Beleza
Não há palavras para expressar a beleza de uma flor que tem um nome delicado e que pode traduzir o tempo que passou, modificou e aperfeiçoou o bem e o mal do amor.
Sempre é primavera para os otimistas, pois descobrem a beleza da natureza mesmo nas tempestades emocionais.
Desfrute os raios do luar
Que hoje o sol quis beijar
Foi surgindo imponente revestida de beleza sem fim
Mistério e segredos que despertam a imaginação
Ela surge devagarinho
Exibindo seu encanto
É amor, é amor.
A existência é um enigma, e viver de forma intensa é explorar a beleza, enfrentar as contradições e superar a dor.
Nós, homens, deveríamos reverenciar as mulheres nas ruas:
- POR SUA GRACIOSIDADE E BELEZA; são as flores que dão vida e beleza ao jardim da nossa existência.
- POR SUA IMPORTÂNCIA; são as geradoras, guardiãs e cuidadoras das nossas vidas, isto é, são as “flores da vida”.
- POR SUA DUALIDADE; a sua sensualidade e poder de sedução beiram o sobrenatural, mas seus corpos são sagrados enquanto mães.
- POR SUA FORÇA, CORAGEM E COMPETÊNCIA; são mulheres, mães e excelentes profissionais.
Costumamos chama-las de “o sexo frágil”, mas a palavra “frágil” jamais definiria alguém que suporta a piores dores do mundo, sangra frequentemente e tem uma carga horária de trabalho ininterrupta. Delicadas, talvez,frágeis jamais.
Às vezes, tentam imitá-las, mas como elas, lindas, perfeitas, completas e complexas, somente elas conseguem ser, as mais lindas criaturas da criação divina.
Este mundo não teria GRAÇA sem a GRAÇA feminina.
SOB A SOMBRA DA BELEZA NO AMOR.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
O amor nasce já ferido.
Não como promessa, mas como necessidade.
Uma carência inscrita na própria estrutura do querer.
Ama-se não por plenitude, mas por falta.
A beleza surge como engano sublime.
Ela se oferece ao olhar como redenção,
quando na verdade é apenas o véu mais refinado da dor.
Toda forma bela carrega em si a sentença do perecimento,
e é justamente por isso que fascina.
O espírito, ao reconhecer o belo, não encontra repouso.
Antes, inquieta-se.
Pois compreende que aquilo que o atrai
jamais poderá ser possuído sem perda.
Amar é desejar o que inevitavelmente escapa.
A consciência, ao amadurecer, percebe
que o amor não promete felicidade,
apenas instantes de intensidade.
E intensidade é sempre sofrimento condensado.
Quanto mais profundo o vínculo,
mais aguda a percepção do fim.
A mística do amor revela-se então trágica.
O sujeito não ama o outro,
ama a imagem que nele desperta sua própria carência.
E quando essa imagem vacila,
a dor emerge não como surpresa,
mas como confirmação da natureza do querer.
Há uma tristeza inerente à beleza
porque ela nos obriga a desejar o que não se fixa.
Tudo o que é digno de amor
é, por essência, transitório.
E a consciência disso não liberta: aprofunda.
Assim, amar é consentir com o sofrimento lúcido.
É aceitar a vigília permanente do espírito
diante de um mundo que não promete consolo.
A grandeza não está na felicidade,
mas na coragem de contemplar o abismo
sem desviar o olhar.
Toda beleza tem a sua feiura, como toda feiura tem a sua beleza. Em um mundo de belos, os feios são belos e belos são feios.
Feiura é tão triste quanto belo.
Tristeza é tão belo quanto feio.
Beleza é tão feio quanto triste.
Amor é tão alegre quanto o ódio.
Ódio é tão triste quanto o Amor.
A morte é tão triste quanto a vida
A vida é tão alegre quanto a morte.
Sonho é tão amargo quanto a realidade.
A realidade é tão doce quanto o sonho.
O sol é tão ruim quanto a chuva.
A chuva é tão boa quanto o sol.
A dúvida é tão deprimente quanto a certeza.
A certeza é tão nobre quanto a dúvida.
diante de tantos contrastes, o equilíbrio é um desastre.
Diante de tanta harmonia ao som de uma sinfonia, aspira-se o ar da hegemonia no qual resulta de uma disfonia oriunda de uma alegoria.....
Com minha simplicidade
Eu falo da natureza
Em sua grande beleza
Que me encanta de verdade
E sem nenhuma maldade
Da mente meu chão não sai
Nasceu lá meu velho pai
Meu rincão que quero bem
Quem não sabe de onde vem
Não sabe pra onde vai.
Glosa: Noélia Dantas
Mote: Bráulio Bessa
"Se sua beleza matasse, eu seria apenas um cadáver, por admirar algo que eu nunca poderia alcançar.
Tento respirar ao vislumbrar sua beleza e me falta o ar.
Aos homens é tão fácil o ódio, o difícil é o amar.
O coração, arrebenta-me o peito, a cada olhar.
Quando por seu amor, ressurrecto, eu faria-lhe a cada respirar, uma prece.
Quando nossas lembranças, inundam meus pensamentos, meus olhos inundam minha pele.
Eu tento esquecer de ti, mas o coração não esquece.
Suas juras, que eram minha fortaleza, hoje me enfraquecem.
Me enfraquecem as palavras que eu deveria ter dito e não pude falar.
Cega-me o Sol, ofusca-me os olhos o brilhar.
Como o Sol, a felicidade em ti é algo que vislumbro ao longe, só faço admirar.
Sua beleza de por do Sol, feita para ser admirada ao longe, é algo que nunca poderei alcançar..."
"E existe beleza no sofrimento?
Eu me pergunto a cada verso que escrevo.
Se existe beleza na solidão, então não há nada mais belo que, o todo que eu vejo.
Se existe, então só vejo beleza, quando me olho no espelho.
Solidão e sofrimento é tudo que eu vejo.
Sofro com o vento, pois, ele me traz seu cheiro.
O cheiro da pele e o macio negro dos seus cabelos.
O casal do desespero.
Solidão e desejo.
Fecho meus olhos e é só você que eu vejo.
A noite cai e com a penumbra, vem meu desalento.
No escuro do meu quarto me vem o questionamento.
Existe beleza no sofrimento?"
"Sobre a sua beleza; eu nunca tive dúvidas, sempre soube o quão linda você era; mas só percebi a letalidade dela, quando você se foi e tudo ao meu redor, que eu achava belo, perdera a cor..." - EDSON, Wikney - Reflexões
"Falhei.
Não consegui, eu sei.
Tentei.
Te olhei.
Sua beleza, vislumbrei.
Mas tentei.
Ao te ver, fraco fui; fraco serei.
Mas tentei.
Ser escravo dos seus olhos, é capaz de fazer qualquer homem, um rei.
Não deveria ter te olhado, mas eu queria, eu sei.
Tirou-me o ar, ofeguei.
No seu olhar, me afoguei.
Tentei.
Tentando não lhe amar, amei.
Perdão Pai, pois pequei.
Me apeguei.
Na chance de mais um segundo no olhar, na chance de sentir o calor da branca tez.
Perdão, tentei.
Não te olhar? Falhei..." - EDSON, Wikney
