Boas Ações
"Ações institivas cujo o tempo se assemelha, natureza de variabilidade mas emoções corrompidas pelas próprias atitudes."
Imagine você ter escrito no caderno da sua trajetória atos na forma de ações e atitudes conclusivas, e agora no presente sem poder alterar rabiscar ou riscar, nem mesmo apagar!
Então pense bem antes praticar algo.
Isto é o que chamam de eterno.
Agradeço por poder fazer tantas ações boas sem necessidades de contar, é eu e Deus e em sua força não precisa se auto-afirmar.
"Não me moldo ao sabor do vento. Minha essência permanece intacta, mas minhas ações refletem a forma como me tratam."
"O erro dos pais é não compreender que todas as suas ações agressivas de hoje refletirão no futuro dos filhos."
"Alguns pais nunca vão compreender que todas e quaisquer ações agressivas dentro de casa contra os filhos refletirão negativamente no futuro deles, pelo resto de suas vidas. Bater não educa os filhos, só os torna agressivos!"
"As ações de ajuda que realizo são conhecidas por mim, pela pessoa que estou ajudando e por Deus. Ninguém mais precisa saber quem foi ajudado, de que maneira ou os motivos por trás disso. A verdadeira ajuda é aquela feita de coração, pela graça e em prol do bem maior."
Se o Papagaio se desapegasse das Narrativas e focasse nas Ações do João-de-barro, certamente viraria um baita Ajudante de Pedreiro.
Há uma diferença muito profunda entre repetir discursos e aprender com exemplos práticos.
O papagaio domina a arte da reprodução; repete sons, frases e até opiniões sem necessariamente compreender o significado do que está dizendo.
E, infelizmente, nós já estamos fazendo o mesmo.
Já o João-de-barro não faz discursos sobre trabalho, planejamento ou construção..
Ele simplesmente constrói.
Vivemos em uma época em que muitos papagaios se transformaram em especialistas de quase tudo.
Repetem palavras de ordem, slogans, frases de efeito e verdades emprestadas.
Decoram narrativas inteiras e as reproduzem com impressionante fidelidade.
Mas, quando chega a hora de erguer algo concreto — uma ideia, um projeto, uma solução ou uma ponte entre pessoas — a habilidade desaparece.
O João-de-barro ensina uma lição bastante silenciosa.
Sua obra não nasce de discursos elaborados e inflamados, mas da prática persistente.
Com tijolo de barro sobre tijolo de barro, ele demonstra que resultados costumam ser filhos da ação disciplinada, não da retórica sofisticada ou rebuscada.
O maior problema das narrativas é que elas podem criar a ilusão de competência.
Quem fala muito sobre construção pode parecer construtor.
Os que falam muito sobre coragem podem parecer corajosos.
Quem fala muito sobre honestidade pode parecer íntegro…
Entretanto, a realidade sempre cobra a apresentação da obra.
Talvez uma das maiores armadilhas dos tempos modernos seja confundir a capacidade de comentar com a capacidade de realizar.
Há quem passe anos analisando casas sem jamais colocar a mão na massa para levantar uma parede.
Assim como há quem se torne mestre em discursos sobre transformação sem transformar sequer os próprios hábitos.
Talvez por isso essa reflexão se torne uma provocação tão incômoda.
Se o papagaio deixasse de admirar as histórias que contam sobre o João-de-barro e observasse como ele trabalha, descobriria que o conhecimento mais valioso não está nas narrativas, mas nos processos.
Não está no aplauso recebido pela obra pronta, mas na disciplina necessária para construí-la.
No fim das contas, o mundo precisa menos de ecoadores de certezas e mais de construtores de realidades.
Porque narrativas podem impressionar por um momento, mas são as ações que permanecem de pé quando o vento das opiniões muda de direção.
E é justamente nesse momento que se revela quem apenas repetia o que ouviu e quem realmente aprendeu a construir.
"Se você já se arrependeu de algo que fez no passado, reveja suas ações para não se arrepender do que está fazendo hoje no futuro."
Pássaros Que Voam
Voe alto! Alimente-se de sonhos, esperanças, ações... Espalhe boas sementes por onde passar! Pinte o cotidiano de cores vivas, e na rotina, desenvolva boas ideias. Sente em galhos secos de vez em quando e contemple o belo, pássaros fazem isso na natureza.
