Boa Educação do Pai para o Filho

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Aprenda com Jesus, pois Ele é o melhor amigo, protetor e Pai para aquele que o busca de todo o coração!

Nossa segurança está em Deus... Que sejamos tomados pelo amor do Pai e aumentemos Nele, a nossa fé.

PÃE: pai e mãe em uma só pessoa! Há tantas por aí...
Cada uma com tantas lindas e sofridas histórias...árduas batalhas e incontáveis vitórias... São admiráveis pela raça, força e coragem com que enfrentam a vida em prol dos seus filhos...
Verdadeiras guerreiras.
Não preciso ir longe para encontrar a melhor PÃE que conheço: Ela tem garra,tem força e nome: RAIMUNDA ENES CARVALHO, Mãe, pai...Nossa PÃE!
Saúde, paz e alegria à todas as Pães e a todos os pais.
🌹Conceição Enes. 13/08/2017

"Ninguém é como Deus, nem Cristo ousou se comparar ao Pai, quando Ele disse, Eu e o Pai somos um, Ele não disse Eu Sou o Pai, mas sim, quem vê a Mim, vê aquele que me enviou"


- Quem lê entenda.

Mas qualquer que me negar diante dos homens, eu o negarei também diante de meu Pai, que está nos céus.

Bíblia Sagrada
Mateus 10:33.

O PRÓXIMO ATO DO PAI
(Silenciando o barulho do mundo para enxergar os planos divinos.)

Quando a cena se torna repetitiva, é preciso sair de trás das cortinas do palco da vida e assumir o papel de espectador. Apague os holofotes da ribalta e deixe que sua luz interna se acenda; só assim os olhos da sua alma poderão enxergar o próximo ato que o Pai reserva para você.

Lu Lena / 2026

"Pai não é apenas um título biológico, é uma função de presença. Se ele não ocupou o cargo, ele perdeu a oportunidade de ver a pessoa incrível que você se tornou."

10:34 11 de setembro de 2024


"Sonhei que estava na antiga casa onde eu morava com meus pais, quando adolescente. Na verdade, a antiga casa com meus pais, era um lugar de muitas torturas e violência, por parte do meu pai, aos 16 anos, tive que fugir de casa, porque não aguentava mais tantas torturas
Eles não estavam mais lá, porém estava eu e meu esposo.
Eu sentia uma sensação muito estranha, de medo!
Quando olhei para a cerca que rodeava o terreno, enxerguei pelo lado de fora dela, 4 pessoas vestidas de branco, muito assustadoras, elas usavam capuz, seus olhares eram sinistros e ameaçadores, nos observavam, como se á qualquer momento fossem invadir o nosso espaço e nos fazer maldades.
Eu não esperei para ver, pedi para o meu esposo, para que saíssemos escondidos deles e fugíssemos. Pois, eles iriam entrar á qualquer momento, eram como guardiões do mal, á espreita!
Nós saímos por trás da casa e corremos muito! O caminho era bem diferente da realidade e a gente passava por baixo de uma construção que mais parecia um túnel, mas na verdade era uma casa, que tomava a rua inteira por onde passávamos.
Enquanto eu corria embaixo dela, eu olhava o teto, era uma laje pintada de verde e havia uma lâmpada que iluminava o caminho, porque havia escuridão.
Entramos pela rua lateral, correndo o tempo todo, com muito medo deles já terem percebido a nossa fuga.
Porém, quando entramos por essa rua, não havia casas, somente pequenos Lagos, em cada terreno baldio. Eram muito bonitos, passei observando, mesmo correndo muito rápido, pelo primeiro lago, com água cristalina, com dois peixes lindos nadando, o segundo laguinho também já havia mais peixes nadando e a água era bem cristalina, no terceiro lago, eu fiquei horrorizada, observei que não havia lago, somente um monte de peixes mortos, já em estado de decomposição, era como se o lago desse terreno tivesse secado e havia tantos peixes, que todos morreram sufocados, enquanto se abrigavam um . cima do outro, era uma pequena montanha de peixes o formato de como estavam.
Senti uma imensa tristeza, por ver aquela cena, o sorriso mesmo amedrontado, por medo daquelas pessoas, quando eu passei pelos 2 primeiros lagos, senti imensa alegria. Mas, a tristeza veio logo em seguida!
Ao observar tantos peixes mortos.
No quarto lago, não lembro ao certo mais havia peixes nadando e a água já não era tão cristalina, como as duas primeiras..."

Sonhei com o pai do meu marido, incomodado com a barraca de feira que meu marido fez para vender na frente da casa dele, ele dizia que falou com um marceneiro para ele cortar o teto da barraca, para deixar menor


JULHO DE 2023

Que o Pai dos pais acolha nossas orações pelos rejeitados e nos Liberte do Peso dos Julgamentos aos que Rejeitam!
Amém!

⁠O que esperar dessas Almas Sebosas que arregimentaram as almas “inocentes” para salvar o país e, desde então, nunca mais pararam de tentar vendê-lo para se salvarem?


Talvez nada além do que já entregam: a velha arte de travestir interesses pessoais em projetos de nação, a habilidade de manipular esperanças alheias enquanto negociam, sob o apagão das luzes, o próprio futuro.




Porque quem sempre se salvou à custa dos outros — da boa-fé, da ingenuidade, da fome por esperança — não aprende a sustentar o peso da verdade.


Passa a vida em mercados de ocasião, onde cada crise vira moeda, cada medo vira mercadoria, cada voto vira barganha.


E é justamente nesse teatro de sombras medonhas que se revela a nossa parte: perceber que país nenhum é salvo por quem está disposto a vendê-lo.


Talvez a verdadeira inocência não esteja em quem foi enganado, mas em quem ainda insiste em acreditar que o destino de uma nação pode caber no bolso de uns poucos iluminados por suas próprias ambições.


O resto, no fim, é só ruído — só guerra palavrosa — de almas sebosas riscando fósforos perto demais do futuro que prometem proteger.

⁠⁠Meu Pai só permitiu à Tristeza me abraçar até a minha alma aprender a chorar, porque Ele já havia tecido Lenços de Misericórdia.


Há dores que não chegam para nos destruir, mas para nos ensinar a linguagem que antes não sabíamos falar.


A Tristeza, quando autorizada pelo Pai, não vem como castigo, vem como professora silenciosa.


Ela nos abraça não para nos aprisionar, mas para que a alma — ainda rígida, ainda orgulhosa de resistir — aprenda a chorar.


Embora haja choros de remorsos e infortúnios, chorar é um verbo sagrado.


Ainda que muitos infalivelmente fortes considerem fraqueza.


Mas admitir isso seria também admitir que o Filho do Homem fraquejou.


É quando o coração finalmente admite que não é de ferro, que precisa ser cuidado, que não foi criado para atravessar desertos sozinho, longe do Pai.


E Ele sabe disso.


Por isso, Ele não impede o abraço da Tristeza de imediato.


Ele permite o tempo exato: nem um minuto além do necessário, nem um segundo aquém do aprendizado.


Enquanto a alma aprende a chorar, o céu trabalha em silêncio.


Cada lágrima encontra um destino, cada soluço é ouvido, cada queda é contada.


Antes mesmo que o pranto escorra pelo rosto, Lenços de Misericórdia já estavam sendo tecidos — fio por fio, com paciência eterna, do tamanho exato da dor.


Esses lenços não apagam a história, mas secam o excesso de peso.


Não negam a ferida, mas impedem que ela infeccione.


São gestos suaves de um Pai que nunca esteve ausente, apenas respeitou o processo.


Quando a Tristeza se retira, não leva consigo a fé; deixa uma alma mais humana no lugar, mais inteira, mais capaz de consolar.


Porque quem foi enxugado pela Misericórdia aprende, um dia, até a ser lenço nas mãos de Deus.

⁠Independentemente da prova que o Pai nos permitiu, aonde quer que estivermos, celebremos com júbilo o nascimento do Filho d'Ele.


Para muito além da prova que o Pai nos permitiu, há um convite que atravessa todas elas: celebrar.


Não porque a dor se ausentou, nem floresceu de repente, mas porque Deus decidiu nascer dentro da nossa história — inclusive nas suas frestas.


O Filho não veio quando tudo estava em ordem, veio quando o mundo estava cansado e carente.


Tudo era caos!


Ele não escolheu palácios, escolheu manjedouras.


Não aguardou aplausos, aceitou o silêncio interrompido apenas pelo choro de um recém-nascido e pela respiração dos que também não tinham muito a oferecer.


Por isso, aonde quer que estejamos — no vale ou no monte, na sala cheia ou no quarto solitário — há espaço para o júbilo.


Um júbilo que não nega a prova, mas a atravessa.


Um júbilo que não faz barulho para disfarçar a dor, mas canta baixo, com a alma ajoelhada.


Celebrar o nascimento do Filho do Homem é confessar que nem a noite, nem o medo ou a dúvida nos venceram.


É afirmar que, mesmo quando não entendemos o “porquê” da prova, confiamos no “para quê” do Amor.


É reconhecer que Deus não ficou distante do sofrimento humano — Ele entrou nele.


Que o nosso coração, onde quer que esteja, se faça manjedoura para o nascimento e renascimento do Filho do Homem.


Que o júbilo não seja euforia, mas esperança viva.


E que, mesmo em meio às provas permitidas pelo Pai, a Luz continue encontrando lugar para nascer em nós.


Feliz e Abençoado Natal para todos os que creem no Aniversariante de hoje.

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, poupe-me ao menos dos amantes da espetacularização.


Não temo os tropeços, as tempestades ou a morte — nem minha, nem dos meus — pois nenhum destes barulhos consegue ser mais ensurdecedor que o espetáculo feito deles.


Há cálices que não doem pelo amargor do conteúdo, mas pelo coro que se forma ao redor deles.


O tropeço ensina, a tempestade depura, a morte silencia — todas cumprem um papel sagrado no trato da alma.


O que fere é o aplauso, o holofote aceso sobre a dor alheia, a pressa em transformar cruz em palco e lágrima em argumento.


Quem caminha com fé não pede a ausência da noite, mas a dignidade do escuro.


Não implora pela fuga da provação, mas pelo recolhimento necessário para atravessá-la.


Há dores que só frutificam no segredo, há processos que se perdem quando exibidos.


O espetáculo rouba o sentido; o silêncio, ao contrário, devolve profundidade.


Por isso, minha súplica parece-me justa: se o cálice não puder ser afastado, que ao menos não venha acompanhado da plateia.


Que a dor seja escola, não vitrine.


E que o barulho venha do céu, não dos que confundem compaixão com curiosidade e fé com entretenimento.


Amém!

⁠Um pai imprestável é igual ou até pior que um c0rn0: o último a saber dos feitos dos próprios filhos.


Há ausências que gritam mais alto do que qualquer traição.


O pai imprestável não é apenas o que erra — é o que se ausenta do palco onde a vida do filho acontece.


Enquanto aprende tarde demais, não porque foi enganado, mas, porque nunca quis olhar.


Ser o último a saber não é azar, é consequência.


Não da falta de informação, mas da falta de presença.


Porque quem caminha junto percebe os passos antes do tombo, os sonhos antes da fuga, os feitos antes do aplauso alheio.


A ignorância, nesse caso, não é inocência: é abandono disfarçado.


E o preço disso não se paga em humilhação pública, mas em vínculos que não se formaram — e em histórias que o tempo já contou sem ele.

⁠Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.


Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.


O tropeço, para esses, não é punição: é convite.


Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.


A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.


Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.


Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.


Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.


O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.


Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.


A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.


Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.


Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.


No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.


E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.


Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.

⁠Pai, se não puderes passar de mim esse cálice, permita-me ao menos cuidar dos meus antes de sucumbir-me ao cansaço da alma.


Há momentos em que a fé não implora o milagre da retirada do cálice, mas a misericórdia de adiá-lo por amor.


Não é a negação do sofrimento, mas o reconhecimento de que há responsabilidades que ainda pesam mais do que a própria dor.


Quando a alma se vê exausta, não é rebeldia suplicar por tempo; é humanidade.


É dizer: Pai, eu aceito o peso, mas deixa que minhas mãos ainda sirvam, que meu olhar ainda proteja, que minha presença ainda seja abrigo.


Pois, há dores que não escolhem hora, mas há amores que não aceitam partir sem antes cumprir o cuidado.


Cuidar dos seus, mesmo à beira do esgotamento, também é uma forma silenciosa de oração.


É fé traduzida em gesto, em permanência e renúncia…


Não se trata de heroísmo, mas de fidelidade: a fidelidade de quem sabe que o fim pode esperar alguns instantes quando o amor ainda precisa ficar.


E talvez seja nesse intervalo — entre o cálice e a rendição — que Deus mais se revele.


Não como quem afasta a dor, mas como quem sustenta o coração para que ele não se torne empedernido.


Porque às vezes, a maior graça não é ser poupado do sofrimento, mas não deixar de amar enquanto se sofre.

Pai

Lembro da minha infância
Lembro que não tinha muita imaginação
Meus heróis só tinham uma aparência
Do único herói que vi em ação.

Você é Ulisses
Quando viaja nas suas odisseias.
Você é Hércules
O homem mais forte que conheci.
Você é Aquiles
E morreria numa guerra pela sua Helena.
Enfrentou os minotauros da vida
E eu estremeci com sua força de vontade.

O melhor contador de história que conheci
Entre onças, piranhas e jacarés
Suas histórias, com muita atenção eu ouvi.
E quando via seus pés
Machucados da longa caminhada,
Percebi que você lutou muito, para voltar para sua amada.

Que orgulho tenho
De ser filho de um herói de verdade.

Inserida por vitorap

S¨º crist0Š0o n0Š0o significa ir aos c¨¦us, mas sim seguir cristo para que ELE te leve ao pai celestial.

Inserida por Tchipilica94

Amor de Pai

Difícil falar, difícil de explicar, assim o tempo vai passado e não conseguimos perdoar.

Quando uma dor tão cruel nos invade o coração,
o vento nos traz a falta daquela atenção.

O amor de pai as vezes é muito difícil de explicar,
Mas a falta deixa bem claro em meu olhar,
Que sem o seu amor “pai”
não da pra ficar.

Inserida por CarolMagriNeves