Boa noite

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A noite mais escura não resiste ao primeiro raio de Sol.

Tu estás livre e eu estou livre
E há uma noite para passar
Por que não vamos unidos
Por que não vamos ficar
Na aventura dos sentidos

Quem sou Eu?

Sou a fagulha de um corpo celeste na imensidão do infinito.
Sou os raios de sol que penetram sua pele e vagam pelas entranhas do seu corpo até penetrar seus ossos.

Sou átomo, Sou célula,
Sou alma, Sou matéria,
Sou vida, Sou morte,
Sou azar, Sou sorte,
Sou preto, Sou branco,
Sou anima, Sou animus,
Sou Yin, Sou Yang,
Sou ser hermafrodita,
Sou onda, Sou partícula!

Sou a água que nutre a terra seca,
Sou o fogo que aquece do frio,
Sou a terra que faz brotar novas vidas,
Sou o ar que condensa e faz regar.
Sou dias de sol, Sou dias de chuva,
Sou a luz que brilha no meio das trevas,
Sou Super homem, Sou Mulher maravilha.

Sou a força de todos os orixás,
Sou Buda, Sou Krishna,
Sou Jesus, Sou Maria,
Sou puta, Sou santa,
Sou adulto, Sou criança,
Sou mulher, Sou homem,
Sou loba, Sou lobisomem.

Sou o Sol que brilha por trás de noites sombrias.
Sou fera, Sou leão,
Sou a força que rege toda uma nação.
Sou Universo, Sou multiverso,
Sou Terra, Sou lua,
Sou Iansã, sou Tranca Rua.
Sou página em branco,
Sou pena e tinta,
Sou a história que reescrevo a cada dia.

Nesta noite escrevi...
Os versos mais tristes...
Escrevi seu nome...
Nas chamas...
Escrevi seu sobrenome...
Nas cinzas...
Escrevi seu número de telefone...
Nos cacos de Vidro...
Escrevi seu endereço...
No nó da corda...
Mas seu "te amo"
Esse escrevi no ponto final.

Poeta Solitário

" As noites não são tristes, as pessoas é que são"

Sou a flor que a pétala caiu ao chão;
Sou o arbusto mais seco;
Sou o chão rachado sobre seus pés...
Sou todos os momentos e ao mesmo tempo não sou nenhum
[Sou o sonho não sonhado
Sou o tempo nublado; que trás a chuva logo em seguida

Sou a flor murcha; sou um cacto quebrado
Não tenho mais espinhos; furei tudo ao meu redor
[Feri todos....
Sou vento forte, que quando não leva as folhas destrói tudo pela sua frente
Sou tudo e ao mesmo tempo não sou nada
[Talvez eu seja um pedaço de uma ilusão
Sou eu, sou você... Sou nós
Sou o frio da noite, e o calor da manhã
Sou apenas o reflexo de uma flor
[De uma flor que o sol secou.


Caim Campbell

O que vê
espelho
fixado
na parede do quarto?

dia e noite
e rastro da insônia.
(...)
O que vê
senão
essa cara
sem dono
esse terno de linho
e esse lenço no pescoço.
(...)

"... enganadora é sim a luz do dia, faz da vida uma sombra apenas recortada, só a noite é lúcida, porém, o sono vence, talvez para nosso sossego e descanço, paz à alma dos vivos"

Tão linda e misteriosa é a lua,
rainha da noite e majestosa
ilumina em arabescos toda a rua
e no jardim beija a rosa
Linda lua que em meio ao sereno
segue em direção à madrugada
manda boa noite em acenos
mesmo que nem seja notada

⁠Em noites de lua cheia costumo observar o céu e me perguntar aquelas questões antigas, que ainda hoje intrigam a humanidade. De onde viemos? Para onde vamos? Estamos sozinhos?

⁠Parece que toda a cidade é feita de estrelas.

⁠A noite mais assustadora do ano chegou, crianças. Será noite de lua cheia, então os monstros vão sair. Espero que tenham feito todos os preparativos necessários e tenham escolhido a fantasia. E cuidado com todo tipo de coisas estranhas que vão arrepiar até seu último fio.

⁠Você precisa me prometer que vai ficar no seu quarto. Não saia do seu quarto à noite.

⁠Beleza Mórbida
Tortura-me muito a vê a pútrida mente se acendendo cada vez mais, na podridão do âmago dos humanos, essa hereditária, sádica e nefasta que eu e você temos de deixar... Os frutos do amanhã.
Sou um louco? Talvez. Mas prefiro ser esse louco do quê mais um receptáculo abastado de ignorância e com um cérebro provido de uma visão anuviada; que só ver com os olhos. Prefiro vagar na treva e viver ao desalento com minha consciência conturbada.
Eu prefiro o mórbido farfalhar das folhas orvalhadas das árvores melancólicas que decoram o ermo e olvidado cemitério que visito... Nele, sinto-me menos atormentado... Seu silêncio me encanta, como uma melodia sonâmbula...
E às vezes, pareço ouvir o eco do sussurro feral da morte permeando aquele vale sepulcral coroado pela névoa lúgubre. Mas além desse estranho e soturno eu, que tanto resmunga, há uma amiga aprofundada na tristeza mais abissal.
Ela, sim, compreende-me, e mesmo possuindo uma beleza fantasmagórica e estando remota, ela me entende. Estou sempre de preto por luto a ela. Ela está lá, solitária, em meio ao negrito da rainha noite.
Pálida, taciturna, fria e quieta como uma lápide velha...
Sempre espreitando nas noites sombrias; imponente e inspiradora com sua beleza nua.
Como eu, nos ocultamos quando a noite moribunda dá seu último suspiro.
Sempre que a noite ressuscita, ela emana seu encanto opaco, e lá fica perscrutando o mundo impregnado de seres depravados...
Sua imagem pura e deprimente sempre vai me encantar... Porém, sinto que seu brilho nada mais é que lagrimas por testemunhar à horrenda raça humana espalhar sua insanidade. Ela está sempre lá em cima, vista por tudo e por todos sob ela...
Não usa traje, todavia parece está em volta de uma mortalha.
E talvez somente a pálida lua nas trevas da noite, saiba o destino que nos reserva.

⁠21 de setembro de 1945. Foi a noite em que eu morri.

⁠É quando a noite cai,
que eu me levanto,
para tecer meus planos
e realizar meus encantos.
E assim tem sido,
há milhares de anos,
desde que mergulhei em mim,
este profundo oceano.

A menina que não morre
e sorri com tal candura.
É a mesma que me socorre,
quando enfrento a noite escura.

"Enquanto a cidade dorme, alguém no canto do quarto está mergulhado nas páginas de um livro, ao som de Chopin"

⁠Nenhuma
Nenhuma noite e igual a outra;
nenhum sonho é igual a pensamentos; nenhuma palavra é em vão;
nem todo sorriso é cativante;
nenhum olhar é penetrante...
se não há amor...
Uma noite de sonhos pode ser ilusão;
de olhares não vistos e de palavras não ouvidas;
pois o amanhã não é amanhã;
se você não estiver lá...

- Sônia sempre teve uma complexidade absurda, ela sempre sofreu por amor, e mesmo quando tudo parecia estar indo por água abaixo, ela se manteve firme, e sempre entendeu que a dor ensina, ressuscita e de certa forma é necessária! Teve dias que Sônia perdeu o sono, ela tentou ficar se distraindo em redes sociais, mas nada tinha graça, levantou de sua cama abriu a geladeira, tomou água, se olhou no espelho, fumou 3 cigarros e colocou um mantra indiano, ela queria paz. Intrigada ela pegou um caderno e fez várias balanças em forma de desenho, sua lua em câncer à fazia ter muita emoção, e vendo aqueles desenhos, ela pensava : Qual o peso da incompreensão, qual o peso de ser hunana, de ser uma pessoa cheia de surtos, e ter uma liberdade um pouco elástica? Qual o peso?
Sônia colocou uma música do The Doors, e lembrou de quando colava posters na parede, ou ficava caçando vagalumes, só para verem suas luzinhas brilhantes, também lembrou que sempre foi uma criança, e nunca esteve preparada para a vida adulta.
É estranho pois ela sempre exigiu comunicação, sempre quis mais atitude, mais plenitude e mais amor. Não um amor desses que vemos por ai, mas amores complicados, cheios de fardo, de aventuras, aquele amor que cega, que ama e odeia, que faz tudo tremer.
Sônia aprendeu que vencer no amor é bem difícil, quando se tem uma alma inquieta, mas ela sabe do seu brilho, e principalmente do seu abismo interno. Hoje Sônia só se preocupa em estar ligada a espiritualidade, e à aprender com as adversidades! É um caos, porém essa foi a única forma que Sônia viu de enfrentar as tempestades, se molhando sempre, mas se afogando jamais.