Biblia Eclesiaste

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"Alegre-se, jovem, na sua mocidade! Seja feliz o seu coração nos dias da sua juventude! Siga por onde seu coração mandar, até onde a sua vista alcançar; mas saiba que por todas essas coisas Deus o trará a julgamento. Afaste do coração a ansiedade e acabe com o sofrimento do seu corpo, pois a juventude e o vigor são passageiros."

Vanitas vanitatum et omnia vanitas.
(Vaidade das Vaidades – Tudo é vaidade.)

Porque na muita sabedoria há muito enfado, e o que aumenta em conhecimento, aumenta em dor.

"Aquilo que foi é o que virá a ser, e o que se tem feito é o que se fará; de modo que não há nada de novo sob o sol" - Eclesiastes 1:9

Enquanto há vida, há também esperança.

Há para todas as coisas um tempo determinado por Deus.

Aquilo que é torto não se pode endireitar; aquilo que falta não se pode calcular

Vaidade das vaidades, tudo é vaidade.

Se um cair, o amigo pode ajudálo a levantar-se. Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se”

EM MINHA VIDA JÁ VI DE TUDO, HOMENS QUE NÃO PROGRIDEM, POR MAIS HONESTOS QUE SEJAM, PESSOAS MÁS QUE SE DÃO BEM NA VIDA, COM TODA A SUA MALDADE. NÃO SEJA JUSTO ALÉM DA MEDIDA, NEM EXIBA SABEDORIA DEMAIS. TAMPOUCO EXAGERE NA MALDADE NEM NA IMPRUDÊNCIA. QUEM TEME A DEUS FOGE DOS DOIS EXTREMOS.

Ser livre mesmo é assimilar que "O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol.

Melhor é a mágoa do que o riso, porque com a tristeza do rosto se faz melhor o coração. O coração dos sábios está na casa do luto, mas o coração dos tolos na casa da alegria.

Não te apresses no teu espírito a irar-se, porque a ira repousa no íntimo dos tolos.

Alegra-te, jovem, na tua juventude, e recrei-se o teu coração nos dias da tua mocidade; anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam aos teus olhos; sabe, porém, que de todas estas cousas Deus te pedirá contas.
Afasta, pois,do teu coração o desgosto e remove da tua carne a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade.

O homem sai nu do ventre de sua mãe, e como vem, assim vai. De todo o trabalho em que se esforçou nada levará consigo.

Eclesiastes 5,15

Reflexão do Dia

Cada coisa no seu tempo...
(Eclesiastes 3)

Como é difícil esperar pelo tempo de Deus, ainda que a Palavra nos fale que há um tempo para cada coisa debaixo dos céus. Que há tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou. Aqui dentro, no nosso coração, existirá sempre uma incompreensão, uma resistência em compreender e aceitar. Por isso, quero elevar meus pensamentos a Deus nessa manhã e pedir com todas as minhas forças que Ele me ensine a esperar por esse tempo, que Ele me dê paciência e sabedoria para compreender os propósitos Dele para a minha vida e sobretudo que Ele abra minha mente e meus olhos para que eu possa ver, aceitar, compreender as boas-novas.

A vista não se cansa de ver,
nem o ouvido se farta de ouvir.

De tudo o que se tem ouvido, o fim é: teme a Deus, e guarda seus mandamentos porque isto é o dever de todo homem.

"De tudo o que foi dito, a conclusão é esta: tema a Deus e obedeça aos Seus mandamentos porque foi para isso que fomos criados."

“Vaidade das vaidades – diz o Eclesiastes –,
vaidade das vaidades, tudo é vaidade!”/
Que proveito tira o ser humano de todo o trabalho
com o qual se afadiga debaixo do sol?/
Uma geração passa, outra vem,
e a terra continua sempre a mesma./
O sol se levanta, o sol se põe
e se apressa para voltar a seu lugar, onde renasce./
O vento gira para o sul e dobra para o norte;
passando ao redor de todas as coisas,
ele prossegue e volta aos seus rodeios./
Todos os rios correm para o mar,
e o mar contudo não transborda;
para o lugar de onde saíram
voltam os rios, no seu percurso./
Todas as coisas são difíceis
e não se pode explicá-las com palavras.
A vista não se cansa de ver,
nem o ouvido se farta de ouvir./
O que foi, é isto mesmo que será.
E o que foi feito, é isto mesmo que vai ser feito:/
não há nada de novo debaixo do sol.
Uma coisa da qual se diz: “Eis aqui algo de novo”,
ela já nos precedeu, nos séculos que houve antes de nós./
Não há memória dos tempos antigos.
E, quanto àqueles que vierem depois,
tampouco deles haverá memória junto
aos que vierem por último.

Inserida por pensandogrande