Bernado Guimaraes Poemas sobre Amor
Me tornei prisioneiro
do seu amor...
Escravo do seu
bem querer...
Não adianta eu
querer fugir de
você, a minha
alma é testemunha
deste meu querer...
Por mais que eu
não queira te amar...
Os meus olhos não
me deixa te esquecer...
O meu coração bate
que sem você vou
enlouquecer...
As pessoas te amam
por aquilo que você
pode oferecer.
Oferece o amor.
Porque o amor ninguém
tira de você.
Ele é privado!
Encontrei distante de você
a solidão e aprendi que o
verdadeiro amor,abraça a
sua dor e cura as sua feridas.
Quando olho para você, nossos
olhos se encontram numa
eternidade de prazer!
O meu amor nasceu na
meiguice do seu olhar.
Me beija querida, quero
sentir os seus lábios
nos meus...
Se você fosse uma
folha de papel,
escreveria o nosso
amor(...)
E coloria a pagina
dos meus sonhos(...)
Amo Deus porque o seu
Ultimo ato de amor foi
Lindo D + para
O mundo testemunhar o
Seu brilho dentro dos meus olhos.
É amor
-Não, não é.
-Por que negas?
-Porque não é, não quero que seja…
-Por que não?
-Vi pessoas amarem… Magoando, machucando…
-E o que é nós então?
-Deixa ser. Nós. Somente, para sempre…
~Sem ponto, sem fim...
O homem realmente dominou o fogo?
Porque o amor é tal como este, ele é brasa, mas também é incêndio e se alastra tão facilmente, há de se ter um controle sobre a chama?
Ele pode aquecer, queimar ou apagar.
Então por que diabos não entende o amor?
Sera este mais indomável que o próprio fogo?
Eu sempre escrevo um texto de amor para quem não sabe amar.
Eu sempre quebro a cara e afogo as mágoas num bar.
Eu sempre volto a escrever pra lamentar a ressaca do amor, do álcool e dos socos que a vida me dá.
O Aprendizado do Espelho
O que é o amor, senão um enigma que mudo de face?
Primeiro, ele teve o rosto daquela que me gerou:
Pálida como a neve, fria como um iceberg em alto-mar.
A mesma mão que me amamentou e me deu a vida,
Trazia o gelo e a distância da imensidão do espaço.
Aprendi, ali, que o sangue nem sempre aquece.
Depois, o amor teve olhos de um azul pálido,
Um céu onde mergulhei para deixar de ser menino.
Descobri que o peito bate forte por quem não é do nosso ninho,
E, entre encantos e maturações, a pele enfim engrossou:
Saí da infância e me tornei homem nos braços de outra.
Houve também o amor que nasceu do que era rotina,
Uma amizade que, entre segredos e confidências, floresceu.
Um afeto inesperado que provou que o amor dá frutos,
E transformou o "nós" no milagre de uma nova vida.
E quando o mundo parecia um eterno tom de cinza,
Surgiu quem me trouxe as cores e o respeito.
Ensinou-me que o sentimento não precisa ser turbulência,
Que a durabilidade é filha da calma, não do medo,
E que a paixão só vira amor quando o chão é seguro.
Mas houve ainda quem me roubasse o chão de vez,
Quem me arrancou da zona de conforto e queimou os meus mapas.
Ali, aprendi que eu não controlo o vento nem o tempo,
E que a intensidade é um incêndio que a gente nem sempre domina.
Certa vez eu amei... e todas as vezes eu aprendi.
Pois, no fim de cada partida, de cada dor e de cada abraço,
Encontrei a verdade que as outras faces escondiam:
Só quando amei a mim, com minhas falhas e cicatrizes,
É que entendi o que significa, de verdade, amar o próximo.
O amor não morre.
Pode até hibernar. Pode recolher-se no silêncio, esconder-se atrás do orgulho ou perder-se no tempo. Às vezes parece distante, quase invisível, como se tivesse partido sem aviso.
Mas o amor verdadeiro não desaparece. Ele espera. Ele amadurece. Ele resiste às estações mais frias da vida.
Pode adormecer… mas nunca deixa de existir.
Porque o que é real não se apaga — apenas aprende a sobreviver.
Não sei como é o mundo sem o amor, o mundo do amor é o unico que eu conheço e as pessoas amorosas são as únicas que conheço.
Até o momento não conheço outro mundo ou outras pessoas.
Por acaso elas existem ?
