia distorcida... tremida.
"Adeus! Te amo... mas não posso mais."
Não poderia ter sido um "até breve"?
Me ama! E não me quer mais?
E o "não posso mais..."?
Sempre teve meu total apoio, fui suporte, fui a forte...
poderia ser até mil vezes mais...
Pois é... sou a que compreende, a que entende,
a que de tudo já viveu mais, viveu demais...
E... a rosa vermelha!?
Ele adora dar...
E eu, ele sabia, eu nunca gostei de ganhar...
Por que junto com o bilhete tinha de deixar!?
Tanta ambiguidade é de matar...
Me deixa cheia de esperança que ele não vai mesmo aguentar...
E pros meus braços ele vai voltar.
Da fome
Que olhar sofrido.
Que lento caminhar...
Lixeiras vejo-o vasculhar.
Um pedaço de quê?
O que espera ele encontrar?
Busca nas cinzas, nos restos um lampejo de vida.
Fecho os olhos pra não ver.
Meu coração se nega a crer...
No fundo do poço?
Quanto fez ele de esforço?
Se deixou levar pelas águas de um rio?
Foi um vento forte... um vento frio?
O que o levou e lá no fundo o amarrou?
Seus lábios amordaçou...
Por que não aproveitou e sua fome matou?
E o que mais assusta é que a humanidade segue... segue como se a fome do outro não importasse.
Vasculhar o lixo...
Isso não é coisa nem pra bicho.
Amar... planeta terra
Queria um lindo presente...
Poderia ser o mais belo pôr do sol...
Ou as luzes do arrebol.
Queria o bailar das andorinhas
Das flores coloridas em um eterno jardim...
Que tudo isso fizesse parte do meu quintal.
Queria uma onda do mar...
Pra nela ir e vir...
Navegar por tantos mares...
Conhecer os mais belos lugares...
Uma onda que brilha no amanhecer...
E se recolhe no fundo do mar quando o dia começa a morrer.
Queria um planeta bem redondinho...
Com tudo no seu lugar...
Queria (com)viver só com quem sabe tudo amar.
Meu verdadeiro eu: um monstro
Desistiu... desistiu de mim.
Seus olhos negros como a noite transmitem um desespero sem fim.
Não consegue ver nem um pingo de bondade.
Não há lealdade.
Sou um fracassado.
Um caminhar malogrado.
Creio que ele se sente logrado...
Esperava mais de mim.
Não me queria assombrando seus pensamentos.
É... mas ele tirou dos olhos a venda.
E hoje o que vê é uma tremenda fenda...
uma frincha... uma abertura... uma fresta bem escura.
Uma tragédia. Ele não esperava por isso... nem eu.
Mas foi o que aconteceu: tirou a venda dos olhos e viu meu verdadeiro eu.
Há uma razão nessa escuridão.
Há uma razão... e isso entristece demais os corações... o dele e o meu.
Farrapos do tempo
O tempo... ah!!! O tempo.
Se parasse por um momento.
Eu juntaria os farrapos...
Teria tempo pra olhar pro lado...
Degustar com meu olhar as flores que estão no meu caminhar...
Sentir das borboletas o leve flutuar...
Ouvir dos pássaros o alegre cantar.
Olhar pra cima... pro céu que me cobre com suas nuvens escuras, pesadas...
Pro céu azul... puro anil.
Pras estrelas... nas noites de céu estrelado
Noites em que a chuva foi chover em outro lugar.
Se o tempo fosse um pouquinho mais gentil...
Teria tempo pra me aprimorar como ouro no cadinho.
Mas o tempo... corre apressado.
Com meu aperfeiçoamento não está preocupado.
Preocupa-se apenas em seguir seu próprio caminho.
Farrapos de tempo.
É o que tenho visto pra todo lado.
Um mundo de todas as cores... um arco-íris... um mundo em que não haja distinção de cor, por favor!!
╭✿ ԑ̮̑♦̮̑ɜܓ❤ ╭✿ ԑ̮̑♦̮̑ɜܓ❤ ╭✿ ԑ̮̑♦̮̑ɜܓ❤ ╭✿ ԑ̮̑♦̮̑ɜܓ❤ ╭✿ ԑ̮̑♦̮̑ɜܓ❤ ╭✿ ԑ̮̑♦̮̑ɜܓ❤
O mesmo ar a respirar... os mesmos raios de sol em todo lugar... nos cabelos meus, nos seus a brincar... o mesmo vento a soprar... o mesmo tempo a passar... o mesmo dia a chegar.... a mesma noite a escuridão abraçar... a mesma lua... as mesmas estrelas no céu a brilhar... e um mundo cheio de um mundo de gente... e alguém resolveu classificar... separar... selecionar... e a cor ser o critério dessa separação... que sujeitinho mais sem noção...
A mesma gente... tudo igual e diferente - a-pe-nas... em sua in-di-vi-du-a-li-da-de... - gente que é gente não pensa diferente quando o assunto é gente. Não há raça superior, muito menos inferior... todos da mesma mão... todos o mesmo Criador.
Direitos iguais... igualdade... isso deveria ser assim desde sempre... pra todo o sempre... de eternidade a eternidade...
E eu fico aqui me perguntando: por que foi necessário marcar no calendário o Dia da Consciência Negra? Instituir por Lei um dia "dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira"? Por quê!? (Wikipédia)
"Não precisamos de um dia da consciência negra, branca, parda, amarela, albina... Precisamos de 365 dias de consciência humana"... concordo com você Thiago Saraiva...
Loucura cômica... mais um D. Quixote... com a lança na mão... ops... com um teclado e uma conexão...
Uma única e simplisinha conexão e é possível alcançar qualquer pontinho deste mundo imenso... intenso... repleto de informação.
O que pode um escritor!? Ou melhor, qual o poder de um escritor!?
Nenhum.... nenhunzinho da Silva... o escritor apenas pode ter fé de mover o riso... fazer bater mais forte o coração... levar às lágrimas... levar à reflexão... só pode ter fé...
e se não for o amad@ leitor se dispor a parar sua vida... a deixar de lado o que está a fazer com seu precioso tempo e direcionar sua atenção por estas ... ou outras quaisquer mal traçadas linhas... a fala do escritor é uma fala só... bem sozinha.
Loucura cômica... e deliciosa...prazerosa.... ou não é um louco o que escreve como um louco sem garantia nenhuma de que as palavras cumprirão seu papel de transmissoras?? Nenhuma garantia há de que consigam deixar de ser palavras sem sentido... mera sequência de letrinhas... uma sopa de letrinhas deliciosa...
cômico... pois não é cômico quem fala sozinho!?
e deliciosa... porque... bem porque...
tal resposta só você, amad@ pode dar... e ainda lhe dou o direito de se deliciar a pensar aí com seus botões sobre o que eu tinha em mente ao postar este post... pelo simples prazer de postar...
Se há um lugar por onde não transito muito bem é na política... quem me conhece bem sabe muito bem do que estou a falar: o máximo que sei... e sei muito bem... é que tenho o direito de votar. E exerço esse meu direito.. e o exerço muito bem. Punto e basta!
Mas, por aqui... por aí... fico sabendo a quantas anda o nosso país no que diz respeito à política... sei que, coitado, não é muito bem governado... sei que há muito dinheiro desviado... lavado... de mão em mão - alheias - passado.
Dinheiro... pois é! Dinheiro que sai do meu... do seu... trabalho suado... muito... mas muito mal usado. bem mal empregado... indo pra todo tipo de bolsa... desviado... usado errado...
Tanto buraco pra ser tapado.
Sou contra as tais bolsas que andam espalhando por aí!? Contra a maioria delas... sou sim. Sou contra porque sei que é dinheiro mal empregado. Se o cara que recebe estivesse bem empregado, caso solucionado! Pois quem está bem empregado de bolsa não é necessitado... não precisa ser ajudado... beleza... tudo arrumado. Não, nem tudo não.. porque o empregado, coitado, rala, rala e, ainda, tem um monte descontado... que vai pra outro 'coitado'...
Um triste espetáculo estou eu a assistir neste país... e, como todo espetáculo, há alguém nos bastidores a comandar, a orquestrar, a mandar e a desmandar... Ou estou a me enganar? Não há ninguém a governar?
Estamos num barco à deriva... prestes a afundar?
Sim... porque do jeito que a coisa vai, coitado por coitado é melhor um coitado que é ajudado.
Sei que este post não será lido por quem dever teria... se fosse, muita cabeça rolar iria...
Mas só que não...
Você acredita em Papai-Noel?
Ontem, um amigo, pela mais da milionésima vez, me questionou: 'Ro, como você pode dizer que a vida tem sentido neste mundo tão sem sentido?'
Porque sim... respondi. "Porque sim não é resposta'... ouvi.
Sim, sim... eu sei que não é resposta... mas acho que esgotei todos os meus argumentos e resolvi não procurar mais algum sobre o qual ainda não havia me apoiado. Na boa... às vezes o silêncio é o melhor que se tem a dizer.
Mas, como não me aguento... lá vai o que eu não falei, mas pensei rsrsr
O mundo tem sentido... tem sim. Por mais que para algumas pessoas não faça sentido nenhum - e eu entendo, porque houve eras em que pra mim também nada fazia sentido - o mundo faz todo o sentido do mundo. Estou certa produção!? Estou sim.
Olha só... se pra você faz sentido, não há necessidade de nenhuma explicação, concorda?
Agora, se pra você não faz sentido nenhum, nenhuma explicação é possível... parafraseando Inácio do Loyola... que alguns chamam de santo - um dia quero escrever sobre essa palavrinha aí... tradução da palavra hebraica “kadosh”.
Bem, meu bem, meu mal... ou você está no grupo dos crentes - just como me -, ou no grupo dos descrentes - como my friend.
Sabe o que é triste!? Não é estar no grupo dos descrentes, não... o triste é, apesar de ter ouvido falar que faz sentido um milhão setecentas e trinta e três vezes... continuar sem acreditar.
Mais uma coisinha pra você que ainda duvida... se duvida é porque pode ser que faça sentido, ou não? Ou você duvida que existe Papai-Noel!? Não... não duvida... você tem certeza de que não existe... então
O dia em que morri...
Não que morri um pouquinho mais (porque todo dia a gente morre um pouquinho), mas que morri definitivamente....
Você acha estranho eu escrever sobre o dia em que morri... se já estou morta? Não, não ache estranho... pra mim, a coisa mais natural do mundo é escrever sobre esse dia... e se você é um bom leitor vai lembrar de Memórias Póstumas, de Brás Cubas, o defunto mortinho da Silva contou sua história... e, se ele contou toda a sua história, posso contar pelo menos o que aconteceu em um dia de minha morte: o dia em que morri.
Sabe o que foi mais difícil pra mim nesse dia? Abandonar meu projeto de vida. Cara, vou te contar... foi uma dificuldade imensa... porque eu tinha tantos projetos, mas tantos projetos pro meu futuro, que nunca me fixei no meu presente... eu vivi um presente sempre ausente... porque o que eu queria mesmo ainda estava por vir. E me desapegar de algo tão valioso - pra mim - foi supermegahiperdifícil.
No dia em que eu morri... o problema maior não foi a minha morte... foi sim a morte de tudo o que eu havia planejado, sonhado, projetado. E o meu pobre coração bateu forte dentro de mim... completamente desolado, descontrolado... quando se deu conta de que era realmente o fim... de que não haveria mais esperança de bater feliz por mim.
Porque eu morrer... isso era coisa certa, não foi nenhuma surpresa - dado que todo ser que respira um dia deixa de respirar... não é bem assim?
Mas ver morrerem junto comigo meus sonhos, meus 'farei isso, e farei isso, e farei isso... amanhã, e amanhã, e amanhã'... meu, vou te contar, doeu... doeu por demais da conta ver a morte de tantos amanhãs que não chegariam jamais.
Morri... morri e tirei uma grande lição: ninguém garante a existência do amanhã, ninguém.
Ainda bem que acordei - foi um sonho, viu... isso do dia em que morri...
Alguns diriam: um pesadelo isso sim.... mas eu digo: um sonho sim... a melhor lição da vida nele aprendi.
Sei que o post é sobre a morte... mas só encontrei figuras macabras sobre a morte... então)
Querido professor,
Uma sala de aula, carteira, cadeiras... filas inteiras... um quadro que já foi negro, um giz que nunca foi de cera... ou foi? Um pincel... um projetor, mimeógrafo... computador. E sempre um querido professor.
Muita coisa evolui, outras não saíram do lugar... e num futuro não muito distante como será que tudo vai ficar?
Fazer cálculos com números romanos... uma tremenda aventura. mas só assim podiam muito tempo atrás... passou um tempinho... trocar pelos arábicos!? Nem pensar... uma heresia... heresia... heresia a Igreja a gritar. 'é muito fácil, é coisa do demônio'...
Pra que simplificar se pode complicar?
Da pena de ganso à caneta-tinteiro... que avanço... a esferográfica precisou lutar pra seu espaço ganhar...
Calculadora... pra quê? Quero ver de cabeça você resolver... seu raciocínio desenvolver... é assim que você melhor vai aprender.
Proibido, proibido, proibido... tudo o que é proibido é melhor.
Um dia vence o melhor... ou: sempre vence o melhor.
Novas tecnologias a cada dia... e a escola da realidade do aluno bem pertinho tem de ficar... se não a coisa todinha vai desandar.
E agora na pauta o celular... na sala de aula pode usar? Todo mundo discutindo, permitindo ...proibindo.
Quem vai ganhar?
Texto legal aqui você vai encontrar: http://socialgoodbrasil.org.br/2013/tecnologia-social-celular-na-sala-de-aula
Desta história um grande protagonista... muitas vezes um verdadeiro artista ;)
Feliz dia do professor, meu querido professor :)
Denso lodo
Andei por regiões remexidas...
Dor e sofrimento...
Tantas as feridas.
Um denso lodo atravessei.
Não sucumbi...
Por um triz.
Verdes planícies
Formosas...
Rodeadas, porém, de formas rochosas.
Rios caudalosos.
Abismos sem fim.
Um caminho aberto a força.
Um vento contrário a me indispor.
Areia movediça... pouco a pouco a me fazer perder a força.
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