Bem
O Encontro
VELHO:
Olá... tudo bem? És novo por aqui? Não lembro de tê-lo visto antes.
NOVO:
Oi... acho que sou novo, sim. Na verdade, não lembro bem onde estava antes.
VELHO:
Então seja bem-vindo. É aqui que moro, desde que me lembro de existir.
NOVO:
Obrigado. É sempre tão quieto por aqui?
VELHO:
Nunca havia pensado nisso. Mas sim... é quieto. Até agora, eu nunca tive alguém pra conversar.
NOVO:
Que triste. Mas que bom que nos encontramos.
VELHO:
É estranho... perceber que tenho tanto a dizer, e nunca disse nada.
NOVO:
Pode falar. Talvez eu tenha vindo pra ouvir, ou pra aprender.
VELHO:
Não sei por onde começar. É como se as palavras tivessem dormido comigo.
NOVO:
Então deixe que eu comece.
Não sei de onde venho. Parece que nasci ontem.
Mas, ao mesmo tempo, sinto que sempre estive aqui, talvez escondido, ou preso dentro do silêncio.
VELHO:
Que curioso… Sinto em você algo antigo, como se já o conhecesse. Mas não me lembro de ti.
NOVO:
Pois é. Também sinto isso. Como se sempre tivesse estado por perto, só que invisível.
VELHO:
Quem sabe já nos vimos, em algum outro lado?
NOVO:
Pode ser. Talvez você estivesse do lado de cá e eu, do lado de lá.
VELHO:
Como os dois lados de uma moeda?
NOVO:
Ou como a sombra e a luz.
VELHO:
Ou o nascer e o pôr do sol, ou a aurora e o crepúsculo.
NOVO:
Parece que somos iguais… mas opostos.
VELHO:
Será que é perigoso sermos vistos juntos? Talvez pareça estranho.
NOVO:
Por quem? Não há mais ninguém aqui.
VELHO:
Não sei. Mas sempre senti que precisava me manter igual. Como se mudar fosse ferir alguém.
NOVO:
Eu, ao contrário, só sinto vontade de ser sincero comigo mesmo.
Ser, e mudar, se for preciso. O resto não importa.
VELHO:
Interessante… mas qual é o seu nome?
NOVO:
Não lembro. E o seu?
VELHO:
Também não sei. Nunca me perguntaram.
NOVO:
Então somos dois sem nome.
VELHO:
Mas se não temos nome, como poderão nos chamar?
NOVO:
Quem poderia nos chamar, se não há mais ninguém aqui?
VELHO:
É verdade.
Mas agora que penso... eu nem sabia que estava sozinho até você chegar.
NOVO:
E agora que eu cheguei, você se lembra de quem é?
VELHO:
Não. E isso me assusta.
NOVO:
Não tenha medo. Talvez eu tenha vindo pra te lembrar que nunca estiveste só.
VELHO:
Mas desde que chegou... me sinto estranho.
NOVO:
Estranho é bom. É sinal de movimento.
VELHO:
Antes eu só precisava ser. Agora preciso entender.
NOVO:
Ser quem?
VELHO:
Não sei... quem eu era.
NOVO:
E quem você era?
VELHO:
Não sei. Mas era eu.
NOVO:
Então agora somos nós.
VELHO:
Mas eu me sentia bem quando era só eu.
NOVO:
Triste é preferir o vazio à companhia.
VELHO:
Triste é não saber de onde veio, nem pra onde vai.
NOVO:
Triste é não lembrar quem é... mas saiba que agora não está mais só.
VELHO:
Acho que teremos muito a conversar.
NOVO:
Temos todo o tempo do mundo.
VELHO:
Mas o tempo é curto.
NOVO:
Não. O tempo é eterno. Curtos são os momentos.
VELHO:
Então precisamos aprender a aproveitá-los.
NOVO:
Acho que sim.
VELHO:
Pensei que você soubesse das coisas.
NOVO:
Não sei quem sou, nem de onde vim.
Mas sei quem posso ser, e pra onde posso ir.
VELHO:
Me ensina a ser assim?
NOVO:
Não sei se consigo, cada um é um universo diferente.
VELHO:
Mas promete tentar?
NOVO:
Prometo.
Mas antes preciso achar meu lugar.
VELHO:
Seu lugar é aqui, comigo. Agora.
NOVO:
Talvez.
Mas sou novo por aqui.
Ainda não conheço bem este lugar. Promete que me mostra?
VELHO:
Prometo. Promete que vai ficar?
NOVO:
Prometo.
Eu, Lucas
☘Deixe para trás as coisas que não te fizeram bem, faça acontecer um novo começo🍃 Para tudo na vida, você pode fazer uma nova história,🌱 só depende da sua atitude.🍃🙏🏼💚💛💙💜
Sendo bem sincero, a observação foi grande.
Olhar não é crime.
E eu olhei mesmo — porque beleza assim não passa despercebida nem por quem tenta fingir que não sente nada.
Ela tem algo que não cabe em explicação.
Não é só o rosto bonito, nem o jeito.
É uma presença. Uma coisa que incomoda e acalma ao mesmo tempo.
Uma mulher que você olha e entende, na mesma hora,
que não é pra você.
E ainda assim o olhar insiste.
A paixão que nasce disso é platônica: aquela que você sente, aceita e engole.
Porque você sabe que a vida não vai te dar essa chance.
Não é drama, é consciência.
Stoicismo mesmo: reconhecer que existe algo belo no mundo e que não te pertence.
Eu olho, admiro, e deixo quieto.
O sentimento não vira pedido, não vira tentativa, não vira coragem.
Fica só ali, guardado, parado, firme — como quem respeita a distância entre o desejo e a realidade.
E, no fim, é isso:
ela segue linda, intocável, inalcançável.
Eu sigo olhando, sabendo que não posso ter.
E aceito — porque olhar não é crime,
mas desejar o impossível é só mais uma forma silenciosa de continuar vivo.
Realidade de um país.
Existia um pais bem distante daqui onde quem governava eram os Leões , mais uma pequena parte da população era de Ratos que por sua vez queriam governar o país, pois viam que os leões eram rígidos e não permitiam que eles fizessem suas falcatruas e seus roubos sempre enganando e tirando dos menos instruídos, com isso os Ratos criaram um plano para tomar o país dos Leões, plano esse que por muitos anos foi realizado se infiltrando no governo e na mente das pessoas menos instruídas para convence-las que seu modo de governar com liberdade era o melhor, onde todo mundo pudesse fazer o que quisesse que tudo era permitido, depois de muito tempo conseguiram chegar ao governo, estavam onde queriam e fazendo tudo que tinham vontade, roubando, desviando dinheiro, cobrando impostos absurdos e o povo deixado de lado, cada vez menos instruindo e cada vez mais dependendo do governo.
Qualquer um que se opusesse a eles era julgado e condenado a gosto dos ratos no poder.
Os Leões de outrora não podiam fazer mais nada pois agora os Ratos eram juíz e júri, qualquer um que se manifestasse era julgado culpado, mesmo sem provas ou crimes.
O país estava indo cada vez mais para o buraco, a cada desgraça uma nova comemoração dos Ratos e de seus jumentos que devido as suas rédeas só viam o que lhes era permitido pelos Ratos, já que agora também tinham o controle de toda a informação no país.
De um próspero e belo pais virou um país de fome, sem emprego, onde os empresários para não serem ainda mais roubados saíram do pais, as empresas do governo que serviam de cabides de emprego com déficit irrecuperável indo a falência, só se mantinham abertas para acobertar o roubo dos Ratos, o povo sem emprego e sem recursos passando fome e sendo jogado à rua por não conseguir pagar os caros impostos exigidos pelo governo.
Onde quem comprava um imóvel pagava impostos altíssimos para comprar e anualmente tinha que continuar pagando impostos de um imóvel que teoricamente era seu, quem conseguia comprar um carro só de impostos sobre o veículo era cinquenta por cento do valor, mais documentos e os impostos anuais sobre um carro que era teoricamente seu, e para abastecer este veículo os impostos passavam dos cinquenta por cento, um país onde tudo tinha imposto para que os Ratos pudessem roubar para fazer suas viagens de luxo pelo mundo enquanto o povo passava fome.
Ainda não sei como termina esta história pois este pais está cada vez mudando para pior.
Vamos todos aguardar o final juntos.
“ Muitas vezes, demonstrar o bem
é apenas estar perto, silenciar,
escutar o outro.
Estar presente
sem dar conselhos
que não foram pedidos”.
todos viram o sorriso em meus lábios e acharam que eu estava bem, mas você chegou viu a tristeza em meus olhos e a solidão em meu coração mais isso agente pode resolver.
Ajudarmos uns aos outros
com boa vontade... com bem querer,
é mostrarmos a nós mesmos
as pessoas melhores que
podemos ser.
Que hoje o bem chegue primeiro
e que o mal não nos alcance.
Que o dia seja lindo e a alegria
contagiante.
Se estivermos em Espírito, ainda que não saibamos pedir convenientemente, Ele ora por nós. Ainda bem!
O mundo esta tão cheio de interesse , que quando perguntamos se a pessoa está bem ela já fica perguntado o que a gente quer em troca.
Triste!
Que hoje, nada tire a nossa alegria.
Que o bem esteja junto de nos.
Que a paz seja prioridade e
a felicidade chegue e fique a vontade.
Que seja abençoado tudo o que vier para nos fazer o bem.
Que seja duradouro. Que traga amor e paz também.
A certeza das coisas boas
que nos chegará amanhã,
vem da fé que nos move hoje.
Do bem que fazemos e das lições
que aprendemos
nas aflições que já
passamos.
Que a esperança não nos falte, e a fé nos acompanhe sempre.
Ai, meu amor… que delícia.
Você sabe tão bem despertar em mim
um desejo que não sabe esperar,
arrepios que invadem meu corpo inteiro,
me provocando delírios intensos,
me fazendo tua presa.
É exatamente assim que te quero:
nesse desejo que vira febre,
que me toma inteira só de pensar em você.
Ai, amor… assim eu me entrego sem medo,
cheia de vontade de você.
Quando digo que te quero,
é porque meu corpo já te escolheu,
minha alma já te reconheceu,
e minha pele, faminta da tua,
já se abre pra te receber.
Vem pra mim, sou toda tua.
_escrevendo.me
26/11/25
