Beleza Deslumbrante

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Lindo é quando beleza da alma
fala muito mais do que
qualquer
vaidade
falsidade
intolerância
egoísmo
ganância
inquietude ...
É quando deixamos que Deus
fale e aja por nós ...
Fazendo da nossa essência
um eterno jardim
de encanto ,
respeito ,
igualdade e
gentileza.

A aparência física encanta os olhos, mas a beleza da alma não se destrói com o tempo e certamente é a melhor opção ! Pense nisso !

Como pode a beleza da alma emanar raios energéticos capazes a dar a volta ao mundo e levar a paz e o conforto onde quer que se torne necessário.

Se apaixonar por um sorriso, e enxegar profundamente a beleza da alma e não deixar o coração não sangra pelos os olhos

A única beleza que faz valer a pena é a beleza da alma,pois a beleza de fora se vai com o tempo.

"A beleza da alma revela-se no brilho dos olhos"

Eu procuro a beleza na alma e não na aparência ♥🎼❤

Feio e belo aos olhos de quem vê
Tornam-se quase nada
As artes criam a beleza do feio!

Belo e feio não se mostram de forma real
Aquilo que é belo pode ser mal?
O feio pode ser assim tão bom?

Pode se criar o belo através do feio
Ou vice-versa, em diversas formas
Belo e feio numa perfeita contradição.

Do feio pode se contemplar o belo
Numa visão assim distorcida
Por que o belo é bom e o feio ruim?
Ambos não tem aparência existencial!

O poder de uma mulher não está no seu corpo, nem na sua beleza ou no seu jeito de encantar. O poder de uma mulher está no seu jeito de ser, na sua essência e no seu coração de lutadora.
Uma mulher tem o poder de ser tudo o que ela quiser. Basta ela lutar por isso. E todos sabemos que, quando uma mulher decide fazer algo, a força dela para realizar é maior do que todo o poder do universo!


Alexandre Sefardi

Em algum momento da vida, a beleza do mundo se torna suficiente.

Toni Morrison
Pérola Negra. Rio de Janeiro: Best Seller, 1987.

Pode haver certa beleza na tristeza, na sinceridade de belos poemas sobre as dores e decepções da vida. Mas não é lá que seu coração e sua mente devem ficar. A melancolia faz parte da vida, mas não deve se tornar um vício. A nostalgia nos traz certo conforto, mas irá roubar a alegria da alma e do futuro. Deixe a tristeza passar pelos pensamentos e sentimentos, mas de forma alguma, permita que ela more no seu coração.

O FENÔMENO DA DOR, DA MORTALHA E DA BELEZA.
Na antiga cidade de Valedourado, cercada por montanhas cobertas de névoa e bosques silenciosos, vivia uma jovem chamada Helena. Sua beleza era comentada em todas as ruas, admirada em todas as praças e celebrada em todos os salões. Seus olhos pareciam refletir o azul do céu após a tempestade, e seus cabelos escuros lembravam a profundidade das noites sem lua.
Desde a infância, Helena acostumara-se a ouvir elogios. Onde passava, recebia sorrisos; onde chegava, atraía atenções. Pouco a pouco, sem perceber, passou a acreditar que sua aparência era seu maior patrimônio e que a admiração dos outros constituía a medida de seu valor.
Os anos transcorriam suaves, como um rio tranquilo, até que o destino, esse velho mestre que ensina por caminhos inesperados, resolveu visitá-la.
Numa tarde de inverno, uma enfermidade grave atingiu a cidade. Muitos adoeceram. Helena também foi alcançada pelo sofrimento. Durante semanas permaneceu recolhida, entre febres e dores que pareciam consumir-lhe as forças.
Pela primeira vez em sua existência, descobriu que a beleza não era capaz de afastar a aflição.
O espelho, antes seu aliado inseparável, passou a revelar um rosto abatido, marcado pelo cansaço. A juventude ainda estava ali, mas a fragilidade humana tornara-se visível.
A dor fez aquilo que os elogios jamais haviam conseguido: obrigou-a a olhar para dentro.
Durante longas noites de insônia, observava pela janela as estrelas e perguntava a si mesma quem realmente era.
Se sua beleza desaparecesse, o que restaria?
Se os aplausos cessassem, quem permaneceria ao seu lado?
Se o corpo envelhecesse, onde encontraria sua identidade?
As respostas não vieram imediatamente.
A dor raramente fala alto.
Ela prefere sussurrar.
Quando finalmente recuperou a saúde, Helena saiu para caminhar pelas ruas da cidade. Notou algo que jamais havia percebido. Havia rostos marcados pelo trabalho, pela idade e pelas dificuldades da vida, mas que irradiavam uma serenidade que nenhum cosmético poderia produzir.
Conheceu então uma velha costureira chamada Margarida.
A mulher confeccionava mortalhas para os falecidos da região.
Helena estranhou aquele ofício.
— Não é triste trabalhar apenas com a morte? — perguntou.
Margarida sorriu.
— Eu não trabalho com a morte. Trabalho com a igualdade.
A jovem não compreendeu.
A idosa então explicou:
— Quando chegam até mim, ricos e pobres usam o mesmo silêncio. Vaidosos e humildes vestem a mesma mortalha. Os títulos desaparecem. As posses ficam para trás. A beleza física retorna à terra. Mas aquilo que a alma construiu permanece.
Aquelas palavras ficaram gravadas na memória de Helena.
Meses depois, a costureira permitiu que ela observasse seu trabalho.
Ali, diante das mortalhas cuidadosamente dobradas, a jovem compreendeu algo profundo.
A mortalha não era apenas um tecido.
Era um símbolo.
Representava o momento em que todas as ilusões humanas caem.
Nenhuma joia acompanha o espírito.
Nenhuma aparência atravessa os séculos.
Nenhum elogio resiste ao túmulo.
Apenas as virtudes seguem viagem.
A partir daquele dia, Helena começou a mudar.
Continuou apreciando a beleza, mas deixou de adorá-la.
Passou a visitar enfermos, auxiliar necessitados e ouvir aqueles que carregavam sofrimentos invisíveis.
Descobriu que existe uma beleza maior do que a simetria dos traços.
A beleza da compaixão.
A beleza da bondade.
A beleza do perdão.
Os anos passaram.
Seu rosto envelheceu como envelhecem todas as coisas da Terra.
As linhas do tempo desenharam-se em sua pele.
Os cabelos tornaram-se prateados.
Contudo, algo extraordinário aconteceu.
Quanto mais a aparência física diminuía, mais sua presença iluminava os ambientes.
As pessoas já não a admiravam por sua formosura.
Admiravam-na por sua alma.
Quando chegou sua hora de partir, muitos reuniram-se para prestar-lhe homenagem.
Entre lágrimas e preces, recordavam não sua antiga beleza exterior, mas os gestos de amor que distribuíra ao longo da existência.
E quando seu corpo foi envolvido pela última mortalha, parecia que a própria vida sussurrava uma lição aos presentes:
A dor revela.
A mortalha iguala.
A beleza verdadeira permanece.
Fundo moral
A dor é uma professora severa, mas sincera. Ela remove máscaras e nos obriga a encontrar aquilo que realmente somos. A mortalha recorda a transitoriedade de todas as conquistas materiais e da aparência física. Já a verdadeira beleza não pertence ao corpo, mas ao caráter, à inteligência moral e à capacidade de amar.
Consequências morais
Quem vive apenas para a aparência torna-se dependente do olhar dos outros e sofre quando o tempo lhe cobra o tributo inevitável da mudança. Quem cultiva valores interiores constrói um patrimônio imperecível, que resiste à enfermidade, ao envelhecimento e à própria morte.
Porque a dor pode transformar.
A mortalha pode ensinar.
Mas somente a virtude tem o poder de sobreviver ao tempo.

A Melodia do Agora
Há uma beleza sagrada no silêncio de um fim de tarde, quando o barulho do mundo do lado de fora finalmente se cala.
É o cheiro do café fresco que abraça a cozinha, a luz suave que entra pela janela e a certeza de que não preciso provar nada para ninguém.
Viver de verdade é encontrar o equilíbrio na simplicidade dos dias, sem pressa, sem personagens, apenas respirando fundo e sabendo que o coração encontrou o seu porto seguro. A vida se acomoda quando a alma aquieta.

Queria ter a vida de um livro, ser lido, amado, compreendido, ser beleza e mensagem, viver, sem ser só de passagem.
Queria ser poema todos os dias, não apenas escrito, mas vivido.

Você é bela com estes olhos de Oceano. As ondas da vida não podem apagar tua beleza e o profundo que está dentro de ti, com tuas riquezas desconhecidas por quem julga tua superfície⁠

A beleza de um sorriso…algo aparentemente tão simples, mas que carrega uma força gigantesca, é impressionante como ele transforma o nosso dia em segundos, como ilumina o que estava escuro e refresca uma alma exausta pelo peso da rotina e das batalhas silenciosas, um sorriso verdadeiro tem o poder de atravessar qualquer tempestade interior, um simples sorriso nos faz ir às nuvens e voltar, faz-nos sentir leves, acolhidos, amados, ele nos devolve a esperança, renova a coragem e sussurra, sem palavras, que estamos no caminho certo, tudo isso porque, por um instante, vimos o sorriso de quem amamos, e naquele instante o mundo inteiro pareceu fazer sentido.

Devemos parar de simplesmente existir para em fim começar sentir a beleza de sonhar e amar para então tudo realizar.

A expectativa de perfeição é o que esconde o artista. A verdadeira beleza da arte não está no acabamento impecável, mas na coragem de tirá-la do papel e entregá-la ao mundo.

A verdadeira beleza se encontra naquilo que nos faz únicos, com nossas falhas e imperfeições.


Rita Ramos Cordeiro

DISFUNÇÃO POLÍTICA
Um Estado que vive sobretudo de serviços (turismo, hotelaria, beleza) está condenado à subserviência face a países com indústria de ponta e a ver os seus governantes reduzidos a meros administradores de diretrizes e agendas externas.