Boa noite
Numa noite de amor,
Quantas loucuras já fiz,
Quantas declarações,
Para te ver feliz,
Para te livrar de aflições.
Quantas palavras e versos,
No seu ouvido sussurrei,
Quantos textos, quantos gestos
De amor que cultivei.
Quantos suspiros no seu ouvido,
De prazer e paixão,
Quantas flechas do cúpido,
Você atirou no meu coração!
Quantas vezes olhei nos seus olhos,
Para admirar o brilho,
Aquilo me deixava louco,
Num intenso delírio.
Quantas noites vivermos,
Quero que seja com muita emoção,
E te manter grudada em mim,
Fixa no meu coração!
A noite é como uma festa pagã que você não é cobrada pelo ingresso, e a rua é a festa popular a que você é chamada de "Vaca".
Quando as estrelas aparecem, o sol encabulado se esconde, é quando o escuro da noite vibra as notas que vem do coração.
Aonde está você, eu te procuro dia e noite sem cessar pois um dia espero apenas te encontrar, uma pessoa na qual possa me completar, aquela que irá aquecer com paixão a chama do meu humilde e gélido coração
Sou poeta na dor e no amor,
sou poeta na noite de luar
para meu amor poetar,
sou poeta das estrelas,
para nas noites escuras brilhar...
sou poeta da noite, do dia...
Ah! Fosse eu realmente um poeta,
poderia falar de sonhos de amor,
musica, flores e amores...
Fosse eu poeta, diria a ti que
percorres minhas veias,
pois és o sangue
que se instalou de vez no
meu coração.
Que enche meus dias e noites,
de prazer incontido,
que me da paz e tranqüilidade
no calor de seus braços,
que, com mãos de seda percorre
meu corpo nu em busca do prazer...
Fosse eu poeta...
Atravesso a noite com um verso
Que não se resolve
Na outra mão as flores
Como se flores bastassem
Eu espero
E espero
Não funcionam luzes, telefones
Nada se resolve
Trens parados, carros enguiçados
Aviões no pátio esperam
E esperam
A chave que abre o céu
D´aonde caem as palavras
A palavra certa
Que faça o mundo andar
Na escuridão da noite a LUA é reluzente pelo seu explendor da luz do sol... Se meus olhos brilham é porque recebe voce como a estrela de meu olhar...!
Boêmio que sou, quando a noite chega e eu fico preso entre as paredes da minha casa, sinto a solidão me devorando aos poucos, com requintes de crueldade. O boêmio não é um vilão e nem um herói. O boêmio é apenas um ser comum, com alguns mistérios, uma certa malandragem e que adora encontrar os amigos à noite.
